#TBT JULHO 2017

O mês de julho de 2017 foi marcado por três corridas.

02/07 – CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO

Faltando vinte minutos para a largada a temperatura era de 9ºC e assim deveria permanecer durante toda a prova.  Coloquei os meu fones, conferi se os tênis estavam bem amarrados, fiz o meu alongamento, o aquecimento e iniciei a minha concentração. Neste momento fecho os olhos, me desligo totalmente do que está acontecendo em volta e respiro com calma.

Ao longo do percurso mantive um ritmo de corrida confortável, mas trotei e caminhei sempre que achei necessário.

Em nenhum instante me preocupei com o tempo decorrido. Completei a prova em 1 hora, 17 minutos e 19 segundos. O mais importante foi ter terminado bem e conquistado mais uma medalha para a coleção.

 

22/07 – TRACK & FIELD PATIO BATEL

A segunda corrida da Track & Field em Curitiba em 2017 teve como local de largada o Shopping Pátio Batel. Fiz uma largada bem tranquila com bastante cuidado para evitar me envolver em alguma confusão.

Escolhi um ritmo tranquilo e segui em frente sem me preocupar com o tempo. Afinal de contas as características do percurso não eram favoráveis para bater o meu recorde dos 5 km.

Em um determinado momento percebi na minha frente uma garota que estava falando no celular. Apesar de estar num ritmo lento ela estava se movimentado para o seu lado esquerdo e portanto saindo da área limitada para os corredores.

Neste local estávamos dividindo o espaço com os carros. Acelerei um pouco a minha passada e fiquei ao lado dela. Coloquei a mão no seu ombro esquerdo e puxei na minha direção. Ainda bem que foi só um susto.

Terminei a prova muito bem fisicamente e conquistei mais uma medalha para a minha coleção.

 

28/07 – 2ª CORRIDA SANTOS DUMONT

Foi uma corrida noturna promovida pelo CINDACTA II (Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo) em homenagem a Alberto Santos Dumont (20/07/1873 – 23/07/1932).

Apenas os corredores que estavam devidamente inscritos poderiam acessar o local de largada, a pista de pouso e decolagem do Aeroporto do Bacacheri. O dia e o horário de realização da prova foram completamente atípicos. Uma sexta-feira às dez horas da noite, enquanto as corridas noturnas são normalmente realizadas nos sábados por volta das oito horas.

A banda U2 Cover CWB animava os presentes cantando sucessos da banda irlandesa enquanto não chegava o momento da largada. Em um determinado local as pessoas podiam tirar fotos ao lado de um sósia do Santos Dumont, o homenageado da noite.

Também estiveram presentes os corredores Marílson Gomes dos Santos (duas vitórias na Maratona de Nova York três vitórias na Corrida de São Silvestre) e Juliana Gomes dos Santos (campeã pan-americana dos 1500 m e dos 5000 metros). Foi um grande prazer conhecê-los e receber um pouco da sua energia positiva.

Por se tratar de uma corrida noturna com cerca de cinco mil participantes procurei uma boa posição para largar com cuidado. No ano passado corri a prova de 10 km e em 2017 escolhi os 5 km.

Sabia que deveria aproveitar o primeiro quilômetro pois a maior parte do percurso usaria a pista do aeroporto. A iluminação se limitava às lanternas dos corredores que estavam na minha frente.

Fui controlando a distância que faltava para o término da prova. Ao passar pela marca dos 4 km passei a acelerar as minhas passadas e fiz algumas ultrapassagens.

O final do percurso foi na pista de pouso do Aeroporto do Bacacheri. Quando fiz a última curva me preparei para a minha arrancada, olhei para o pórtico da chegada e escolhi o caminho que iria percorrer.

Apesar de ter tido alguns problemas no último quilômetro terminei a corrida bem fisicamente. Para a minha grande surpresa o meu tempo de 34:35 ficou bem próximo do meu recorde pessoal dos 5 km.

#TBT JULHO/2018

O mês foi marcado por uma caminhada e duas corridas.

01 – 4ª CAMINHADA PELA SAÚDE

O primeiro domingo do mês de julho não foi marcado por uma corrida mas sim pela minha participação na 4ª Caminhada pela Saúde promovida pelo Hospital das Nações.

Na estrutura montada no estacionamento do hospital os participantes poderiam pegar a sua camiseta, medir a glicemia, verificar a pressão arterial e calcular o IMC (Índice Massa Corporal). Também haviam frutas e água para os participantes.

Nas ruas por onde passamos pudemos notar os moradores na frente de suas casas acenando e mandando a sua energia positiva. Com certeza foi o momento mais emocionante da caminhada.

Percorremos em pouco mais de uma hora a distância de três quilômetros.  Para mim foi uma situação completamente diferente pois neste tempo estou acostumado a percorrer cerca de nove quilômetros correndo.

Sem dúvida participar desta caminhada foi muito gratificante, pois durante a caminhada vi pessoas que estavam ali iniciando uma nova etapa de suas vidas depois de decidir parar de fumar e outras que estavam se recuperando de uma cirurgia.

08 – TRACK & FIELD PATIO BATEL

Cheguei cedo na arena do evento e fui logo retirar o meu chip. A estrutura estava montada no estacionamento do shopping. Havia um espaço exclusivo para os corredores fazerem o seu aquecimento.

Para esta prova o meu principal objetivo era completar o percurso em trinta e sete minutos. Desde o início procurei colocar em prática as dicas que recebi dos meus amigos.

Consegui manter um ritmo confortável durante dois quilômetros. Reduzi um pouco o ritmo das minhas passadas no início do terceiro quilômetro. Em seguida retomei o meu ritmo inicial e fui controlando a distância a ser percorrida.

Ao iniciar o último quilômetro percebi que teria condições de terminar a prova antes dos trinta e sete minutos.

De acordo com a cronometragem da prova completei o percurso de cinco quilômetros em 35:48. Poderia ter conseguido um tempo melhor mas fiquei muito contente por ter concluído em um tempo abaixo daquele que havia estabelecido.

 

15 – CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO

A grande novidade desta prova foi o novo percurso. Particularmente fiquei muito contente com a mudança pois sempre critiquei a arena dos eventos realizados no Jockey Clube do Paraná.

A arena foi montada na Praça Nossa Senhora de Salete. Os percursos de 5 e de 10 km eram conhecidos da maioria dos corredores. O local tem para mim dois momentos significativos. O primeiros deles foi em agosto de 2012 quando fiz a minha estreia no mundo das corridas.

Nos anos seguintes participei de várias provas neste percurso mas sem dúvida o momento mais emocionante foi em novembro de 2014. Na ocasião completei os cinco quilômetros em 34 minutos e 10 segundos, tempo que é o meu recorde.

Larguei com tranquilidade mas procurando espaço para desenvolver um bom ritmo. Na metade do terceiro quilômetro enfrentei um trecho de subida e reduzi o ritmo. Um pouco antes de chegar em frente ao Museu Oscar Niemeyer comecei a acelerar o ritmo das passadas. Não tinha condições de bater o meu recorde mas poderia concluir com um tempo aproximado de 36 minutos.

Cruzei a linha de chegada com o tempo de 36 minutos e 15 segundos. Mas o melhor momento foi quando após pegar a minha medalha alguém me abordou e disse era leitor do meu blog e contou que depois de ler a reportagem sobre a minha participação na Meia Maratona de Curitiba procurou saber quem eu era. Foi um grande prazer conhecer quem me acompanha nas redes sociais e no blog www.normanbitner.blog.br.

 

 

 

#TBT JULHO 2019

07 – CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO

Quando acordei às cinco horas a primeira coisa que fiz foi conferir a temperatura: 0ºC. Esta seria a temperatura que eu iria enfrentar durante a corrida.

Alguns minutos antes da largada verifiquei a temperatura: -1ªC. A minha estratégia era fazer uma corrida conservadora sem forçar o meu ritmo.

Como a manga da minha camisa cobria o meu relógio não conseguia conferir o meu ritmo e o tempo decorrido. Puxar a manga a todo instante iria tirar a minha concentração. Me senti aquecido próximo do km 6.

Segui em um ritmo lento mas seguro e caminhei nas subidas. Comecei a acelerar quando faltavam cerca de quinhentos metros para o final da prova.

Na chegada travei o meu cronômetro mas não prestei atenção no tempo final. Foi uma corrida muito sofrida em que me mantive bastante concentrado para não cometer nenhum erro.

Ao chegar em casa verifiquei no meu Garmin que completei o percurso em 1 hora, 21 minutos, 07 segundos, algo que me deixou muito surpreso.

 

20 – 80’s NIGHT RUN

Foi uma corrida noturna promovida pela Global Vita tendo como tema os anos 80.

Apesar de não gostar de corridas noturnas pelas suas características procuro participar de pelo menos uma por ano. Cheguei ao local do evento com uma antecedência cerca de uma hora em relação ao horário da largada.

Aproveitei para conversar com algumas pessoas. Faltando cerca de quinze minutos para a largada iniciei o meu ritual: alongamento, aquecimento, ajuste dos tênis e da lanterna de LED.

Sabendo das dificuldades que poderia enfrentar no percurso por causa da iluminação das ruas resolvi usar a minha lanterna. Assim consegui iluminar o meu caminho em torno de dois metros na frente.

Larguei com muito cuidado, demorei um pouco para encontrar o ajuste ideal da lanterna mas mantive um ritmo rápido e completei o primeiro quilômetro em em 6:04.

No km 3 reduzi o ritmo para enfrentar um subida. Depois fu me controlando até quando faltavam cerca de duzentos metros para o final. Pouco antes da última curva fui ofuscado pelo flash de um fotógrafo.

Por alguns segundos não consegui ver nada. Observei quem estava no meu caminho, tracei um linha a ser percorrida e acelerei. Estava tão rápido que quase atropelei uma fotógrafa que estava bem próxima da linha de chegada.

Desviei dela quando estava cerca de três metros. Fiquei muito preocupado depois, pois certamente ela deve ter se assustado.

Peguei a minha medalha, tomei água e caminhei um pouco para me recuperar do susto. Não pude conversar com a fotógrafa, pois ela estava na linha de chegada tirando fotos dos corredores.

Então procurei por alguém da equipe dela para explicar o que aconteceu e pedir desculpas pelo susto.

De acordo com o meu Garmin completei os 5 km em 37:27, o meu terceiro melhor tempo em corridas noturnas.

 

28 – A. YOSHII RUNING

A corrida patrocinada pela construtora A.YOSHII tem um significado muito especial para mim por causa do local de largada e chegada: a Praça da Espanha.

A praça fez parte do início da minha infância, pois morei a cerca de duas quadras dali. Portanto, a viagem no tempo é inevitável.

Sabendo das características do percurso de 5 km larguei com tranquilidade e fui controlando o meu ritmo até completar a distância de quatro quilômetros

A partir dali poderia acelerar o ritmo das minhas passadas, pois até o final teria somente descida.

De acordo com o meu Garmin completei o percurso em 37:27, o meu melhor tempo no ano para os 5 km.

 

#TBT JUNHO 2015

21/06 – CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO

No sábado verifiquei qual seria a previsão do tempo. Para o horário da prova a temperatura era de 10ºC, condição climática que indicava que seria uma corrida difícil.

Por causa do frio resolvi sair em um ritmo lento e tomando cuidado para não me envolver em confusões. Aproveitei os trechos de descida para acelerar um pouco permaneci no mesmo ritmo por dois quilômetros.

Desde o início sabia que não teria condições de bater o meu recorde dos cinco quilômetros, mas poderia melhorar o meu tempo de 2015. Procurei os espaços vazios para realizar as ultrapassagens e acelerar rumo a linha de chegada.

Para a minha surpresa terminei o percurso em 35 min 15 seg. Antes da corrida a minha intenção era baixar de 36 minutos, que era o melhor este ano.

 

28/06 – STADIUM MARATHON

Esta é uma corrida temática nas distâncias de cinco e onze quilômetros com largada e chegada no Estádio Durival Britto e Silva pertencente ao Paraná Clube. A corrida conta com a passagem em frente dos estádios Joaquim Américo Guimarães (Atlético Paranaense) e Major Antonio Couto Pereira (Coritiba).

Por causa da temperatura de 8ºC me mantive com o agasalho até cerca de meia hora antes da largada. Fiz meu alongamento e depois fiquei aquecendo por alguns minutos.

A largada aconteceu dentro do estádio, percorremos cerca de 200 metros da pista até chegar a saída. Mantive um ritmo tranquilo sem forçar ultrapassagens pois sabia que tinha um longo trecho de subida pela frente.

Após passar pela Arena da Baixada iniciou o trecho de descida em que finalmente teria a chance de aumentar o meu ritmo. Logo adiante passei por um dos momentos mais emocionantes de todas as corridas de que participei. Quando passava ao lado de um cadeirante que era conduzido pelo seu pai ele me estendeu a mão como se estivesse me convidando para correr ao seu lado.

Depois de passar pela marca dos 3 KM passei a alternar o ritmo entre a corrida e o trote, com o intuito de guardar energias para o final da prova.

Ao entrar na reta de chegada percebi um cadeirante poucos metros na minha frente. Era aquele mesmo que tinha corrido ao lado dele. Naquele instante o meu objetivo era alcançá-lo para cruzarmos a linha de chegada juntos. Consegui, olhei para o pai e dei os parabéns.

Não cheguei a ver o meu tempo de conclusão da prova, o objetivo era o de baixar o melhor tempo do ano (35 min 15 seg) e se possível terminar a prova num tempo melhor que a do ano passado (35 min 39 seg).

Para a minha surpresa percorri o percurso no tempo de 34 min 41 seg, que passou a ser o melhor de 2015.

CIRCUITO DAS ESTAÇÕES INVERNO 2019

Quando acordei às cinco horas a primeira coisa que fiz foi conferir a temperatura: 0ºC. Esta seria a temperatura que eu iria enfrentar durante a corrida deste domingo.

Cheguei ao local de realização da prova um pouco depois das seis horas. Como a estrutura estava montada dentro do Shopping Mueller os corredores ficaram protegidos do frio.

Alguns minutos antes da largada verifiquei a temperatura: -1ªC. A minha estratégia era fazer uma corrida conservadora sem forçar o meu ritmo.

Como a manga da minha camisa cobria o meu relógio não conseguia conferir o meu ritmo e o tempo decorrido. Puxar a manga a todo instante iria tirar a minha concentração. Me senti aquecido próximo do km 6.

Segui em um ritmo lento mas seguro e caminhei nas subidas. Comecei a acelerar quando faltavam cerca de quinhentos metros para o final da prova.

Na chegada travei o meu cronômetro mas não prestei atenção no tempo final. Foi uma corrida muito sofrida em que me mantive bastante concentrado para não cometer nenhum erro.

Ao chegar em casa verifiquei no meu Garmin que completei o percurso em 1 hora, 21 minutos, 07 segundos, algo que me deixou muito surpreso.

Com a corrida de hoje alcancei a marca dos 524,56 KM percorridos em 2019, representando 65,57% da minha meta de 800 KM até o final do ano.

Circuito das Estações Inverno 2018

Neste domingo aconteceu a Etapa Inverno do Circuito das Estações. A grande novidade desta prova foi o novo percurso. Particularmente fiquei muito contente com a mudança pois sempre critiquei a arena dos eventos realizados no Jockey Clube do Paraná.

Hoje a arena foi montada na Praça Nossa Senhora de Salete. Os percursos de 5 e de 10 km eram conhecidos da maioria dos corredores. Para mim o local tem dois momentos significativos. O primeiros deles foi em agosto de 2012 quando fiz a minha estreia no mundo das corridas.

Nos anos seguintes participei de várias provas neste percurso mas sem dúvida o momento mais emocionante foi em novembro de 2014. Na ocasião completei os cinco quilômetros em 34 minutos e 10 segundos, tempo que é o meu recorde.

Larguei com tranquilidade mas procurando espaço para desenvolver um bom ritmo. Pouco depois da marca de 1 km encontrei um amigo que me acompanhou até o final. Segui administrando as minhas energias.

Na metade do terceiro quilômetro enfrentei um trecho de subida e reduzi o ritmo. Um pouco antes de chegar em frente ao Museu Oscar Niemeyer comecei a acelerar o ritmo das passadas. Não tinha condições de bater o meu recorde mas poderia concluir com um tempo aproximado de 36 minutos.

Fiquei contente com o resultado. Peguei a minha medalha e aproveitei para tirar algumas fotos. Tive a oportunidade de conversar com várias pessoas com quem encontrei.

Mas o melhor momento foi quando alguém me abordou e disse era leitor do meu blog e contou que depois de ler a reportagem sobre a minha participação na Meia Maratona de Curitiba procurou saber quem eu era. Foi um grande prazer conhecer quem me acompanha nas redes sociais e no blog www.normanbitner.blog.br.

Agora as minhas atenções estão voltadas para a Meia Maratona que vou correr no início de agosto.

 

Cinco anos de corridas de rua – Parte 1

Em setembro de 2011 resolvi deixar de lado o sedentarismo e iniciei a prática da caminhada.  O começo foi complicado mas aos poucos o meu condicionamento foi melhorando e em agosto de 2012 decidi enfrentar a minha primeira corrida de rua.

Fiz a minha inscrição para a prova de 5 km da Corrida e Caminhada da Esperança. Larguei com muito cuidado para não me envolver em nenhuma confusão com os corredores que passavam por mim.

Segui em um ritmo confortável mas sem nenhuma preocupação com o tempo que demoraria para chegar até o fim.

Devo admitir que por algumas vezes passou pela minha cabeça a pergunta “O que eu estou fazendo aqui?”, mas em nenhum momento pensei em parar e segui em frente.

Faltando cerca de trezentos metros para o final consegui ver o pórtico da chegada. Olhei rapidamente para o meu relógio e percebi que poderia completar os 5 km em menos de quarenta minutos. Acelerei as minhas passadas e completei a prova com o tempo de  39 min 51 seg.

Terminei a corrida exausto mas muito  contente por ter conquistado a minha primeira medalha. Diante de tanta empolgação veio a expectativa sobre quando seria a próxima corrida.

No mês de novembro tive a oportunidade de participar da minha segunda corrida. Fiz a minha inscrição nos 3 km do Circuito da Longevidade, pois não me considerava preparado para enfrentar os 6 km. Percorri a distância em ritmo de trote no tempo de 23 min 01 seg e conquistei a segunda medalha.

Nos três meses que separaram as duas corridas consegui evoluir do ritmo da caminhada rápida para o trote e melhorei o meu condicionamento físico. Depois destas duas experiências tinha que planejar as provas de 2013.  Assim que tomei conhecimento do calendário  escolhi algumas corridas que me interessaram.

 

Temporada de 2013 – 1º semestre

A minha primeira prova do ano foi a Corrida Noturna UNIMED que teve como local de largada e chegada o Campus da Universidade Positivo.

Foi uma experiência diferente das duas corridas anteriores. Correr à noite da iluminação das ruas exige uma atenção maior ao longo do percurso pois os buracos e outros obstáculos não são percebidos com facilidade.

Apesar desta ter sido a minha primeira corrida noturna posso dizer que não tive uma boa impressão mesmo tendo terminado bem fisicamente a prova.

Algumas semanas depois participei de uma outra corrida noturna chamada Barigui Night Race realizada no Parque Barigui.

Mesmo tendo conhecimento do percurso larguei com muito cuidado e logo consegui manter um bom ritmo.

Completei os cinco quilômetros em 36 min 31 seg e conquistei a minha quarta medalha. Fiquei satisfeito com o meu desempenho.

 

Depois de duas corridas noturnas consecutivas eu iria correr a minha primeira prova diurna do ano. Tratava-se da Etapa Outono do Circuito das Estações Adidas com um percurso e uma corrida para cada estação do ano.

Sem dúvida o meu desempenho foi melhor do que das corridas noturnas. Corri com tranquilidade e completei o percurso de 5 km no tempo de 35 min 56 seg. A partir de agora esta seria a marca a ser batida nas próximas corridas.

A prova seguinte foi a Corrida Unidos pela Vida e a minha principal expectativa era de melhorar o tempo. No entanto, muito antes do momento da largada fiz aquele que seria o meu ritual.

Procurei um canto, longe das inúmeras pessoas que estavam ali, fiz o meu alongamento, conferi se os tênis estavam bem amarrados, fechei os olhos, respirei com calma e fiquei em silêncio por alguns instantes.

Me desliguei completamente do que acontecia em volta de mim e me concentrei no que enfrentaria dentro de alguns minutos. Em seguida me dirigi ao local da largada e permaneci em silêncio.

Larguei com tranquilidade e segui procurando espaço para realizar as ultrapassagens e desenvolver um bom ritmo de corrida. A cada quilômetro percorrido o meu aplicativo do celular avisava a distância, o tempo e o ritmo.

Quando completei o quarto quilômetro percebi que teria condições de terminar a prova em um tempo próximo do meu recorde pessoal. Acelerei as minhas passadas e fui controlando o tempo acumulado e a distância que faltava para o final. Cruzei a linha de chegada com o tempo de 35 min 36 seg, que passou a ser o meu novo recorde dos 5 km.

Para encerrar o primeiro semestre do ano participei da Etapa Inverno do Circuito das Estações. O fato de conhecer o percurso ajudou bastante mas as condições climáticas me impediram de manter um bom ritmo de corrida.

Completei a prova em um tempo de  37 min e 55 seg e conquistei mais uma medalha para a minha coleção.

Assim terminou o meu primeiro semestre de 2013 com duas corridas noturnas e três diurnas. A marca a ser batida nas corridas do segundo semestre é de 35 min 36 seg.

Circuito das Estações Inverno 2017

Neste domingo participei da Etapa Inverno do Circuito das Estações em Curitiba. Faltando vinte minutos para a largada a temperatura era de 9ºC e assim deveria permanecer durante toda a prova.

Coloquei os meu fones, conferi se os tênis estavam bem amarrados, fiz o meu alongamento, o aquecimento e iniciei a minha concentração. Neste momento fecho os olhos, me desligo totalmente do que está acontecendo em volta e respiro com calma.

Em seguida me posiciono para a largada. Procuro manter a minha concentração e não converso com ninguém. Mas se alguém conhecido passa por mim e deseja uma boa corrida eu respondo.

Costumo largar com tranquilidade e sigo tentando encontrar espaço para desenvolver um bom ritmo. Logo no início foi possível perceber um chuvisco. Este era um indicativo que teria que tomar muito cuidado dali em diante.

Ao longo do percurso mantive um ritmo de corrida confortável, mas trotei e caminhei sempre que achei necessário. Pouco depois da marca de 3 KM vi numa esquina um homem ao lado do carro reclamando porque não podia passar.

Olhei para ele e disse: “Então ver correr com a gente!”. Ele respondeu “Não vai dar, o meu coração vai parar”. Quem estava correndo do meu lado caiu na gargalhada. Segui adiante e fui poupando as minhas energias para o final.

Em nenhum instante me preocupei com o tempo decorrido. Completei a prova em 1 hora, 17 minutos e 19 segundos. O mais importante foi ter terminado bem e conquistado mais uma medalha para a coleção.

O meu próximo desafio será a corrida Track & Field Patio Batel no dia 23 de julho.

Circuito das Estações Etapa Inverno 2016

Neste domingo participei da segunda etapa do Circuito das Estações em Curitiba. Como estou em fase de recuperação de uma fratura resultante de uma queda no final de março a minha maior preocupação era a de correr sem sentir dores no braço.

A largada aconteceu às 7:00 horas com os corredores divididos em blocos de acordo com o seu ritmo. Larguei com muita tranquilidade e realizei algumas ultrapassagens. Consegui manter um bom ritmo ao longo de dois quilômetros, como estava sem informações como distância percorrida, ritmo e batimento cardíaco preferi trotar um pouco durante todo o terceiro quilômetro.

Assim que passei pela placa dos 3 KM retomei o meu ritmo de corrida e fui controlando nos três quilômetros seguintes. Na sequencia alternei o trote com a caminhada com o intuito de recuperar as energias.

Voltei a correr e procurei me manter próximo de quem estava na minha frente, pois pretendia iniciar as ultrapassagens antes da metade do último quilômetro. Tive que fazer uma parada rápida para amarrar o tênis mas consegui me recuperar.

Cheguei no portão do Jockey Clube com uma distância segura. Como o trecho até a chegada é todo esburacado não acelerei muito. Fiquei contente por ter feito a corrida sem sentir dores no braço, nem me preocupei em ver qual tinha sido o tempo final.

Ao analisar os dados do aplicativo da Adidas verifiquei que o meu tempo final foi de 1 hora, 15 minutos e 16 segundos, o meu novo recorde para os 10 KM. Em relação a minha primeira prova do ano o meu tempo já baixou quatro minutos.

Sei que ainda tenho que corrigir muita coisa mas sei que estou melhorando.

 

Circuito das Estações Etapa Inverno 2015

No sábado verifiquei qual seria a previsão do tempo. Para o horário da prova a temperatura era de 10ºC, condição climática que indicava que seria uma corrida difícil.

Enquanto fazia o alongamento e o aquecimento tive a oportunidade de encontrar várias pessoas conhecidas com quem conversei durante alguns instantes. Assim como aconteceu na Etapa Outono hoje os corredores pipoca foram impedidos de entrar no bloco de largada.

Por causa do frio resolvi sair em um ritmo lento e tomando cuidado para não me envolver em confusões. Consegui manter o mesmo ritmo durante dois quilômetros. Aproveitei os trechos de descida para acelerar um pouco permaneci no mesmo ritmo por dois quilômetros.

Desde o início sabia que não teria condições de bater o meu recorde dos cinco quilômetros, mas poderia melhorar o meu tempo de 2015. Procurei os espaços vazios para realizar as ultrapassagens e acelerar rumo a linha de chegada.

Para a minha surpresa terminei o percurso em 35 min 15 seg. Antes da corrida a minha intenção era baixar de 36 minutos, que era o melhor este ano.