CIRCUITO DAS ESTAÇÕES PRIMAVERA 2019

A corrida desde domingo foi muito significativa para mim. Primeiramente por ser a minha corrida de número 150 desde que entrei para o mundo das corridas de rua.

O local de largada e o percurso eram os mesmo da etapa Inverno realizada no início do mês de julho. No entanto, as condições climáticas eram completamente diferentes daquela ocasião.

Com uma temperatura agradável para correr planejei completar os dez quilômetros em um tempo abaixo de uma hora e vinte minutos.

Segui em frente controlando o meu ritmo. Quando passei pela placa que marcava os 9 KM olhei rapidamente para o meu relógio e notei que teria condições de completar a prova no tempo pretendido.

Acelerei o ritmo das minhas passadas, respirei fundo em direção ao pórtico de chegada. Nos 100 metros finais recebi muito incentivo.

Assim que cruzei a linha de chegada travei o meu cronômetro mas só fui ver o meu tempo alguns instantes depois. Completei o percurso de dez quilômetros em 1 hora, 19 minutos e 05 segundos.

Além de atingir o objetivo estabelecido consegui o meu melhor tempo no Circuito das Estações em 2019.

A meta de 800 km estabelecida no início do ano está cada vez mais perto. Faltam 138,07 KM para alcançar o número mágico.

No dia dezoito de setembro vou completar oito anos que deixei o sedentarismo de lado ao decidir caminhar diariamente nas ruas próximas da minha casa.

Menos de um ano depois tive a oportunidade de conhecer o maravilhoso e emocionante mundo das corridas de rua. Desde então enfrentei inúmeros desafios, superei os meus limites e formei muitas amizades.


Treinando em um local diferente

Durante a semana fiquei imaginando onde faria o meu treinamento deste sábado. Com a ajuda do aplicativo Google Earth planejei alguns percursos mas nenhum deles me deixou plenamente satisfeito.

A intenção era treinar em um lugar diferente daqueles que estou acostumado. No entanto, apenas alguns minutos antes de sair de casa decidi que o treino seria na Ciclovia do Alto da XV.

Não defini a distância mas escolhi seguir no ritmo de trote. No caminho encontrei várias pessoas no sentindo contrário e aproveitei para trocar energia com elas.

Como não estou acostumado com a região tomei muito cuidado ao atravessar os cruzamentos. Por sorte em pelo menos quatro oportunidades o motorista reduziu a velocidade e me deu passagem.

Não tinha a menor ideia de onde chegaria se continuasse adiante. Mas quando o meu Tom Tom  marcava a distância de 8,5 km resolvi voltar.

Como não tinha nenhuma preocupação com o horário de chegada em casa fui caminhando lentamente. Terminei o meu treino com a distância percorrida de 17,5 km.

Fiquei satisfeito pois pretendia treinar em um local diferente. Ao chegar em casa atualizei a minha planilha e verifiquei que o meu tênis Adidas Ultra Boost atingiu a marca de 267,55 km percorridos em dois anos e dois meses de uso.

Adidas Ultra Boost (fabricado em 03/15)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para a temporada de 2018 pretendo usar o Ultra Boost Gold LTD e o Pure Boost.

Ultra Boost Gold LTD (07/2016)

 

 

 

 

 

 

 

 

Adidas Pure Boost (Fabricado em 06/17)

 

 

2ª Corrida do Fogo

Em comemoração ao 105º aniversário do Corpo de Bombeiros do Paraná aconteceu em Curitiba a 2ª Corrida do Fogo com provas de 5 e 10 KM.

O percurso da prova foi alterado em relação ao da corrida de 2016. Ciente disto sabia que seria complicado melhorar o meu tempo de  1 hora, 10 minutos e 46 segundos.

Cerca de vinte minutos antes da largada começaram a cair os primeiros pingos de chuva. Aos poucos foi aumentando e os corredores foram se abrigar em uma área coberta até faltarem poucos minutos para a largada.

Naquele momento decidi pelo plano B. Larguei com calma e segui num ritmo seguro. Além disto procurei me preservar para enfrentar o trecho de subida mais adiante.

A chuva parou quando estava no final do segundo quilômetro mas mantive o mesmo ritmo. Somente quando passei pela placa que marcava os sete quilômetros acelerei um pouco as minhas passadas. Notei dois corredores que seguiam lentamente e aproveitei para incentivá-los, afinal de contas estávamos próximos do final da prova.

Quando visualizei a placa dos nove quilômetros aumentei um pouco o meu ritmo. Como não estava preocupado com o tempo não acelerei ao entrar na reta final.

Enfim foi uma prova muito desgastante pois a corrida na chuva exige bastante tanto da parte física quanto da emocional. Nas descidas tinha que manter o ritmo pois logo adiante teria que enfrentar mais uma subida.

Apesar das várias adversidades completei a corrida com segurança e acumulei mais dez quilômetros na conta. O meu próximo desafio será a corrida do Circuito Banco do Brasil.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cinco anos de corridas de rua – Parte 8

Temporada de 2017 – 1º Semestre

A temporada começou no dia 22 de janeiro com a prova de cinco quilômetros da Corrida da Ponte. Desde o início resolvi manter um ritmo forte e sempre procurando fazer o melhor traçado.

Seria complicado bater o recorde de 34 min e 20 seg. Sendo assim esperava completar a prova em torno dos trinta e seis minutos. Cruzei a linha de chegada com 36 min e 18 seg.

No domingo seguinte enfrentei a minha primeira prova de dez quilômetros do ano. Alguns dias antes tive a oportunidade de analisar o percurso e estimei um tempo de cerca de uma hora e vinte minutos.

Larguei com calma e fui controlando o ritmo de acordo com as características do percurso. Terminei a prova com 1 hora, 20 min e 44 seg. Esta corrida foi muito significativa para mim pois o local da largada e da chegada era a Praça da Espanha. Um local em que brincava na minha infância.

A praça foi reformada recentemente e está diferente daquela do início dos anos 70. Mas em poucos minutos fiz uma viagem no tempo.

Algumas quadras dali fica o prédio onde morei naquela época. Parei em frente ao portão e fiquei olhando para o corredor. Foi muito bom relembrar daquele tempo mesmo que por poucos minutos.

O mês de fevereiro foi marcado pela prova de 5 km da Track&Field Mueller. O percurso conhecido ajudou bastante na elaboração da estratégia. Me poupei na primeira metade para depois aumentar o ritmo das passadas.

De acordo com a minha estratégia o tempo estimado para a conclusão da prova era entre 35 e 36 minutos. Segui num ritmo forte de de olho no relógio. Assim completei os 5 km em 35 min e 34 seg.

No mês de março foi a vez de enfrentar os dez quilômetros da Corrida do BPTRAN. Completei o percurso em 1 hora, 17 min 35 min.

Em abril participei de duas provas. A primeira delas foi a Etapa Outono do Circuito das Estações. No entanto percebi desde o início que não estava conseguindo evoluir do trote para a corrida. Após passar pela placa que marcava os três quilômetros vi que não teria condições de ir até o final.

Então decidi que na placa dos 4 km faria uma nova avaliação. Segui em um ritmo bem lento ma com contato visual com um grupo de corredores que estava um pouco na frente. Ao passar pelos 4 km o objetivo era o de chegar até os 5 km.

O ritmo era cada vez mais lento. Não tinha mais contato visual com ninguém. Assim que vi a placa dos 5 km decidi parar. Me aproximei da calçada, olhei para trás e vi a ambulância que estava me acompanhando.

A socorrista me questionou sobre como eu estava me sentindo. Respondi que estava com uma leve tontura e estava parando para evitar uma queda mais adiante. Ela verificou a minha pressão arterial e os batimentos cardíacos.

Sendo assim a segunda parte da minha corrida foi dentro da ambulância. No caminho eu e a socorrista fomos conversando. Poucos metros antes da linha de chegada desci da ambulância e segui para o ambulatório.

Um enfermeira verificou novamente a pressão arterial e os batimentos cardíacos e logo em seguida me liberou. Sem dúvida passei por um susto muito grande mas soube ficar atento ao sinais que o meu corpo estava dando.

No final de abril enfrentei os cinco quilômetros da corrida Unidos pela Vida. As características do percurso eram favoráveis para conseguir um tempo em torno de trinta e cinco minutos. Cruzei a linha de chegada com o tempo de 35 min e 09 seg.

Quando defini o meu calendário de provas para 2017 resolvi que deveriam haver pelo menos duas provas importantes para comemorar o meu aniversário de cinquenta anos. As provas escolhidas foram a 1/2 Maratona Ecológica de Curitiba e a Maratona Internacional de Curitiba. No dia sete de maio chegou a hora de enfrentar o meu primeiro desafio.

Como esta era a minha primeira meia maratona não fiz nenhuma estimativa do tempo para a conclusão da prova. Devo admitir que em dois ou três momentos pensei “O que eu estou fazendo aqui?”. Mas jamais pensei em desistir, andei nos trechos de subida e segui adiante.

A distância de 21 km não significa 10 + 10 + 1, pois tem muitos fatores envolvidos durante a corrida.  Ao longo do percurso recebi várias palavras de incentivo, principalmente quando passei da marca dos 17 km.

Ao passar em cada cruzamento procurava cumprimentar quem estava ali para ir recolhendo energias positivas. Em um certo momento vi uma garota vindo em sentido contrário. Ao bater na minha mão ela resolveu me acompanhar.

Seguimos juntos por cerca de dois quilômetros. Como ela não tinha número de inscrição perguntei o seu nome quando nos separamos e agradeci a sua companhia. Continuei no trote lento acelerando um pouco nas descidas.

Faltando cerca de duzentos metros até a linha de chegada era o momento de usar o pouco de energia que ainda me restava. Mas quando ia acelerar as passadas senti a panturrilha esquerda. Comecei a mancar e logo lembrei do meu ídolo Ayrton Senna nas voltas finais do GP do Brasil de 1991.

Muitos pensamentos passaram pela minha cabeça naquele momento. Olhei para o lado e vi várias pessoas me incentivando e mandando energias positivas. A dor passou e eu consegui cruzar a linha de chegada. Enfim, é muito descrever o que senti depois de concluir a prova. Completei os 21 km em 3 horas, 14 min e 59 min.

No final do mês corri a prova de 6,5 km da Stadium Marathon. Não me preocupei com o tempo e segui num ritmo confortável. Terminei a prova em 49 min 44 seg.

Em junho fui convidado para participar de uma prova diferente. Tratava-se de uma corrida de crianças cadeirantes onde eu seria um dos voluntários que conduziriam as crianças em percurso de 1 km. Me senti muito feliz tanto como corredor como ser humano. Sem dúvida foi uma experiência muito emocionante e gratificante.

E assim terminou o meu primeiro semestre da temporada 2017 de corridas.

 

 

Stadium Marathon 6,5 KM

Neste domingo participei da minha oitava corrida no ano. A minha primeira decepção com a organização da prova foi na entrega dos kits. De acordo com o regulamento a entrega seria realizada na quinta e na sexta-feira quando na maioria das corridas ocorre na sexta e no sábado.

Sendo assim quem não conseguiu retirar nos dias indicados teve que chegar mais cedo no local da prova para pegar sua camiseta, o seu número de peito e o se chip.

Na corrida deste ano a largada aconteceria no Estádio Antonio Couto Pereira do Coritiba, depois de nos anos anteriores ter sido no Estádio Durival de Brito e Silva do Paraná Clube.

Ao chegar ao local no domingo tive a minha segunda decepção. Como o dia ainda não tinha amanhecido e a iluminação era péssima tive dificuldades para localizar onde estava a barraca da entrega dos kits.

Encontrei o guarda volumes mas ninguém soube me informar quem era responsável pela entrega dos kits. Depois de alguns minutos de espera finalmente apareceu alguém. De onde eu estava conseguia ver três pessoas, uma tentando localizar o envelope com o número e o chip, outra procurando a camiseta e a terceira segurando o celular para iluminar.

A terceira decepção foi com o atraso de dez minutos na largada. Larguei com tranquilidade e fui aumentando o ritmo aos poucos. Como conhecia o percurso aproveitei os trechos de descida para desenvolver uma boa velocidade. Alcancei a velocidade máxima de 12,63 km/h.

O que foi descida na ida virou subida na volta. Não estava preocupado com o tempo de conclusão da prova. Afinal de contas por causa da chuva fina e o asfalto molhado segui com mais cuidado.

Ao chegar no estádio me deparei com um túnel escuro e fumaça. Tinha luzes de led nas laterais mas praticamente não tinha referência alguma e não sabia quem estava na minha frente. Achei algo completamente desnecessário para um corrida.

Após cruzar a linha de chegada peguei a minha medalha, as frutas e o istônico. Mesmo com as várias decepções ganhei mais uma medalha para a coleção e acumulei mais 6,5 km para a minha conta.

 

Corrida Unidos pela Vida 2017

Neste domingo aconteceu em Curitiba a Corrida Unidos pela Vida, uma prova beneficente em prol do Hospital Pequeno Príncipe.  A largada foi em frente do Estádio Durival de Britto e Silva e o percurso foi nas ruas dos bairros Rebouças e Jardim Botânico.

Este ano escolhi o percurso de 5 km, já conhecido das outras vezes que participei da Unidos pela Vida. Para mim seria uma prova desafiadora porque pouco antes da marca de 1 km eu passaria pelo local onde sofri uma queda no final de março de 2016 e que me rendeu uma fratura. Devo confessar que não fazia a mínima ideia de qual seria o meu comportamento ao chegar no local.

Larguei com cuidado mas logo fui procurando espaço para fazer ultrapassagens. Estava tão concentrado que nem percebi quando passei pelo local da queda. No segundo quilômetro reduzi o meu ritmo pois sabia que teria que enfrentar um trecho de subida.

Como não estava preocupado com o meu recorde pessoal segui num ritmo tranquilo. Completei a prova com o tempo de 35 minutos e 09 segundos, o meu sexto melhor tempo nos cinco quilômetros.

Terminei a prova tão bem que resolvi voltar a pé para casa. E lá se foram mais cinco quilômetros em ritmo de caminhada lenta.

A corrida que eu não terminei

Neste domingo participei de mais uma etapa do Circuito das Estações. Logo que cheguei percebi uma mudança em relação ao local de largada e chegada, algo que me deixou muito animado.

Larguei com tranquilidade e fui buscando espaço para poder desenvolver um ritmo confortável de corrida.  Como conhecia o percurso sabia que tinha que controlar o meu ritmo para poder enfrentar os trechos de subida mais adiante.

Ao longo do terceiro quilômetro percebi uma dificuldade para aumentar o ritmo das minhas passadas. O cérebro mandava acelerar mas as pernas não obedeciam. Apesar de conseguir aumentar o meu ritmo não consegui manter por muito tempo. Resolvi seguir em um ritmo de trote.

No quarto quilômetro passei a ter dificuldades para permanecer trotando e fui obrigado a reduzir para o ritmo de caminhada. Conseguia trotar por distâncias bem curtas e logo voltava a caminhar.

A partir deste momento passei a considerar a hipótese de abortar a minha corrida. A cada passo pensava se parava ou se tentava ir até o quilômetro seguinte. Fui num ritmo bem lento, com uma respiração tranquila e me hidratando com o copo de água que tinha comigo.

Quando me aproximei da placa que marcava os cinco quilômetros devo admitir que cheguei em pensar em seguir por mais um quilômetro. No entanto, reduzi ainda mais o meu ritmo e esperei que a ambulância ficasse do meu lado.

Imediatamente a enfermeira desceu da ambulância e perguntou como eu estava me sentindo. Expliquei que tinha um pouco de tontura e que as pernas não me obedeciam. Ela me questionou se eu estava com a sensação que ia desmaiar, respondi que não mas que resolvi parar exatamente com o intuito de evitar que isto acontecesse mais adiante.

O primeiro procedimento foi verificar a minha pressão arterial e os batimentos cardíacos. Ambos estavam normais e eu preferi seguir dentro da ambulância até o final da prova. Durante o trajeto fomos conversando e fui ficando mais tranquilo.

A ambulância parou alguns metros antes da linha de chegada. Cruzei a linha para fechar o meu tempo e fui até o ambulatório onde foram verificadas a frequencia cardíaca, a pressão arterial e a oximetria. Como estavam todos bem fui logo liberado.

Entreguei o meu chip, peguei a medalha e fui me hidratar. Aproveitei e também comi duas frutas. Esperei um pouco e fui embora para casa.

O que aconteceu hoje foi o resultado de uma noite de pouco sono. Mas felizmente eu soube reconhecer que não estava bem e tomei a decisão certa ao parar. Claro que fiquei muito triste com o que aconteceu pois desejava cruzar a linha de chegada vibrando com mais um prova completada.

Mas e se decidisse continuar até o final o que poderia acontecer nos próximos cinco quilômetros? os riscos de sofrer uma queda e se machucar com gravidade seriam cada vez maiores.

A medalha vai fazer parte da minha coleção e terá um significado todo especial. Agora é se concentrar para a corrida do próximo dia trinta de abril.

2ª Corrida Solidária Provopar Estadual e BPTRAN

Neste domingo participei da segunda edição da corrida promovida pelo Provopar Estadual e o BPTRAN. Larguei com tranquilidade e sem nenhuma preocupação com o tempo.

Fui bem no primeiro quilômetro mas enfrentei muitas dificuldades na sequencia para realizar ultrapassagens. Preferi seguir no ritmo de trote para me poupar do desgaste provocado pelo calor.

Em nenhum momento olhei no relógio para verificar qual era o tempo decorrido. Mantive um ritmo confortável até chegar na marca dos nove quilômetros. Aos poucos fui aumentando o ritmo das passadas até chegar na placa que indicava duzentos metros para o final.

Acelerei um pouco e quando me aproximei da placa que mostrava os cem metros finais iniciei a minha arrancada. Na minha frente vi duas corredoras e naquele momento o objetivo era cruzar a linha de chegada antes delas.

Terminei a prova com o tempo de 1 h 17 min 35 seg e atingi a velocidade máxima de 17,86 km/h, equivalente a um ritmo de 3:21 min/km. Independente do resultado foram mais 10 km para a conta e mais uma medalha para a coleção.

 

 

 

Corrida Track & Field Mueller 2017

Pelo terceiro ano consecutivo participei da prova de 5 KM da Corrida Track & Field Mueller. Este ano o percurso foi alterado em relação ao dos anos anteriores. Gostei pelo fato de ser conhecido e bem mais tranquilo.

Não me preocupei com o tempo para completar a prova. Larguei com tranquilidade mas fui logo procurando espaço para fazer ultrapassagens. Corri por alguns metros ao lado uma deficiente visual com o seu guia. Falei algumas palavras de incentivo e segui adiante.

Completei o primeiro quilômetro em um bom tempo. Na sequencia preferi seguir trotando para guardar energias para o final.  Ao passar pela placa que marcava os 3 KM acelerei as minhas passadas e procurei espaço para fazer o melhor traçado.

Terminei a prova com o tempo de 35:34, longe do meu recorde de 34:20.  É claro que seria muito legal ter batido o meu recorde pessoal dos 5 KM. No entanto me senti bem fisicamente durante toda a prova, algo que me deixou muito satisfeito.

A próxima prova será a de 10 KM da Etapa Outono do Circuito das Estações.

Corrida Batel Run 2017

Hoje participei da 3ª Corrida Batel Run, cujo ponto de partida estava localizada na Praça da Espanha. O local tem um significado especial para mim pois morei naquela região no início da década de 70.

Quando cheguei caía um chuva fina e que aumentou co ma aproximação do momento da largada. Tomei muito cuidado na saída pois o paralelepípedo do trecho inicial estava escorregadio.

Como conhecia o percurso da prova sabia que não teria condições de melhorar o meu tempo. Sabia que teria muitas subidas pela frente até a marca dos 9 km. Preferi seguir no ritmo de trote e aumentar um pouco o ritmo nas descidas.

Ao entrar no último quilômetro sabia que dali em diante teria apenas descida. Aos poucos fui aumentando o ritmo das passadas. Aproveitei para ultrapassar quatro corredores que estavam na minha frente antes de chegar no trecho de paralelepípedos.

Completei o percurso em 1 hora, 20 minutos e 44 segundos. Depois de pegar a minha medalha fiquei observando a praça e por alguns instantes fiz uma viagem no tempo e lembrei do tempo em que brincava no parquinho.

Depois desci a Rua Saldanha Marinho até o número 1243 onde fica o Edifício Brasília. Ali fiz uma outra viagem no tempo e lembrei do tempo que ali morei.

Independente do meu desempenho na corrida  fiquei muito contente pela oportunidade de relembrar um pouco da minha infância. A Praça da Espanha foi reformada recentemente mas o escorregador e a gangorra permanecem ali. O Edifício conserva a sua fachada, mas o corredor da entrada mudou um pouco.

A próxima corrida será a de 5 km da Track & Field Mueller no dia dezenove de fevereiro.