15ª Caminhada do Coração

A Caminhada do Coração é um evento realizado pelo Hospital Cardiológico Constantini desde o ano de 2005 com a finalidade de de estimular a população a praticar mais atividades físicas, além de prevenir os riscos do sedentarismo, como as doenças cardiovasculares.

Em 2011 tive a oportunidade de participar da 7ª Caminhada do Coração.Foi uma experiência muito gratificante.

Em 2019 a caminhada chegou a sua 15ª edição. Cheguei cerca de uma hora antes para garantir a minha camiseta. Às nove horas o evento foi aberto pelo cardiologista Dr. Constantino Constantini.

Depois de alguns minutos de alongamento a partiu em ritmo lento em direção ao Parque Barigui. No caminho tive a oportunidade de encontrar com o Dr. Constantini e tirar um foto com ele.

Chegamos ao nosso destino cerca de uma hora depois. Durante a caminhada conversei com várias pessoas e compartilhei muita energia positiva.

Sem dúvida o ritmo deste domingo foi muito diferente daquele que estou acostumado. Mas posso dizer que foi uma experiência muito emocionante e gratificante.

O momento mais emocionante foi conhecer uma jovem de noventa e quatro anos de idade que participou da caminhada do início ao fim.

Fiquei muito feliz de ter participado de mais uma Caminhada do Coração e chegar aos 717 km percorridos em 2019.

Em outubro estarei em férias e poderei realizar mais treinos. Tenho programadas a Corrida do Fogo e a etapa Florianópolis do Circuito Banco do Brasil, ambas de 10 km.

3ª Corrida do Fogo

Para marcar o último domingo do mês de setembro participei da 3ª Corrida do Fogo. Nas edições anteriores corri a prova de dez quilômetros. Foi na 1ª Corrida do Fogo que estabeleci o meu recorde para a distância: 1 hora e 10 minutos.

Em  2018 escolhi a prova de cinco quilômetros apesar de saber que não teria condições de bater o meu recorde da distância: 34 minutos e 20 segundos.

Analisei o percurso e identifiquei os trechos de subida e descida. Assim estabeleci o meu ritmo de corrida. Larguei com tranquilidade e segui em um ritmo confortável.

Completei o percurso em 38 minutos e 29 segundos, bem acima do meu recorde. No entanto o mais importante foi completar a minha 120ª corrida de rua e encontrar várias pessoas queridas antes, durante e depois da corrida.

Depois de pegar a minha medalha e me hidratar segui para a Praça do Japão, ponto inicial da 14ª Caminhada do Coração promovida pelo Hospital Cardiológico Constantini. De lá saíram milhares de pessoas em um ritmo bem lento em direção ao Parque  Barigui.

A caminhada serviu para relaxar as pernas depois de uma corrida de cinco quilômetros. A Caminhada do Coração tem um significado muito especial para mim. Foi em 2011 que deixei o sedentarismo de lado.

Pouco antes da chegada no Parque Barigui tive o enorme prazer de encontrar um colega do trabalho que no início do ano fez a cirurgia de redução do estômago. Fiquei muito feliz em ver o quanto melhorou a sua qualidade de vida.

O percurso de sete quilômetros foi percorrido em cerca de uma hora e vinte minutos.  Durante a caminhada tiver a oportunidade de conversar com diversas pessoas sobre a importância da atividade física.

No estacionamento do parque vários ônibus estavam à disposição para levar o pessoal de volta para a Praça do Japão. Fui caminhando do local onde a caminhada terminou até onde estavam os ônibus.

Entre a corrida e a caminhada foram percorridos quatorze quilômetros. Foi uma manhã de domingo muito gratificante.

 

 

 

Circuito Banco do Brasil de Corrida

Depois de várias semanas de espera chegou a vez de Curitiba sediar uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Corrida. Desde que tomei conhecimento que Curitiba seria uma das oito sedes passei a incentivar os meus colegas do BB.

Aliás nos últimos dias ajudei vários deles a realizarem a inscrição. Para mim seria mais uma corrida na minha vida. A diferença era que o evento era promovido pela empresa onde eu trabalho. E é claro que isto gerou uma grande expectativa.

Cheguei ao local da prova com bastante antecedência e em poucos minutos encontrei diversas pessoas conhecidas. Conversamos e tiramos algumas fotos. Às sete horas foi dada a largada para os corredores de cinco e dez quilômetros.

Fui cuidadoso na largada e segui num ritmo de trote. Como conheço o percurso sabia das subidas que teria que enfrentar ao longo do caminho. Assim que passei pela placa dos sete quilômetros acelerei as minhas passadas.

Completei a prova em 1 hora, 19 minutos e 20 segundos, um tempo bem acima do meu recorde dos 10 km. No entanto, desde o início não tinha nenhuma preocupação com o tempo e encarei a prova como um treino.

Além disto não poderia forçar muito o ritmo e correr o risco de uma lesão. Afinal de contas vou enfrentar a Maratona de Curitiba e não teria tempo para me recuperar de uma possível lesão.

Depois que peguei a minha medalha fiquei aguardando para fazer uma massagem. Em seguida enfrentei a fila para pegar uma camiseta autografada pelos atletas Emanuel Rego, Sheilla Castro e Robert Scheidt.

Tão logo acabaram as camisetas eles permaneceram por mais alguns instantes tirando fotos. Mas como tinham o voo marcado para as 10:30 foram embora logo. Percebi alguém pedindo autógrafo para a Sheilla e resolvi fazer o mesmo.

Enfim foi um ótimo evento em que os colegas do BB tiveram a oportunidade de se encontrarem fora do ambiente de trabalho. Aliás muitos deles levaram os seus filhos para acompanhar na corrida ou na caminhada.

Foi muito bom ver funcionários, clientes e não clientes do BB correndo em busca de uma melhor qualidade de vida.

Agora as minhas atenções estarão voltadas para a Maratona de Curitiba no dia dezenove de novembro.

Deixando o sedentarismo de lado

Em setembro de 2011 deixei o sedentarismo de lado e resolvi dar uma caminhada nas ruas próximas da minha casa. Em uma hora percorri quase sete quilômetros. A partir de então as caminhadas de uma hora passaram a ser uma rotina. Aos poucos percebi uma melhora no meu condicionamento e consegui caminhar mais rápido. Da caminhada para o trote foi uma questão de tempo.

No início de agosto de 2012 participei da minha primeira corrida de rua. Segui num ritmo confortável sem me preocupar com o tempo. Quando percebi que poderia completar os cinco quilômetros antes dos quarenta minutos acelerei as minhas passadas. Terminei a prova um pouco ofegante.

Em novembro tive a oportunidade de participar de uma corrida de três quilômetros. Fiquei satisfeito com o resultado pois consegui correr num ritmo mais rápido que na primeira corrida.

Era grande a expectativa para a temporada de 2013, pois teria condições de participar de várias provas de cinco quilômetros. Afinal de contas agora eu fazia parte do fascinante mundo das corridas.

Estabeleci como objetivo completar os cinco quilômetros abaixo dos trinta e seis minutos.  Consegui atingir esta marca em uma prova realizada no mês de maio. Cheguei ao final do ano com doze corridas de cinco quilômetros e o meu melhor tempo foi de 35:29 na minha penúltima prova do ano.

Para o ano de 2014 foram programadas treze provas. O fato de conhecer alguns percursos com certeza ajudou bastante.  Após cada prova passei a analisar as minhas parciais de cada quilômetro percorrido. Em meados de novembro consegui completar os cinco quilômetros em 34 minutos e 20 segundos.

Em 2015 tive a oportunidade de participar de vinte e quatro provas em diversos lugares de Curitiba, bem como pude formar novas amizades. Ao planejar a temporada de 2016 decidi que estava no momento de deixar o conforto dos cinco quilômetros e finalmente enfrentar os 10 km.

No final de março sofri uma queda e fraturei o ombro esquerdo. Felizmente não precisei engessar o ombro mas de muitas sessões de fisioterapia. Na minha primeira prova depois da fratura tive dificuldades para evoluir do trote para a corrida. Conseguia correr no máximo por cinquenta metros e logo tinha que voltar para o trote.

Por causa da fratura eu tinha medo de correr e sofrer uma nova queda. Precisei de muita paciência para recuperar a  confiança para voltar a correr. Em uma determinada prova alternei o trote com a corrida. A partir do momento em que me senti seguro passei aumentar gradativamente a distância. Foi assim até conseguir correr por um quilômetro sem parar. Com a recuperação da segurança passei a melhorar o meu tempo.

Na segunda metade da temporada enfrentaria onze provas e o objetivo era o de completar os dez quilômetros em menos de 1 hora e 15 minutos. Em setembro percorri os dez quilômetros da Etapa Primavera do Circuito das Estações em 1 hora, 13 minutos e 47 segundos, uma marca que me deixou muito contente depois dos problemas que enfrentei no primeiro semestre.

Na segunda semana de outubro participei da 1ª Corrida do Fogo, em comemoração ao aniversário do Corpo de Bombeiros do Paraná. Desde o início tive condições de desenvolver um bom ritmo de corrida e completei o percurso em 1 hora, 10 minutos e 46 segundos. Posso dizer que a temporada foi positiva apesar das dificuldades enfrentadas em decorrência na fratura no ombro.

Assim que foi divulgado o calendário das corridas de 2017 iniciei o planejamento da minha temporada. Dentre as provas escolhidas pelo menos duas deveriam ser significativas para comemorar os meus cinquenta anos de idade.

Uma delas seria a Meia Maratona Ecológica de Curitiba programada para o mês de maio e a outra a Maratona Internacional de Curitiba prevista para novembro. Dois grandes desafios a serem enfrentados em 2017.

A preocupação era me preparar para enfrentar os vinte e um quilômetros. Era importante reprogramar o cérebro e as pernas para a nova distância. Depois de algumas provas de cinco e de dez quilômetros finalmente chegou o dia sete de maio. Lá estava eu pronto para a largada da minha primeira Meia Maratona.

Devo confessar que ao longo do percurso pensei algumas vezes sobre o que eu estava fazendo ali. Enfrentei problemas mas apesar de todo o cansaço em nenhum momento pensei em desistir.  Várias pessoas me incentivaram principalmente nos metros finais. Sem dúvida os erros cometidos ficaram de lição. Percorri os vinte e um quilômetros em uma hora e quinze minutos. Cruzei a linha de chegada exausto mas contente por tem vencido este primeiro desafio.

Nos meses seguintes participei de outras provas. Neste intervalo de tempo surgiu a oportunidade de fazer a inscrição para outra meia maratona. Analisei as características do percurso e percebi que seria interessante participar desta prova.

Sabia que não seria fácil enfrentar os 21 km novamente. Como tinha um bom tempo até o dia da prova tive condições de treinar. Conversei com um amigo que me passou várias dicas. No dia seis de agosto lá estava aguardando a largada da meia maratona. Cerca de quinze minutos antes da largada escolhi um canto e me desliguei de tudo o que estava em volta de mim. Fechei os olhos, respirei com calma e relembrei a minha estratégia.

Procurei largar com calma e manter um ritmo lento. A minha estratégia consistia em dividir a prova em três partes de sete quilômetros. Cheguei muito bem ao final da primeira parte. Procurei sempre ter alguém dentro do meu campo visual em uma distância que me permitisse ter um referencial para manter o meu ritmo.

Completei os 14 km em pouco menos de duas horas. Passei a controlar a distância restante mas sem me preocupar com o tempo. Aumentei um pouquinho o ritmo depois de passar pela marca dos vinte quilômetros.

Iniciei a contagem regressiva da distância que faltava para o final. Fui num trote lento e quando faltavam cerca de vinte metros senti a panturrilha direita e depois a esquerda. Parei por alguns segundos e pensei “Agora não, falta só mais um pouquinho, estamos quase chegando”. Respirei fundo e procurei reunir o pouco de energia que me restava. Fui dando um passo atrás do outro até a linha de chegada.

Travei o relógio mas nem olhei para quanto tinha sido o tempo final. Somente ao chegar em casa fui analisar com calma as minhas parciais e vi que o tempo final tinha sido de 3:02:08.

Para comemorar os meus seis anos longe do sedentarismo participei da corrida Track & Field Park Shopping Barigui. Percorri os cinco quilômetros em 36 minutos e 41 segundos.

Nestes seis anos foram percorridos 2.671 km entre caminhadas, treinos e corridas. Até a Maratona de Curitiba enfrentarei três provas de dez quilômetros e muitos treinos.

 

 

Corrida Track & Field Pátio Batel 2017

Neste domingo tive a oportunidade de participar da segunda corrida da Track & Field em Curitiba em 2017, desta vez tendo como local de largada o Shopping Pátio Batel. Fiz uma largada bem tranquila com bastante cuidado para evitar me envolver em alguma confusão.

Escolhi um ritmo confortável e segui em frente sem me preocupar com o tempo. Afinal de contas as características do percurso não eram favoráveis para bater o meu recorde dos 5 km.

Em um determinado momento percebi na minha frente uma garota que estava falando no celular. Apesar de estar num ritmo lento ela estava se movimentado para o seu lado esquerdo e portanto saindo da área limitada para os corredores. Neste local estávamos dividindo o espaço com os carros.

Acelerei um pouco a minha passada e fiquei ao lado dela. Coloquei a mão no seu ombro esquerdo e puxei na minha direção. Ainda bem que foi só um susto.

Terminei a prova muito bem fisicamente e conquistei mais uma medalha para a minha coleção. A minha próxima corrida será a de Santos Dumont no dia 28/07. Uma prova noturna que termina na pista de pouso do Aeroporto do Bacacheri.

Marca significativa

Ao sair de casa para o meu treino neste sábado não me preocupei com o tempo de duração nem com a distância que seria percorrida. Não tinha a intenção de fazer nenhum teste, apenas uma caminhada sem forçar o ritmo. Coloquei o frequencímetro, abasteci com Gatorade os frascos do meu cinto de hidratação, calcei meu Asics Nimbus 15, coloquei o boné e fui em frente.

Apesar de não ter definido um percurso específico, escolhi seguir pela Avenida das Torres, pois desejava ver como ficou a ciclovia compartilhada. Iniciei com o  ritmo de caminhada e depois alternei com o trote. A pista asfaltada é pintada na cor vermelha e ao seu lado há uma calçada de granito.

Em um trecho de quase três quilômetros notei somente um ponto com um desnível que poderia complicar caso estivesse correndo. A volta para casa foi num ritmo mais lento, pois as calçadas da Salgado Filho não são muito boas.

Ao chegar em casa fui verificar os dados registrados pelo aplicativo Nike+. Foi então que percebi que tinha ultrapassado a significativa marca de 1.200 KM percorridos desde que comecei a caminhar em setembro de 2011. Vale lembrar que esta distância foi atingida com um mês de antecedência.

Entre as várias caminhadas e corridas, melhorei o meu condicionamento, enfrentei desafios, superei limites, conheci novas pessoas, tive vários  pares de tênis, camisetas e aumentei a minha coleção de medalhas.