#TBT JUNHO 2019

02/06 – 2ª ETAPA SMELJ

O início de junho foi marcado pela segunda etapa do Circuito de Corridas da Prefeitura de Curitiba promovido pela SMELJ Secretaria Municipal do Esporte, Lazer e Juventude.

O céu estava cinzento e a principal preocupação dos corredores era a chuva. Felizmente ela deu uma trégua. Larguei com tranquilidade e fui me preparando para as subidas que teria que enfrentar mais adiante.

Passei pela placa dos 5 KM com o tempo de 37:36 e sabia que dali pra frente o percurso seria mais difícil. Não tinha preocupação com o tempo que terminaria a prova e reduzi bastante o ritmo nas subidas.

Ao longo dos 10 KM encontrei várias pessoas conhecidas com quem compartilhei a minha energia. Quando entrei no último quilômetro comecei a acelerar o meu ritmo.

Passei a linha de chegada com o tempo de 1:23:35″. Fiquei muito satisfeito com o resultado alcançado diante das dificuldades enfrentadas no percurso.

 

09/06 – INCLUSIVE CORRENDO

Esta corrida foi um pouco diferente daquelas que estou acostumado a participar. Organizada pela Thomé e Santos a corrida tinha por finalidade incluir as pessoas com necessidades especiais no mundo da corrida de rua.

Como doei sangue no sábado sabia que não teria condições de forçar o meu ritmo ao longo do percurso de cinco quilômetros. No caminho passei por corredores deficientes visuais e cadeirantes, aproveitei para transmitir para eles a minha energia positiva.

Cruzei a linha de chegada com o tempo de 37:56 e fiquei muito satisfeito com o resultado.

 

16/06 – 15 KM de Santa Felicidade

Também conhecida pelo nome de 15 KM DE SANTA esta corrida tem como principal característica o seu percurso desafiador com muitas subidas.

Participei em 2018 e completei em 02 h 09 min. Portanto o meu desafio era baixar este tempo. Desde a largada fui controlando o meu ritmo para enfrentar as subidas mais adiante.

No entanto perto do km 5 encontrei duas corredoras que estavam em um ritmo mais lento que o meu. Naquele momento decidi mudar completamente a minha estratégia de corrida.

Abandonei a ideia de correr pelo recorde pessoal. Dali em diante acompanharia aquelas duas jovens corredoras até o final.

Seguimos alternando a caminhada com a corrida, conversando e compartilhando a nossa energia. Por volta do km 8 uma delas seguiu adiante pois estava melhor fisicamente. Eu segui acompanhando a outra corredora.

Terminei com o tempo de 02 h 17 min. Não bati o meu recorde mas me senti extremamente contente por ter compartilhado a minha energia positiva.

 

TBT ABRIL 2016

No final de março de 2016 durante um treino sofri uma queda e fraturei a cabeça do úmero esquerdo.

Fiquei com os movimentos do braço esquerdo limitados

A primeira corrida do mês de abril estava programada para o dia nove. Era a prova de cinco quilômetros da Corrida Noturna UNIMED.

Como não estava em condições de correr e por se tratar de uma corrida noturna eu não fui.

A minha primeira corrida depois da fratura foi a prova de 10 km da primeira etapa do Circuito Adulto de Corrida de Rua de Curitiba.

Não estabeleci nenhuma estratégia de corrida principalmente com relação ao tempo de conclusão da prova. Larguei com cuidado e segui num ritmo lento, não fiz ultrapassagens arriscadas e mesmo quando tinha espaço disponível não acelerei.

Preferi alternar o trote lento com a caminhada passei a acelerar as minhas passadas quando entrei no último quilômetro. Sem dúvida o que mais me incentivou durante o percurso foi quando ouvi a Marcha da Vitória nos meus fones. Lembrei dos momentos dramáticos vividos pelo ídolo Ayrton Senna nas voltas finais da sua primeira vitória no Brasil.

Terminei a prova em 1 hora 26 minutos 23 segundos, mas o tempo pouco importou pois o que mais interessava era chegar bem ao final do percurso. Sei que nas próximas corridas ainda não terei condições para acelerar as minhas passadas.

No domingo seguinte participei da Corrida Unidos Pela Vida, uma prova beneficente em prol do Hospital Infantil Pequeno Príncipe.

Para mim seria uma prova desafiadora porque pouco antes da marca de 1 km eu passaria pelo local onde sofri a queda que me rendeu uma fratura. Devo confessar que não fazia a mínima ideia de qual seria o meu comportamento ao chegar no local.

Esta foi a minha segunda corrida depois da fratura, larguei com cuidado e segui num ritmo de trote. Tentei não pensar na queda e quando me aproximei do lugar reduzi um pouco o meu ritmo e dei uma olhada ao mesmo tempo rápida e detalhada.

Segui adiante procurando manter o ritmo. Pouco depois da marca dos dois quilômetros acelerei um pouco a minha passada e consegui correr por cerca de trezentos metros. Como não tinha definido nenhuma estratégia para a prova preferi manter um ritmo confortável alternando o trote com um pouco de caminhada.

Assim fui me preservando para os últimos quilômetros da prova. Fiquei contente por ter conseguido superar um momento importante.

1ª ETAPA SMELJ 2020

O domingo foi marcado pela primeira etapa do Circuito de Corrida de Rua da Prefeitura de Curitiba.

As provas da Prefeitura são muito disputadas por terem as inscrições gratuitas.

Conhecendo as características do percurso defini o tempo para conclusão em torno de uma hora e vinte minutos.

As largadas dos corredores de 10 e de 5 km ocorreram em momentos diferentes.

Larguei com calma e procurei manter um ritmo tranquilo. Mesmo nas descidas me controlei para não embalar.

No meu caminho encontrei um casal andando e mexendo no celular. Reduzi o meu ritmo e ao passar por eles e disse ” Calçada! Calçada!” e apontei para a calçada.

Um pouco mais adiante vi uma corredora parar repentinamente para amarrar o tênis. Como ela não estava na minha trajetória não tive problema, mas vi alguns corredores quase se chocarem com ela.

Não sei se eles são iniciantes no mundo da corrida. No primeiro caso era claro que a atenção estava voltada para a mensagem que estava sendo digitada. Celular e corrida não combinam. O jovem casal deveria estar na calçada.

Sem dúvida o caso da corredora que parou para amarrar o tênis foi mais grave. Ao perceber que o tênis está desamarrado a recomendação é indicar que está reduzindo a velocidade e ir para a calçada.

Felizmente não aconteceu nenhum acidente.

Ao iniciar o último quilômetro comecei a acelerar o meu ritmo. Faltando cerca de duzentos metros para o final. Visualizei o espaço e iniciei as ultrapassagens.

Completei o percurso em 1 hora 21 minutos, bem próximo do tempo estabelecido. Fiquei muito contente com o resultado e por ter encontrado muitas pessoas queridas antes, durante e depois da corrida.

 

Retrospectiva 2019 – 2º semestre

JULHO

O semestre começou com a ETAPA INVERNO do CIRCUITO DAS ESTAÇÕES, com largada em frente do Shopping Mueller.

Alguns minutos antes da largada verifiquei a temperatura: -1ªC. A minha estratégia era fazer uma corrida conservadora sem forçar o meu ritmo.

Segui em um ritmo lento mas seguro e caminhei nas subidas. Comecei a acelerar quando faltavam cerca de quinhentos metros para o final da prova. Cruzei a linha de chegada com a temperatura de 2ºC.

Algumas semanas depois participei da 80 NIGHT RUN , uma corrida noturna que tinha como tema os anos 80.

Larguei com muito cuidado, demorei um pouco para encontrar o ajuste ideal da lanterna mas mantive um bom ritmo.

Quando faltavam cerca de duzentos metros para o final, pouco antes da última curva fui ofuscado pelo flash de um fotógrafo. Por alguns segundos não consegui ver nada. Observei quem estava no meu caminho, tracei um linha a ser percorrida e acelerei.

Completei os 5 km em 37 min 27 seg, o meu terceiro melhor tempo em corridas noturnas.

Para finalizar o mês corri a prova de 5 km da A YOSHII RUNNING. Ela tem um significado muito especial para mim por causa do local de largada e chegada: a Praça da Espanha, que fez parte da minha infância.

Fui controlando o meu ritmo e passei a acelerar o ritmo das minhas passadas no último quilômetro. Completei o percurso em 37 min 27 seg.

AGOSTO

O mês começou com a MEIA MARATONA UNINTER, uma corrida que foi a minha sétima meia maratona e marcou o meu aniversário de sete anos no mundo das corridas de rua.

Foi uma corrida tranquila dentro do que foi planejado. Mas ao chegar na placa dos 18 km o meu tempo estava acima do projetado. Faltando três quilômetros para o final mudei a minha estratégia. O mais importante era terminar bem.

Ao completar os vinte quilômetros senti uma dor na panturrilha esquerda. Fiz uma breve parada, alonguei um pouco, respirei fundo e segui bem lento no último quilômetro.

Mesmo percebendo que a dor tinha passado preferi continuar em um ritmo lento, pois temia que a dor voltasse mais perto do final.

Cruzei a linha de chegada com 03 h 05 min 37 seg. Fiquei contente com o resultado diante de todas as dificuldades enfrentadas.

No domingo seguinte corri a prova de 5 KM da corrida da PMPR. Como conhecia o percurso segui com tranquilidade. Ao entrar no último quilômetro acelerei as minhas passadas.

Para a minha surpresa quando me aproximei da linha de chegada o locutor gritou “Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil!!!”. Fiquei muito contente, pois naquele momento estava ouvindo nos meus fones o Tema da Vitória.

A próxima corrida foi a 3ª ETAPA SMELJ. Assim como nas etapas anteriores a corrida foi realizada em um local diferente daqueles onde estou acostumado a correr. Portanto, as características do percurso eram um grande desafio.

Procurei manter um ritmo abaixo de 7:20/KM. Por causa das subidas a partir do km 6 preferi reduzir o meu ritmo. A partir de então o objetivo era terminar com um tempo de 1 h 20 min.

Cruzei a linha de chegada com o tempo de 1 h 20 min 24 seg e fiquei muito contente por ter concluído mais uma corrida.

Finalizei o mês com a prova de 5 km da PUC NIGHT RUN. Ela não estava no meu calendário de provas. Fui convidado por colega do tempo de colégio para acompanhá-lo na sua estreia no mundo das corridas de rua.

Larguei com muito cuidado, com a lanterna eu tinha cerca de dois metros bem iluminados na minha frente. Isto com certeza me ajudou bastante.

Completei o percurso no tempo de 36:33 que para a minha surpresa foi o meu melhor tempo em corridas noturnas.

SETEMBRO

O mês foi marcado pela ETAPA PRIMAVERA do Circuito das Estações. As condições climáticas eram completamente diferentes da ETAPA INVERNO.

Com uma temperatura agradável planejei completar os dez quilômetros em um tempo abaixo de uma hora e vinte minutos.

Quando passei pela placa que marcava os 9 KM olhei rapidamente para o meu relógio e notei que teria condições de completar a prova no tempo pretendido.

Respirei fundo e segui em direção ao pórtico de chegada. Nos 100 metros finais recebi muito incentivo. Completei o percurso de dez quilômetros em 1 h 19 min 05 seg.

OUTUBRO

O mês das minhas férias foi marcado por duas corridas. A primeira delas foi a 4ª CORRIDA DO FOGO , em comemoração ao aniversário de 107 anos do Corpo de Bombeiros do Paraná.

A possibilidade de chuva gerou uma certa preocupação. Mas apesar do céu cinzento a temperatura estava agradável para correr. Sabia que seria difícil bater o meu recorde pessoal de 01:10:46, na 1ª Corrida do Fogo.

Completei a prova com o tempo de 1 h 18 min 23 seg. Fiquei muito contente por ter encontrado muitas pessoas com energia positiva e ter completado mais uma corrida.

A segunda corrida foi a ETAPA FLORIANÓPOLIS do Circuito Banco do Brasil. Antes da largada tive a oportunidade de conversar com os atletas Marílson dos Santos (três vezes vencedor da São Silvestre e duas vezes da Maratona de Nova York) e Maurício Lima (bicampeão olímpico em Barcelona 92 e Atenas 2004 com a Seleção de Vôlei).

Mantive um ritmo tranquilo durante os dez quilômetros e cruzei a linha de chegada com o tempo de 1 h 15 min 05 seg.

Com esta prova ultrapassei a marca de 800 KM no ano, que era a minha meta a ser alcançada em 31/12.

NOVEMBRO

A única prova do mês foi a prova de dez quilômetros da MARATONA DE CURITIBA. Como não estava preocupado com o tempo final segui em um ritmo tranquilo e acelerei um pouco quando entrei no último quilômetro.

Cruzei a linha de chegada com o tempo de 01 h 21 min 06 seg e ouvi o locutor gritar Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil e chorei de emoção.

DEZEMBRO

O último mês do ano foi marcado por três corridas. A primeira foi a prova de dez quilômetros da ETAPA VERÃO do Circuito das Estações. Conhecendo as características do percurso segui em um ritmo confortável.

Acelerei as minhas passadas depois de passar pela placa dos 8 km. Cruzei a linha de chegada com o tempo de 1 h 22min 40 seg.

Na semana seguinte enfrentei os cinco quilômetros da 99 RUN, uma corrida noturna com renda revertida para o Hospital Infantil Pequeno Príncipe.

Por causa das inúmeras dificuldades do percurso percorri os cinco quilômetros em quarenta minutos.

Era para ser a minha última corrida do ano mas fui convencido a participar da CORRIDA DO TINGUI. Sabendo das dificuldades que enfrentaria durante o percurso decidi correr em um ritmo bem lento.

Quando me aproximei do pórtico de chegada respirei fundo, me concentrei e acelerei. Completei o percurso em 42 min 29 seg, um tempo bem acima do que estou acostumado a fazer em provas de 5 km.

Fiquei muito contente em completar mais uma corrida e ter encontrado tantas pessoas legais.

DATAKMTEMPOCORRIDA
07/07/191001:20:01ESTAÇÕES INVERNO
20/07/19500:37:2780 NIGHT RUN
28/07/19500:37:27A YOSHII
04/08/192103:05:37MEIA MARATONA UNINTER
11/08/19500:37:02PMPR
18/08/191001:20:023ª ETAPA SMELJ
24/08/19500:35:41PUC NIGHT RUN
08/09/191001:18:35ESTAÇÕES PRIMAVERA
06/10/191001:15:09CORRIDA DO FOGO
27/10/191001:15:06BB FLORIANÓPOLIS
17/11/191001:21:06Maratona Curitiba
01/12/191001:22:45ESTAÇÕES VERÃO
07/12/19500:40:0099 RUN
15/12/19500:42:29TINGUI

Direto do Túnel do Tempo – 2015

No ano de 2015 tive a oportunidade de participar de várias corridas de 5 km. Cada uma delas teve as suas características e os seus desafios. Hoje quero lembrar da 3ª Etapa do Circuito de Corrida de Rua de Curitiba.

Nesta prova os principais adversários foram o frio de 8ºC e a neblina. O frio exigiu dos corredores uma atenção maior com o aquecimento e o alongamento. Tomei cuidado para não me envolver em nenhuma confusão na largada e segui diante.

Por causa da neblina a visibilidade era reduzida e os corredores permaneciam muito juntos, impossibilitando qualquer tipo de ultrapassagem.

No percurso tive a oportunidade de encontrar dois professores do tempo do Colégio.

Completei o percurso em trinta e sete minutos. Fiquei muito contente com o resultado.

Circuito SMELJ 2018 4ª Etapa

Neste domingo tive a oportunidade de participar da 4ª Etapa do Circuito de Corrida de Rua. Estava inscrito na prova de dez quilômetros.

O meu número 2888 tinha algo de inspirador, pois 2+8=10 representa o mês de outubro e 88 representa o ano de 1988, ou seja, mês e ano da conquista do primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1.

Nos dias que antecederam a prova estudei as características do percurso. Então estabeleci como objetivo completar a prova em um tempo menor do que 1 hora e 18 minutos, o meu melhor em 2018 nas provas de 10 km.

As largadas das provas de 10 e 5 km ocorreram com um intervalo de quinze minutos. Larguei com tranquilidade mas desde o início mantive um ritmo rápido para poder realizar as ultrapassagens e aproveitar as características do primeiro quilômetro.

Depois reduzi para o ritmo de trote e fui controlando o tempo. Poupei as minhas energias até chegar na placa que marcava os 9 km pois sabia que a partir dali tudo ficaria mais fácil. Ao passar pela placa olhei rapidamente para o meu relógio e vi que o tempo decorrido estava em 1 hora e 10 minutos.

Portanto teria condições de completar a prova antes do tempo inicialmente estabelecido. Então defini como objetivo cruzar a linha de chegada o mais próximo possível de 1 hora e 15 minutos.

Respirei fundo e escolhi o melhor traçado. Ao entrar na reta de chegada aumentei o ritmo das minhas passadas e fui ultrapassando quem estava no meu caminho.

Completei os dez quilômetros em 1 hora, 16 minutos e 18 segundos, o meu melhor tempo no ano. Fiquei muito contente com o resultado alcançado.

Com a corrida de hoje fiquei bem mais próximo de cumprir o meu desafio de percorrer 600 km até o final de 2018. Aliás posso alcançar esta marca ainda no mês de outubro.

Como terei pela frente os meses de novembro e dezembro defini como nova marca a ser atingida os 700 km.

 

Pernas pra que te quero

Na manhã deste domingo tive a oportunidade de participar de uma corrida diferente.  No Parque Barigui fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba.

Participam desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Em um primeiro momento os voluntários se organizam para instalar a terceira roda nas cadeiras das crianças.

Cada equipe era formada por quatro ou cinco corredores voluntários que deveriam se revezar na condução do cadeirante ao longo do percurso de dois quilômetros. Pouco antes da largada recebemos algumas orientações sobre como deveríamos conduzir a criança bem como tivemos a oportunidade de conversar com o pais.

Fiz parte da equipe que tinha a responsabilidade de levar uma bela menina chamada Laura. A nossa maior preocupação era como ela se comportaria ao longo do percurso longe da sua mãe.

Para a nossa enorme surpresa a Laura se comportou muito bem e ficou animada durante todo o tempo. Pouco importava qual era o nosso ritmo, pois o que interessava era que a Laura se divertisse.

Fiquei encarregado de conduzir a cadeira nos cerca de trezentos metros finais. Era muito fácil perceber o quanto ela estava contente. Assim que viu os pais e a irmã vindo ao se encontro ela ficou ainda mais alegre.

Enfim, participar desta corrida foi uma experiência incrível. Foi muito emocionante e gratificante conhecer esta pessoinha linda e especial chamada Laura.

Quarta Etapa do Circuito de Corridas de Rua de Curitiba

Aconteceu neste domingo a última etapa do circuito de corridas de rua promovido pela Prefeitura de Curitiba. Estavam inscritos quatro mil corredores para as provas de cinco e de dez quilômetros.

Não tinha nenhuma pretensão no que se refere ao tempo para a conclusão do percurso de 10 KM. Após conversar com algumas conhecidas me dirigi para o local da largada, fiz o meu alongamento e em seguida iniciei a minha concentração.

Coloco os meus fones para isolar o barulho do ambiente, procuro me desligar de tudo o que esta acontecendo em volta e aguardo com calma pelo momento da largada.

Apesar do grande número de corredores consegui correr em um ritmo constante por dois quilômetros mesmo não conseguindo fazer ultrapassagens.

O terceiro quilômetro foi muito complicado, senti um incômodo no pé direito que me impedia de correr. Segui alternando a caminhada com o trote até o final do sexto quilômetro.

A dor aliviou e então consegui acelerar as minhas passadas. No entanto, preferi não forçar muito e ao chegar num trecho de subida resolvi caminhar.

Como não estava preocupado com o meu tempo segui com tranquilidade e cheguei na marca de 9 KM com cerca de uma hora e treze minutos. Sem a dor para me incomodar comecei a acelerar o meu ritmo. Cruzei a linha de chegada com o tempo de uma hora e vinte minutos e atingi a velocidade máxima de 15,25 KM/H.

Após pegar a minha medalha e me hidratar sentei num canto para tirar o meu tênis e verificar o que provocou as dores durante a corrida. Logo percebi que era a meia que estava prendendo a circulação.

Apliquei um pouco de Calminex Ice spray no pé e fiquei descalço por alguns instantes. A dor passou e calcei o tênis sem a meia. Devo admitir que ao longo da corrida ela me incomodou bastante e tirou a minha concentração.

Mais dez quilômetros foram adicionados na minha conta e uma nova medalha foi acrescentada na minha coleção. O meu próximo desafio será a prova de 10 KM do Circuito de Corridas CAIXA no próximo domingo.

 

Terceira Etapa Circuito de Corridas de Rua de Curitiba

Neste domingo tive a oportunidade de participar de mais uma etapa do Circuito de Corridas de Rua de Curitiba, realizada nas ruas do bairro Boqueirão e com o patrocínio do Supermercado Jacomar que comemorava os seus cinquenta anos.

A largada estava marcada para às sete horas para os corredores de dez quilômetros e dez minutos depois para os demais. A minha maior preocupação era com relação a chuva que caiu durante toda a madrugada.

Enquanto os corredores aguardavam pela largada iniciou um chuvisco. A dúvida era se ele poderia evoluir para uma garoa e na sequencia para a chuva. Segui com muito cuidado e logo a chuva resolveu marcar presença.

Por causa do asfalto molhado e repleto de poças d’água preferi continuar em um ritmo de trote.  Esperei por um momento em que pudesse realizar ultrapassagens com segurança.

A chuva aumentou bastante e me obrigou a reduzir o meu ritmo. Em pelo menos cinco lugares tive que atravessar um rio de cerca um metro de largura. Uma situação bem mais complicada que a corrida do BPTRAN que foi com chuva durante o tempo todo. Só me restou continuar com calma até a linha de chegada.

Posteriormente ao analisar as minhas parciais verifiquei que o tempo para completar o percurso foi de 1 hora, 15 minutos e 59 segundos. Este é agora o meu melhor tempo na chuva. Esta corrida já faz parte do passado e as atenções estão voltadas para a Etapa Primavera do Circuito das Estações que acontecerá no próximo domingo.

Posso dizer que a expectativa é muito grande pois foi na Etapa Inverno que marquei o meu melhor tempo nos dez quilômetros. Tudo vai depender das condições climáticas.

Segunda Etapa Circuito de Corridas de Rua de Curitiba

Depois de um intervalo de duas semanas desde a última corrida participei neste domingo de mais uma etapa do Circuito de Corridas de Rua de Curitiba. O fato de conhecer uma parte do percurso facilitou bastante, mas hoje eu não estava preocupado em baixar o meu recorde pessoal.

O meu objetivo atualmente é o de conseguir um pouco mais de dois quilômetros no mesmo ritmo. Antes da largada encontrei um casal de amigos com quem conversei por alguns minutos. Depois iniciei o meu ritual de concentração.

A maior preocupação era com relação a chuva durante a prova. Tomei muito cuidado na largada por causa do asfalto molhado. Mesmo sem fazer ultrapassagens arriscadas mantive um bom ritmo durante os dois primeiros quilômetros. Reduzi o ritmo um pouco depois de iniciar o terceiro quilômetro e segui trotando até chegar na placa que marcava os 4 KM. Passei a acelerar aos poucos e corri no mesmo ritmo nos 2 KM seguintes.

Assim completei a metade da prova em 37 minutos 46 segundos. Fiquei satisfeito apesar de não saber o que teria que enfrentar pela frente. No entanto, cerca de trezentos metros antes da marca dos 6 KM passei por um momento perigoso. Ao passar em frente de uma casa uma mulher que estava saindo com o carro freou quando viu os corredores passando na sua frente.

Confesso que me assustei ao ver o carro mas consegui manter o meu ritmo. Mas o batimento cardíaco aumentou bastante. Fiquei preocupado com outros três corredores que estavam próximos. Com certeza quem se assustou mais foi a mulher do carro. Como estava em um longo trecho de subida segui alternando a caminhada com o trote.

Retomei o meu ritmo de corrida após completar a distância de oito quilômetros em uma hora e cinco minutos. Finalmente as subidas acabaram e vieram as descidas. Como não tinha nenhum comprometimento com o tempo final procurei me manter próximo dos corredores que estavam na minha frente e esperar o melhor momento para a ultrapassagem.

Sabendo que na última curva antes da reta de chegada tem sujeira no asfalto escolhi ultrapassar um pouco antes. Ao entrar na reta percebi gritarem o meu nome  e iniciei a minha arrancada. Apesar de não ter olhado para trás reduzi o ritmo ao me aproximar da linha de chegada.

O tempo final foi de 1 hora 19 minutos 36 segundos. Mais uma prova de 10 km cumprida.