#TBT JUNHO 2015

21/06 – CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO

No sábado verifiquei qual seria a previsão do tempo. Para o horário da prova a temperatura era de 10ºC, condição climática que indicava que seria uma corrida difícil.

Por causa do frio resolvi sair em um ritmo lento e tomando cuidado para não me envolver em confusões. Aproveitei os trechos de descida para acelerar um pouco permaneci no mesmo ritmo por dois quilômetros.

Desde o início sabia que não teria condições de bater o meu recorde dos cinco quilômetros, mas poderia melhorar o meu tempo de 2015. Procurei os espaços vazios para realizar as ultrapassagens e acelerar rumo a linha de chegada.

Para a minha surpresa terminei o percurso em 35 min 15 seg. Antes da corrida a minha intenção era baixar de 36 minutos, que era o melhor este ano.

 

28/06 – STADIUM MARATHON

Esta é uma corrida temática nas distâncias de cinco e onze quilômetros com largada e chegada no Estádio Durival Britto e Silva pertencente ao Paraná Clube. A corrida conta com a passagem em frente dos estádios Joaquim Américo Guimarães (Atlético Paranaense) e Major Antonio Couto Pereira (Coritiba).

Por causa da temperatura de 8ºC me mantive com o agasalho até cerca de meia hora antes da largada. Fiz meu alongamento e depois fiquei aquecendo por alguns minutos.

A largada aconteceu dentro do estádio, percorremos cerca de 200 metros da pista até chegar a saída. Mantive um ritmo tranquilo sem forçar ultrapassagens pois sabia que tinha um longo trecho de subida pela frente.

Após passar pela Arena da Baixada iniciou o trecho de descida em que finalmente teria a chance de aumentar o meu ritmo. Logo adiante passei por um dos momentos mais emocionantes de todas as corridas de que participei. Quando passava ao lado de um cadeirante que era conduzido pelo seu pai ele me estendeu a mão como se estivesse me convidando para correr ao seu lado.

Depois de passar pela marca dos 3 KM passei a alternar o ritmo entre a corrida e o trote, com o intuito de guardar energias para o final da prova.

Ao entrar na reta de chegada percebi um cadeirante poucos metros na minha frente. Era aquele mesmo que tinha corrido ao lado dele. Naquele instante o meu objetivo era alcançá-lo para cruzarmos a linha de chegada juntos. Consegui, olhei para o pai e dei os parabéns.

Não cheguei a ver o meu tempo de conclusão da prova, o objetivo era o de baixar o melhor tempo do ano (35 min 15 seg) e se possível terminar a prova num tempo melhor que a do ano passado (35 min 39 seg).

Para a minha surpresa percorri o percurso no tempo de 34 min 41 seg, que passou a ser o melhor de 2015.

Primeira corrida fora de casa

Desde agosto de 2012 tive a oportunidade de participar de corridas de rua nas mais diversas regiões da cidade de Curitiba. Em setembro participei da Etapa Primavera do Circuito das Estações realizada na cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Portanto, em seis anos e alguns meses não corri nenhuma fora da minha cidade.

Em meados de 2018 recebi um convite para visitar a cidade de Brasília. Verifiquei o calendário e me programei para o feriado de quinze de novembro, pois no dia dezoito seria realizada uma etapa do Circuito Banco do Brasil de Corrida.

Escolhi o percurso de 10 km e me preparei para enfrentar as condições climáticas de Brasília. Cheguei no dia quinze e aproveitei para fazer o passeio com o ônibus panorâmico que passa por diversos pontos turísticos da Capital Federal.

Na sexta-feira visitei o Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores, e o Congresso Nacional, onde estão localizados o Senado Federal e a Câmara dos Deputados.

No sábado pela manhã visitei o Memorial JK e a Catedral de Brasília. No período da tarde visitei o Parque Sarah Kubitschek, local de realização da corrida de domingo, fiz uma caminhada lenta pela pista de cerca de 8 km.

Apreciei com enorme prazer a paisagem e tive a oportunidade de me deparar com o gavião carcará e com a coruja buraqueira.

A minha maior preocupação era como o meu organismo iria reagir durante a corrida no clima seco de Brasília. Mesmo sabendo da existência de quatro postos de hidratação no percurso de dez quilômetros resolvi correr com a minha mochila de hidratação.

Cheguei no Parque Sarah Kubitschek com cerca de uma hora de antecedência. Conversei com algumas pessoas e depois e iniciei o meu ritual de concentração.

Foi então que passou por mim o piloto Felipe Nasr. Fui atrás dele e consegui tirar uma foto.

Depois me dirigi para o local da largada. No caminho encontrei um casal de amigos que mudou recentemente para Brasília. Conversamos rapidamente e trocamos energias positivas.

 

Larguei com muito cuidado e segui em um ritmo tranquilo mas preocupado em me hidratar desde o início.

Logo começou uma chuva fina e refrescante. Mas por causa do asfalto molhado tive que reduzir o meu ritmo.

Realizei algumas ultrapassagens e quando possível aumentava um pouco o ritmo das passadas sempre com muita segurança.

Fui economizando as minhas energias para o final da prova.

 

Cheguei na marca dos sete quilômetros com o tempo de cinquenta e cinco minutos. Portanto, teria vinte e um minutos para percorrer os três quilômetros restantes e repetir o meu melhor tempo no ano nas corridas de dez quilômetros.

Consegui percorrer os dois quilômetros seguintes ewm um ritmo constante e passei pela marca dos nove quilômetros com o tempo de uma hora e dez minutos.

No entanto, com o asfalto molhado seria muito complicado percorrer o último quilômetro em cerca de seis minutos. Acelerei um pouco e fui ultrapassando quem estava no meu caminho. Procurei desviar com segurança das poças d’água e ao entrar na reta de chegada respirei fundo e iniciei a minha arrancada.

Completei a prova com o tempo de 1:17:10, um minuto acima do meu melhor tempo em 2018 nas corridas de 10 km.

Depois de pegar a minha medalha, um copo d’água e duas frutas me dirigi ao local onde os campeões Felipe Nasr (IMSA WeatherTech SportsCar Championship), Robert Scheidt (iatista bicampeão olímpico) e Emanuel Rego (volei de praia / campeão olímpico) autografavam camisetas e tiravam fotos.

Fiquei muito contente com o resultado alcançado.  Não me preocupei como foram as minhas parciais durante a corrida. Resolvi fazer a análise somente depois que chegasse em casa em Curitiba.

KM PARCIAL ACUMULADO
1 0:07:30 0:07:30
2 0:07:47 0:15:17
3 0:08:20 0:23:37
4 0:08:24 0:32:01
5 0:07:42 0:39:43
6 0:07:50 0:47:33
7 0:07:41 0:55:14
8 0:07:23 1:02:37
9 0:07:23 1:10:00
10 0:07:10 1:17:10

 

Apesar da chuva fina e de ter me hidratado me senti desconfortável e não consegui desenvolver um bom ritmo de corrida. Isto acabou se refletindo no meu tempo final.

Depois de analisar o meu desempenho na corrida pude concluir que correr com o Adizero Adios Boost não foi uma boa escolha. Deveria ter corrido com o Ultra Boost preto que tem o melhor tempo dos 10 km em 2018.

Para finalizar a temporada vou participar da prova de 5 km da CWB NIGHT RUN, ocasião em que terei mais uma chance de bater o meu recorde da distância.

Corrida de superação pós fratura no ombro

Hoje aconteceu em Curitiba a Corrida Unidos Pela Vida, uma prova beneficente em prol do Hospital Infantil Pequeno Príncipe. A largada foi em frente do Estádio Durival Britto e Silva e o percurso de 10 km foi nas ruas do bairros Rebouças e Jardim Botânico.

Para mim seria uma prova desafiadora porque pouco antes da marca de 1 km eu passaria pelo local onde sofri uma queda há quatro semanas e que me rendeu uma fratura. Devo confessar que não fazia a mínima ideia de qual seria o meu comportamento ao chegar no local.

Esta foi a minha segunda corrida depois da fratura, larguei com cuidado e segui num ritmo de trote. Tentei não pensar na queda e quando me aproximei do lugar reduzi um pouco o meu ritmo e dei uma olhada ao mesmo tempo rápida e detalhada.

Segui adiante procurando manter o ritmo. Pouco depois da marca dos dois quilômetros acelerei um pouco a minha passada e consegui correr por cerca de trezentos metros. Como não tinha definido nenhuma estratégia para a prova preferi manter um ritmo confortável alternando o trote com um pouco de caminhada.

Assim fui me preservando para os últimos quilômetros da prova. Por uma falha da sinalização da organização não entrei no portão que dava acesso ao interior do estádio, onde terminava o percurso.

Sendo assim percorri 8,54 km em 1 hora 07 minutos e 01 segundo. Neste ritmo eu completaria os dez quilômetros em em 1 hora, 18 minutos e 48 segundos, o  meu novo recorde para a distância.

Não estava preocupado com o meu tempo na prova. Primeiramente queria passar pelo local da queda sem traumas e depois queria voltar a correr.

O meu próximo desafio será a etapa Outono do Circuito das Estações.

Desafio das Capitais

Aconteceu no dia dezenove de março mais uma etapa do Desafio das Capitais. A etapa de Curitiba foi realizada no Parque Barigui, um dos principais parques da cidade. Trata-se de um evento promovido pelo ultramaratonista Carlos Dias  que tem como beneficiado o O GRAACC – Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer.

O desafio dele é correr durante 12 horas em cada um das capitais brasileiras. Fui convidado por um colega de trabalho para participar deste importante evento. Cada participante poderia correr a distância ou o tempo que desejasse.

O meu objetivo inicial era o de percorrer a distância de 10 km. Procurei manter um ritmo constante e confortável e evitei fazer tiros de 100 ou 200 metros. Como não tinha levado a minha mochila de hidratação tive que fazer uma breve parada para tomar água.

Não me preocupei em acelerar o ritmo, apenas ficava atento quando o aplicativo da Adidas me informava a distância percorrida, o tempo decorrido, a quantidade de calorias queimadas e o ritmo.

Ao passar pela marca de dez quilômetros,  a distância prevista inicialmente, resolvi seguir adiante até chegar perto do tempo de duas horas. Depois de completar os 12 km continuei até chegar ao ponto inicial do desafio.

Sendo assim, percorri a distância de 12,14 km  em 1 hora 57 minutos. Mas não importavam a distância percorrida e o tempo decorrido. O mais importante foi ter participado de um evento com uma causa tão nobre e ter conseguido correr mais de dez quilômetros.

A minha próxima corrida será no dia nove de abril na prova de 10 km da Corrida Noturna Unimed. Será a minha terceira corrida do ano na nova distância.

Retrospectiva da Temporada 2015 – 2º semestre

DATA DISTÂNCIA TEMPO TÊNIS PROVA
12/07/15 5,00 00:36:36 Adios Boost Batel Run
12/07/15 2,50 00:42:33 Adios Boost Caminhada Nação Saúde
19/07/15 5,00 00:38:05 Energy Boost Track&Field
26/07/15 5,00 00:37:01 Adios Boost SMELJ 3ª ETAPA
02/08/15 5,00 00:35:24 Adios Boost Estações Primavera
09/08/15 5,00 00:34:31 Adios Boost PMPR
30/08/15 8,00 01:05:45 Energy Boost LET’S RUN
27/09/15 5,00 00:36:10 Adios Boost Polícia Civil
04/10/15 5,00 00:37:15 Energy Boost SMELJ 4ª ETAPA
18/10/15 5,00 00:35:38 Adios Boost Circuito CAIXA
25/10/15 4,50 01:09:43 Energy Boost Caminhada do Coração
15/11/15 5,00 00:35:06 Adios Boost 2 Maratona Curitiba
29/11/15 5,00 00:36:03 Ultra Boost Estações Verão
13/12/15 7,00 00:51:57 Adios Boost 2 Judiciário

Melhor tempo: 34:31 —> Corrida Coronel Sarmento (PMPR) com Adidas Adios Boost

Tênis mais utilizado: Adidas Adios Boost (7 provas)

Retrospectiva da Temporada 2015 – 1º semestre

DATA DISTÂNCIA TEMPO TÊNIS PROVA
24/01/15 5,00 00:36:49 Adios Boost Barigui Race
14/03/15 5,00 00:37:46 Adios Boost Noturna Unimed
22/03/15 5,00 00:37:57 Adios Boost SMELJ 1ª ETAPA
19/04/15 5,00 00:37:16 Adios Boost Unidos pela vida
03/04/15 5,00 00:37:47 Energy Boost Estações Outono
17/05/15 5,00 00:36:21 Springblade Ecológica
31/05/15 5,00 00:36:00 Springblade Graciosa Run
14/05/15 5,00 00:36:00 Springblade SMELJ 2ª ETAPA
21/06/15 5,00 00:35:15 Adios Boost Estações Inverno
28/06/15 5,00 00:34:41 Adios Boost Stadium

Melhor Tempo: 34: 41 —-> Stadium Marathon com Adidas Adios Boost

Tênis mais utilizado: Adidas Adios Boost (6 provas)

Corrida do Judiciário

Este domingo foi muito especial para mim por vários motivos. O principal deles sem dúvida era o fato de ser o meu aniversário e de ter a oportunidade de comemorar correndo.

A corrida tinha como particularidade a distância de 7 km diferente dos 5 e 10 km tradicionais. Como estou na minha transição para a distância de 10 km encarei a prova mais como um treino, sem preocupação com o ritmo e o tempo para conclusão.

Procurei largar com muito cuidado para não me envolver em confusões.  Segui controlando o meu ritmo até chegar na marca do km 4. Preferi caminhar no trecho de subida para poupar energias para o final.  Voltei a acelerar depois de completar os 6 km e então passei a fazer ultrapassagens.

Ao olhar rapidamente para o meu relógio defini o objetivo de concluir a prova antes dos 52 minutos. Completei o percurso em 51:57. Fiquei muito satisfeito com o resultado alcançado.

Vou descansar nas próximas semanas e na sequencia iniciarei os meus treinamentos visando as corridas de 10 km, distância que será o meu objetivo na temporada 2016.

Circuito das Estações – 3 anos

O Circuito das Estações consiste em quatro provas, cada um representando um estação do ano, disputadas em um único circuito. Tive a oportunidade de participar das provas de 2013, 2014 e 2015.

Em 2013 o Circuito tinha o nome da Adidas. Apesar de as etapas se chamarem Outono, Inverno, Primavera e Verão, três delas foram disputada com clima frio. O percurso utilizado tem como local de largada o Jockey Club do Paraná.

Os meus tempos foram os seguintes:

Outono ———-> 35:36 (Asics Exalt)
Inverno ———-> 37:55 (Adidas Supernova Glide)
Primavera ——-> 37:44 (Asics Exalt)
Verão ————> 38:36 (Asics Exalt)

Para a temporada de 2014 o Circuito trocou o nome para Mizuno e teve o seu percurso alterado. O local de largada passou a ser o campus da Universidade Positivo. Apenas a etapa Primavera foi em percurso diferente, pois na ocasião estavam sendo realizadas as provas do ENEM no campus.

Por se tratarem de percursos diferentes não há como fazer comparações com os tempos de cada um das etapas dos Circuitos Adidas e Mizuno.

Outono ———-> 36:01 (Adidas Springblade)
Inverno ———-> 36:36 (Adidas Springblade)
Primavera ——-> 36:02 (Adidas Springblade)
Verão ————> 34:43 (Adidas Adios Boost)

O Circuito das Estações de 2015 marcou a volta para o Jockey, mas deixou de ter uma marca vinculada. Aliás, logo após a última etapa de 2014 mandei uma sugestão para os organizadores com relação ao número de inscritos e, relação a 2013.

Outono ———-> 37:47 (Adidas Energy Boost)
Inverno ———-> 35:15 (Adidas Adios Boost)
Primavera ——-> 35:24 (Adidas Adios Boost)
Verão ————> 36:03 (Adidas Ultra Boost)

A etapa Verão de 2015 marcou a minha despedida dos 5 KM no Circuito das Estações. Em 2016 pretendo correr a distância de 10 km. Foram três temporadas e doze provas disputadas.

Adidas Ultra Boost

Adidas Ultra BoostNa última quinta-feira visitei a loja da Adidas do Shopping Palladium e comprei o recém lançado Ultra Boost. Usei o tênis durante a sexta-feira para que o cabedal se ajustasse ao meu pé e em pouco tempo me sentia confortável.

O primeiro teste foi no sábado em um treino com um grupo de amigos. Como a entressola é integralmente com a tecnologia Boost o amortecimento é bem suave.

Durante o trote já foi possível perceber a energia liberada a cada passada. Mas o que mais importava é como seria o comportamento em ritmo de corrida. Em um primeiro tiro de 100 metros cheguei ao final com um ritmo de 4:53/KM, representando uma velocidade de 12,3 KM/H.

Passei a alternar o trote com a caminhada rápida. Em um segundo tiro partindo com um ritmo inicial de 9:50 cheguei ao final com 3:48, atingindo uma velocidade de 15,8 KM/H.

Deixei o terceiro e último tiro para o final do treino. Acelerei aos poucos e ao chegar no ponto desejado simulei o momento da arrancada final de uma prova. Iniciei com um ritmo de 5:05 e cheguei ao final com 4:27, atingindo uma velocidade de 13,5 KM/H.

Posso dizer que fiquei muito satisfeito com este primeiro teste com o Ultra Boost. A estreia está marcada para o próximo dia 29/11 na última etapa do Circuito das Estações.

Será a última oportunidade para melhorar a minha marca deste ano para os 5 KM (34:31) e quem sabe bater o meu recorde pessoal que é de 34:20.

Para a temporada de 2016 a prioridade será para as provas de 10 KM. Para tanto contarei com o Adios 1, o Adios 2 e o Ultra Boost.

 

 

 

 

Adidas Adios Boost 2 – Primeiras impressões

Recentemente comprei no site da Adidas o tênis Adios Boost 2. O primeiro teste foi dois dias depois que o recebi na minha casa. Não tive dificuldades para me adaptar a ele, pois corro com o Adios 1 desde novembro do ano passado.

Por se tratar de um primeiro teste preferi alternar a caminhada rápida com o trote. Ao aumentar o ritmo das passadas percebi a aderência e o impulso proporcionados pela sola do tênis.

Em um novo treino dois dias depois tive a oportunidade correr por alguns instantes no asfalto molhado. Fiquei muito satisfeito com o resultado, pois já foi possível notar a melhora em relação ao Adios 1.

A estreia do Adios 2 nas corridas está prevista para o próximo dia quinze de novembro na prova de cinco quilômetros da Maratona de Curitiba. Aliás foi nesta prova que marquei o meu recorde dos 5 km correndo com o Adios 1 no tempo de 34 min 20 seg.

O Adios 1 está atualmente com quase 150 km percorridos entre treinos e corridas em quase um ano. Foram quatorze provas de 5 km, sendo que logo na primeira corrida com ele consegui o meu recorde. Em 2015 cheguei perto de bater três vezes.

Na temporada 2016 vou alternar o Adios Boost 1 (laranja) com o Adios Boost 2 (azul), pois pretendo correr algumas provas de dez quilômetros.