#TBT JUNHO 2017

Na manhã do dia quatro de junho de 2017 tive a oportunidade de participar de uma corrida diferente.  No Parque Barigui fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba.

Participaram desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Em um primeiro momento os voluntários se organizam para instalar a terceira roda nas cadeiras das crianças.

Cada equipe era formada por quatro ou cinco corredores voluntários que deveriam se revezar na condução do cadeirante ao longo do percurso de dois quilômetros. Pouco antes da largada recebemos algumas orientações sobre como deveríamos conduzir a criança bem como tivemos a oportunidade de conversar com o pais.

Fiz parte da equipe que tinha a responsabilidade de levar uma bela menina chamada Laura. A nossa maior preocupação era como ela se comportaria ao longo do percurso longe da sua mãe.

Para a nossa enorme surpresa a Laura se comportou muito bem e ficou animada durante todo o tempo. Pouco importava qual era o nosso ritmo, pois o que interessava era que a Laura se divertisse.

Conduzi a cadeira nos cerca de trezentos metros finais. Era muito fácil perceber o quanto ela estava contente. Ao cruzarmos a linha de chegada ela ficou ainda mais alegre ao ver os pais.

Enfim, participar desta corrida foi uma experiência incrível. Foi muito emocionante e gratificante conhecer esta pessoinha linda e especial chamada Laura.

Circuito das Estações Verão 2018

Neste domingo participei da Etapa Verão do Circuito das Estações. Seria mais uma corrida se nela não tivessem envolvidos alguns desafios pessoais.

Ao analisar o percurso alguns dias antes da prova notei que tinha muitas semelhanças com aquele em que obtive em novembro de 2014 o meu recorde nas corridas de 5 km.

Portanto, o meu primeiro desafio era bater o recorde de 34:20 que no dia dezesseis de novembro completou quatro anos.  O fato do percurso ser conhecido ajudou bastante na definição da estratégia.

Na hipótese de não conseguir atingir a marca desejada o desafio seria terminar com o tempo mais próximo possível do melhor tempo do ano: 35:10.

Larguei com cuidado e consegui manter um bom ritmo no primeiro quilômetro. Tive dificuldades para realizar ultrapassagens e reduzi o meu ritmo. Passei pela marca dos 2 km com o tempo de 13: 38 e que ainda me colocava em condições de buscar o recorde.

O calor incomodou e não consegui desenvolver um bom ritmo de corrida. Ao completar a distância de três quilômetros e verificar o tempo decorrido percebi que não teria condições de bater o meu recorde.

A estratégia passou a correr para terminar a prova com um tempo próximo de trinta e cinco minutos. Sabia que depois de passar em frente do Museu Oscar Niemeyer poderia acelerar o ritmo as minhas passadas até cruzar a linha de chegada.

Quando visualizei a chegada respirei fundo, iniciei a minha arrancada e fui ultrapassando os corredores que estavam no meu caminho.

Travei o meu relógio mas não olhei para o tempo. Peguei as frutas, o copo d’água e a garrafa de isotônico.

Depois de me hidratar peguei uma carona até o Parque Barigui onde aconteceria mais uma ação do Pernas Pra Que Te Quero, desta vez em uma etapa do Circuito Infantil de Corrida da Prefeitura de Curitiba.

Como não estava inscrito não poderia participar da corrida com as crianças cadeirantes. Mas eu não poderia ficar ali apenas olhando, me aproximei de uma equipe e passei a auxiliar na instalação do dispositivo de segurança na cadeira de rodas.

Ajudei as demais equipes e ao mesmo tempo ia passando a minha energia positiva para os seus integrantes.

Depois me dirigi para o local da largada e foi possível notar a ansiedade dos corredores.  Em seguida escolhi um ponto do percurso para acompanhar a passagem dos cadeirantes.

Enfim foi uma experiência emocionante e gratificante poder fazer parte de um momento muito feliz da vida destas crianças.

Ao chegar em casa tomei um bom banho e depois fui analisar os dados registrados pelo meu Garmin. Completei o percurso de cinco quilômetros em 35:17, o meu segundo melhor tempo no ano e o melhor tempo nas quatro estações de 2018.

No meu desafio de percorrer 600 km em 2018 atingi a marca estabelecida no final de outubro. Com dois meses pela frente defini uma nova marca a ser alcançada: 700 km.

Hoje cheguei na marca de 695,40 km e fiquei mais perto do meu desafio. Não tenho nenhuma corrida definida para o mês de dezembro mas com alguns treinos poderei facilmente superar os 700 km antes do final do ano.

 

 

 

Pernas pra que te quero – 10ª edição

Na manhã deste domingo tive a oportunidade de participar de uma corrida diferente.  Fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Corridas de Rua de Curitiba.

Participaram desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Para cada uma delas foi montada uma equipe de quatro voluntários.

Pouco antes da largada instalamos um dispositivo para dar mais segurança e estabilidade para a cadeira.  Também conversamos por alguns instantes com os pais para passar tranquilidade.

Dos quatro integrantes da equipe eu era o mais experiente por ter participado desta corrida em 2017. O mais importante era transmitir segurança para a criança já nos primeiros metros da corrida. Não poderíamos demonstrar a nossa preocupação com o momento da largada.

Assumi a condução da cadeira de rodas no início da corrida, pois estou acostumado com a largada das corridas de rua e sabia que seria preciso tomar muito cuidado. Segui lentamente para não me envolver em nenhuma confusão. Os outros integrantes da minha equipe se posicionaram ao meu lado para me proteger.

Em um determinado ponto do percurso nos separamos dos demais corredores da prova e seguimos um caminho para os cadeirantes. Enfim, foi uma corrida desafiadora para nós e muito divertida para o João.

Missão cumprida! Ficamos muito contentes por termos proporcionado este momento de muita alegria e emoção. Depois que recebemos a nossa medalha dei o meu boné de presente para ele. Notei  no seu olhar o quanto ficou contente. Nos abraçamos e trocamos nossa energia positiva.

A corrida deste domingo foi completamente diferente daquelas que estou acostumado a participar. Não me interessava qual seria o meu ritmo e muito menos em quanto tempo percorreria o percurso.

O que importava era poder proporcionar ao João um momento de muita emoção e do qual ele guardará boas lembranças. Fiquei muito feliz por ter tido a oportunidade de fazer parte deste momento.

Foram apenas dois quilômetros que com certeza valem muito mais do aqueles outros que percorri ao longo deste ano. Conversei com os integrantes de outras equipes . Todos muitos emocionados com a experiência gratificante.

Também conversei por alguns instantes com os pais do João. Eles me agradeceram por ter feito o filho feliz.

Depois de me despedir deles resolvi voltar para casa. Poderia ir correndo ao longo dos cerca de seis quilômetros mas acabei escolhendo a caminhada lenta. Aproveitei o tempo de uma hora e alguns minutos para refletir bastante tanto pelo momento que vivi na manhã deste domingo como nos desafios que ainda tenho pela frente.

No início de 2018 estabeleci como desafio percorrer até o final do ano a distância de 600 km. Com a distância percorrida neste domingo alcancei a marca de 461,60 km, representando cerca de 77% do meu desafio.

Esta é a minha medalha nº 118 e tem um significado muito especial para mim e será guardada com muito carinho.

 

Seis anos de corrida de rua – 2017

A temporada de 2017 teria um significado muito especial para mim. Em agosto completaria cinco anos no mundo das corridas de rua e em dezembro os cinquenta anos de idade.

A primeira experiência significativa foi enfrentar os 21 km da MEIA MARATONA ECOLÓGICA. Como estava acostumado com as provas de 10 km tive algumas dificuldades ao longo do percurso. No entanto tirei muitas lições durante as pouco mais de três horas.

Em junho tive a oportunidade maravilhosa de participar da PERNAS PRA QUE TE QUERO, uma prova em que os corredores conduzem crianças cadeirantes.

Em agosto tive a chance de participar de um outra Meia Maratona em um percurso mais tranquilo que a anterior. Tive dificuldades no percurso mas consegui completar em um tempo melhor que a que eu corri em maio.

Ainda tinha pela frente o maior desafio do ano, completar a Maratona de Curitiba, mas enfrentei problemas que prejudicaram bastante a minha corrida.

Infelizmente o sonho de correr os 42 km foi adiado.

22/01/17 CORRIDA DA PONTE 00:36:18 5,0
29/01/17 BATEL RUN 01:20:44 10,0
19/02/17 TRACK&FIELD MUELLER 00:35:34 5,0
12/03/17 BPTRAN 01:17:35 10,0
09/04/17 ESTAÇÕES OUTONO 00:43:04 5,0
30/04/17 UNIDOS PELA VIDA 00:35:09 5,0
07/05/17 MEIA MARATONA ECOLÓGICA 03:14:59 21,0
21/05/17 STADIUM 00:49:44 6,5
04/06/17 PERNAS PRA QUE TE QUERO 00:14:45 2,0
02/07/17 ESTAÇÕES INVERNO 01:17:19 10,0
23/07/17 TRACK&FIELD BATEL 00:37:00 5,0
28/07/17 SANTOS DUMONT 00:34:35 5,0
06/08/17 MEIA MARATONA UNINTER 03:02:08 21,0
27/08/17 BANCÁRIOS 00:37:59 5,0
17/09/17 TRACK&FIELD BARIGUI 00:36:41 5,0
01/10/17 ESTAÇÕES PRIMAVERA 01:23:39 10,0
08/10/17 FOGO 01:26:56 10,0
22/10/17 CIRCUITO BB 01:19:32 10,0
19/11/17 MARATONA DE CURITIBA 02:29:13 16,6
26/11/17 ESTAÇÕES VERÃO 01:20:38 10,0

 

Retrospectiva 2017 – 1º Semestre

Janeiro

O mês foi marcado por duas corridas. A primeira delas foi a 2ª Corrida da Ponte, realizada nas proximidades da Ponte Estaiada em Curitiba. Por se tratar da primeira corrida do ano eu não tinha nenhuma expectativa com relação ao meu tempo para concluir a prova.

Terminei o percurso de 5 km com o tempo de 36:18. Antes e durante a prova tive a oportunidade de encontrar várias pessoas conhecidas e com um simples aceno trocar energias positivas.

No domingo seguinte participei da prova de 10 km da 3ª Batel Run. Completei o percurso em 1 hora, 20 minutos e 44 segundos. Esta corrida tem um significado especial para mim pelo fato da largada e a chegada serem na Praça da Espanha, local onde passei parte da minha infância.

 

Fevereiro

No dia 19 participei da prova de 5 KM da Corrida Track & Field Mueller. Não me preocupei com o tempo para completar a prova. Larguei com tranquilidade mas fui logo procurando espaço para fazer ultrapassagens. Corri por alguns metros ao lado uma deficiente visual com o seu guia. Falei algumas palavras de incentivo e segui adiante.

Terminei a prova com o tempo de 35:34, longe do meu recorde de 34:20. No entanto me senti bem fisicamente durante toda a prova, algo que me deixou muito satisfeito.

No dia 26 completei 10 anos de BB. Posso dizer que nestes dez anos no Banco do Brasil aprendi bastante mas também sempre que possível ajudei os meus colegas nas suas dificuldades.

 

Março

No início do mês tomei posse pela terceira vez na CIPA do Cenop Operações Curitiba. Fui membro da CIPA nas gestões 2014/2015 e 2015/2016. Uma nova oportunidade de trabalhar com outros colegas em prol de um assunto tão importante bem como de reciclar e compartilhar os meus conhecimentos.

No dia doze participei da 2ª Corrida Solidária Provopar Estadual e BPTRANPreferi seguir no ritmo de trote para me poupar do desgaste provocado pelo calor. Em nenhum momento olhei no relógio para verificar qual era o tempo decorrido.

Terminei a prova com o tempo de 1 hora, 17 minutos e 35 segundos. Independente do resultado foram mais 10 km para a conta e mais uma medalha para a coleção.

O dia vinte e seis marcou o primeiro aniversário da minha fratura no ombro. Desde que comecei a participar de corridas de rua em 2012 sofri poucas quedas e esta foi a que teve consequenciais mais sérias.

Foi um grande susto pois durante a minha vida nunca tinha sofrido uma fratura. Durante algum tempo não conseguia evoluir do trote para a corrida por causa do medo de sofre uma nova queda.

Demorei algumas semanas para retomar o meu ritmo de corrida. Posso dizer que me tornei um corredor mais cuidadoso.

 

Abril

O mês foi marcado por três momentos significativos em um final de semana. O primeiro deles aconteceu no dia oito quando tive a oportunidade de encontrar quatro colegas da faculdade vinte e cinco anos depois da nossa formatura. Foi incrível poder rever colegas tão queridas e relembrar de fatos e pessoas.

O segundo momento marcante aconteceu algumas horas depois. Tive a oportunidade de assistir o show da cantora Luiza Possi. Ela cantou várias músicas do seu repertório e interagiu carinhosamente com o público presente. Depois do show recebeu os seus fãs para tirar fotos.

No dia seguinte ocorreu o terceiro momento significativo. Durante o percurso da corrida do Circuito das Estações percebi uma dificuldade para aumentar o ritmo das minhas passadas. O cérebro mandava acelerar mas as pernas não obedeciam. Apesar de conseguir aumentar o meu ritmo não consegui manter por muito tempo. Resolvi seguir em um ritmo de trote.

Quando me aproximei da placa que marcava os cinco quilômetros reduzi ainda mais o meu ritmo e esperei que a ambulância ficasse do meu lado. Esta foi a primeira corrida que eu não terminei.

No final do mês participei de mais uma edição da corrida Unidos pela Vida. Este ano escolhi o percurso de 5 km, como não estava preocupado com o meu recorde pessoal segui num ritmo tranquilo. Completei a prova com o tempo de 35 minutos e 09 segundos.

Terminei a prova tão bem que resolvi voltar a pé para casa. E lá se foram mais cinco quilômetros em ritmo de caminhada lenta.

 

Maio

No primeiro domingo do mês enfrentei os 21 km da Meia Maratona Ecológica de Curitiba. Conhecendo as características do percurso não estipulei um tempo para a conclusão da prova. A distância de 21 km não significa 10 + 10 + 1, pois tem muitos fatores envolvidos durante a corrida. Sendo assim preferi manter um ritmo de trote lento.

Terminei a corrida exausto com cerca de quinze minutos a mais que o tempo máximo estipulado pela organização. Ao longo do percurso recebi muita energia positiva e posso dizer que aprendi bastante durante os 21 km.

No dia vinte aconteceu o segundo encontro do pessoal da turma da faculdade. Fiquei muito contente com o encontro pois aumentamos o número de participantes. Nos divertimos bastante com muitas lembranças.

No dia seguinte participei da Stadium Marathon, a minha oitava corrida no ano. Apesar de algumas decepções com a organização da prova fiz uma corrida tranquila e acumulei mais 6,5 km para a mina conta e mais uma medalha para a coleção.

 

Junho

No início do mês participei de uma corrida diferente. No Parque Barigui fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba.

Participam desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Cada equipe era formada por quatro ou cinco corredores voluntários que deveriam se revezar na condução do cadeirante ao longo do percurso de dois quilômetros.

Fiz parte da equipe que tinha a responsabilidade de levar uma bela menina chamada Laura. Enfim, participar desta corrida foi uma experiência incrível. Foi muito emocionante e gratificante conhecer esta pessoinha linda e especial chamada Laura.

O primeiro semestre de 2017 me permitiu enfrentar desafios e viver experiências gratificantes.

Pernas pra que te quero

Na manhã deste domingo tive a oportunidade de participar de uma corrida diferente.  No Parque Barigui fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba.

Participam desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Em um primeiro momento os voluntários se organizam para instalar a terceira roda nas cadeiras das crianças.

Cada equipe era formada por quatro ou cinco corredores voluntários que deveriam se revezar na condução do cadeirante ao longo do percurso de dois quilômetros. Pouco antes da largada recebemos algumas orientações sobre como deveríamos conduzir a criança bem como tivemos a oportunidade de conversar com o pais.

Fiz parte da equipe que tinha a responsabilidade de levar uma bela menina chamada Laura. A nossa maior preocupação era como ela se comportaria ao longo do percurso longe da sua mãe.

Para a nossa enorme surpresa a Laura se comportou muito bem e ficou animada durante todo o tempo. Pouco importava qual era o nosso ritmo, pois o que interessava era que a Laura se divertisse.

Fiquei encarregado de conduzir a cadeira nos cerca de trezentos metros finais. Era muito fácil perceber o quanto ela estava contente. Assim que viu os pais e a irmã vindo ao se encontro ela ficou ainda mais alegre.

Enfim, participar desta corrida foi uma experiência incrível. Foi muito emocionante e gratificante conhecer esta pessoinha linda e especial chamada Laura.