#TBT MAIO 2019

O mês de maio foi marcado por três corridas.

 

SENNA DAY FESTIVAL

No dia 1º de maio de 2019 o legado do Ayrton Senna completou vinte e cinco anos. Para marcar a data o Instituto Ayrton Senna promoveu o SENNA DAY FESTIVAL, evento realizado no Autódromo de Interlagos com a presença de diversas atrações.

Tive a oportunidade de participar da corrida de 5 KM. Sabia que aquela seria uma corrida completamente diferente das que participei.

Desde o início não tive a menor preocupação no tempo para completar o percurso pois o mais importante era aproveitar o momento e lembrar do meu ídolo.

Alguns minutos antes da largada o meu coração estava acelerado. Os corredores cantando Olê, Olê, Olê, Senna, Senna.

Segui em um ritmo tranquilo pois queria aproveitar a vista incrível da pista.

Aproveitei cada metro da pista, caminhei, trotei e corri. Também incentivei outros corredores lembrando da primeira vitória do Senna no Brasil quando as últimas voltas ele deu apenas com a sexta marcha.

Foi uma experiência incrível correr na pista de Interlagos. Uma corrida completamente diferente das que tive a oportunidade de participar.

 

MEIA MARATONA INTERNACIONAL DE CURITIBA

No primeiro domingo de maio tive a oportunidade de participar da minha sexta meia maratona.

Um ano depois eu voltei ao local para enfrentar novamente os vinte e um quilômetros. O meu grande desafio era fazer uma meia maratona diferente daquela de 2018.

Decidi seguir em um ritmo tranquilo e confortável. Desde o início fui me preservando para enfrentar os trechos mais complicados.

Duas horas depois da largada passei pela placa dos 14 KM. Mantendo o ritmo conseguiria terminar no tempo limite de três horas. Segui adiante com muito cuidado.

Para me incentivar desde o momento da largada ouvi o Tema da Vitória, música que marcou as conquistas do meu ídolo Ayrton Senna. A cada passo eu ficava mais perto da linha de chegada. Quando faltavam cerca de quinhentos metros senti algumas dores na panturrilha esquerda e depois na direita.

Respirei fundo e lembrei da última volta do Senna no GP do Brasil de 1991 apenas com a sexta marcha.

Quando entrei na reta de chegada percebi várias pessoas aplaudindo e me incentivando. Ouvindo o Tema da Vitória fui com muito cuidado e com passos lentos. Neste momento o choro foi inevitável.

Terminei a minha sexta Meia Maratona com o tempo de três horas e sete minutos. Na maior parte do percurso eu estava sozinho e mantive tranquilo e com foco no meu objetivo.

Não completei os vinte e um quilômetros em menos do que três horas. Mas o mais importante que consegui superar a lembrança do sofrimento da prova de 2018.

 

2ª CORRIDA DA CASA MILITAR

Para encerrar o mês de maio participei da Corrida da Casa Militar, órgão de assessoramento e apoio ao Governo do Estado do Paraná. O local da largada foi o Palácio Iguaçu, sede do Governo do Estado.

O percurso das provas de cinco e de dez quilômetros era bastante conhecido dos corredores apesar de algumas alterações em relação que é utilizado em outras corridas realizadas.

Sem dúvida o grande desafio para os corredores era enfrentar o frio de aproximadamente 8ºC. Larguei com cuidado e procurei fazer algumas ultrapassagens logo no início da corrida.

Segui em um ritmo confortável até chegar na placa que marcava 4 KM, quando então comecei a acelerar o ritmo das minhas passadas,

Completei o percurso em 36:48, o meu melhor tempo no ano em corridas de 5 KM. Fiquei muito contente com o resultado. O frio não atrapalhou a minha corrida.

#TBT MAIO 2018

No dia seis de maio de 2018 participei da Meia Maratona Internacional de Curitiba.

Pela terceira vez enfrentei a distância de 21 KM.

Conhecendo as características do percurso larguei com tranquilidade e escolhi seguir em um ritmo confortável.

Tão logo entrei no km 12 as primeiras dores apareceram na panturrilha direita, justamente no trecho do percurso onde poderia desenvolver uma boa velocidade.

Diante daquela situação mudei a minha estratégia de corrida e passei a alternar  a caminhada com o trote lento pois fiquei com medo que a dor voltasse.

Alguns metros depois de iniciar o km 16 foi a vez de doer a panturrilha esquerda. Continuei caminhando lentamente e com muito cuidado conseguia trotar com alguma dificuldade.

Como estava sozinho não tinha com quem compartilhar as minhas dificuldades e pegar um pouco de energia positiva. Pouco antes de completar a distância de dezoito quilômetros dois socorristas e um monitor se aproximaram com as suas motos.

Um deles me perguntou se eu queria terminar a prova. Respondi que sim, pois se tinha chegado até ali iria até o fim. Ele falou que eu poderia ficar tranquilo e me acompanharia até o final.

Tinha três longos quilômetros pela frente e passei a me questionar onde poderia buscar motivação para continuar.

Fiz uma breve viagem no tempo até chegar no dia 24 de março de 1991. Naquele domingo em Interlagos Ayrton Senna venceu pela primeira vez o GP do Brasil apenas com a sexta marca do seu carro.

Enfim nada poderia me impedir de terminar a minha terceira meia maratona. Os carros que passavam por mim buzinavam e as pessoas gritavam palavras de incentivo.

Os meus pensamentos e energias estavam todos direcionados para a linha de chegada.

Quando faltavam cerca de duzentos metros tentei aumentar um pouco o ritmo das passadas. Mas como não tinha forças segui bem devagar.

Vi várias pessoas me aplaudindo e incentivando.

Algumas gritavam o meu nome, mas eu não conseguia identificar as vozes.

Pouco antes de cruzar a linha de chegada fiz questão de agradecer aqueles que me escoltaram ao longo de três quilômetros.

Esta não foi a meia maratona que imaginei para mim. Mas tenho a plena certeza que contei com a energia e o incentivo de um grande número de pessoas.

Alguns dias depois a minha história foi contada no site  EU ATLETA com o título “Memórias do último: corredor supera obstáculos e dores por conquista pessoal”.

Nos dias seguintes recebi inúmeras mensagens de pessoas ligadas ao mundo das corrida de rua. Fiquei emocionado com a quantidade de carinho e energia positiva.

Por causa do meu exemplo de superação me tornei um inspirador para muitos corredores.

Devo confessar que durante muito tempo me questionei o que tinha feito para ser considerado inspirador.

Hoje me sinto orgulhoso.

#TBT MAIO 2017

MEIA MARATONA ECOLÓGICA DE CURITIBA

Depois de ter enfrentado várias provas de 10 km durante o ano de 2016 e no início de 2017 chegou o momento de encarar os 21 km da Meia Maratona Ecológica de Curitiba.

Passei a aumentar a distância dos meus treinos para me preparar física e mentalmente para a distância que enfrentaria.

No entanto, a distância de 21 km não significa 10 + 10 + 1, pois existem muitos fatores envolvidos durante a corrida. Sendo assim preferi manter um ritmo de trote lento. Ao longo do percurso recebi várias palavras de incentivo, principalmente quando passei da marca dos 17 km.

Ao passar em cada cruzamento procurava cumprimentar quem estava ali para ir recolhendo energias positivas.

Em um certo momento vi uma garota vindo em sentido contrário. Ao bater na minha mão ela resolveu me acompanhar. Seguimos juntos por cerca de dois quilômetros. Como ela não tinha número de inscrição perguntei o seu nome quando nos separamos e agradeci a sua companhia.

Continuei no trote lento e ao chegar na rotatória em frente da Prefeitura vi que tinha cerca de duzentos metros até a linha de chegada. Era o momento de usar o pouco de energia que me restava.

Contornei a rotatória e quando ia acelerar as passadas senti a panturrilha esquerda. Comecei a mancar e logo lembrei do meu ídolo Ayrton Senna nas voltas finais do GP do Brasil de 1991.

Muitos pensamentos passaram pela minha cabeça, olhei para o lado e vi várias pessoas me incentivando e mandando energias positivas. A dor passou e eu consegui completar a prova com o tempo de 3:14:59.

 

Retrospectiva 2018 – 1º Semestre

JANEIRO

A temporada de 2018 iniciou com a Corrida da Ponte, nas proximidades da Ponte Estaiada em Curitiba. Em relação a prova de 2017 o local de largada foi mantido mas o percurso de 10 km sofreu alterações na sua segunda metade. Como iria correr a prova de 5 km não me preocupei.

Por se tratar da primeira corrida do ano eu não tinha nenhuma expectativa com relação ao meu tempo para concluir a prova. Completei 38 minutos e 20 segundos, poderia ter sido menos mas fiquei satisfeito.

No domingo seguinte corri a prova de 5 KM da BATEL RUN, uma corrida que tem a largada e a chegada na Praça da Espanha em Curitiba. O local tem um significado especial para mim pois morei perto dali no início da minha infância e brinquei bastante na praça.

Apesar de ter corrido a prova de 10 km em 2016 e 2017 escolhi correr os 5 km em 2018. Como corri esta distância em 2015 estava tranquilo com relação ao percurso.

FEVEREIRO

O mês foi marcado por duas corridas. A primeira delas foi a de dez quilômetros da TRACK & FIELD MUELLER, que tem como local de largada e chegada o Shopping Center Mueller em Curitiba.

Nos anos anteriores corri a prova de 5 km mas em 2018 escolhi a prova de 10 km. Apesar de ter analisado as características do circuito preferi seguir em um ritmo de trote.

Em um determinado momento passei por um corredor e ele me chamou pelo nome. Em uma rápida conversa descobrimos que temos um amigo em comum.

Dali em diante passamos a correr juntos e fomos incentivando um o outro.  Aos poucos fomos superando as dificuldades do percurso.  Não me importei com o tempo final, o mais importante foi ter formado mais uma amizade no mundo das corridas de rua.

A segunda prova do mês foi a CORRIDA VERDE cujo percurso foi a pista do Parque Barigui e uma trilha que corta o bosque.  Mantive um ritmo tranquilo e ao entrar na trilha reduzi o ritmo das passadas pois sabia que ali era estreito e escorregadio. Depois que passei pela linha de chegada me hidratei e comi uma fruta.

MARÇO

No final do mês tive a oportunidade de participar de uma corrida diferente chamada RELAY YOUR RACE. Uma corrida de revezamento individual com as modalidades SHORT (5,0 km + 2,5 km) com duas largadas e LONG (7,5  km + 5,0 km + 2,5 km) com três largadas.

Me inscrevi na modalidade com duas largadas. A primeira delas aconteceu às 8 horas para a distância de 5 km, equivalente a duas voltas no percurso de 2,5 km. Conhecendo as características do percurso larguei com tranquilidade.

Fui controlando o meu ritmo e completei as duas voltas em trinta e oito minutos, portanto teria vinte e dois minutos até a segunda largada, programada para às 9 horas. Aproveitei para me hidratar e conversar com alguns amigos que encontrei.

Decidi seguir em um ritmo de trote lento. Quando me aproximei da chegada vi que o cronômetro marcava 19:56 e acelerei as minhas passadas para cruzar a linha de chegada antes dos vinte minutos.

O resultado final foi a soma dos tempos das duas corridas. De acordo com o meu Garmin o meu tempo foi de 57 min e 59 seg. Foi uma prova desgastante fisicamente mas que deixou muitos ensinamentos.

ABRIL

O mês foi marcado pela Etapa Outono do Circuito das Estações. Larguei com tranquilidade e escolhi correr os cinco quilômetros em um ritmo lento.

No final do mês participei da prova de 10 km da corrida em prol do Hospital Infantil Pequeno Príncipe que atende crianças vindas das mais diversas partes do Brasil. Em 2018 o percurso foi alterado em relação as provas realizadas nos anos anteriores.

Como já conhecia novo percurso sabia das dificuldades que enfrentaria ao longo dos dez quilômetros. Terminei com o tempo de 1 hora 24 minutos 45 segundos. Um tempo bem acima do meu recorde dos 10 km , mas o importante foi ter completado mais uma prova.

MAIO

No início do mês enfrentei a corrida mais esperada do primeiro semestre: a Meia Maratona Internacional de Curitiba. Conhecendo as características do percurso larguei com tranquilidade e tentando encaixar um ritmo confortável.

Diante dos problemas enfrentados no km 12 e no km 16 decidi continuar caminhando lentamente e com muito cuidado conseguia trotar com alguma dificuldade. Pouco antes do km 18 dois socorristas e um monitor se aproximaram com as suas motos. Um deles me perguntou se eu queria terminar a prova. Eu disse que sim, pois se tinha chegado até ali iria até o fim. Ele falou que eu poderia ficar tranquilo e me acompanharia até o final.

Onde poderia buscar motivação para continuar? Fiz uma breve viagem no tempo até chegar no dia 24 de março de 1991. Naquele domingo em Interlagos Ayrton Senna venceu pela primeira vez o GP do Brasil apenas com a sexta marca do seu carro.

Enfim nada poderia me impedir de terminar a minha terceira meia maratona. Pouco antes de cruzar a linha de chegada fiz questão de agradecer aqueles que me escoltaram ao longo de três quilômetros. Esta não foi a meia maratona que imaginei para mim. Mas tenho a plena certeza que posso contar com a energia e o incentivo de um grande número de pessoas.

JUNHO

O mês foi marcado por três corridas. A primeira delas foi a de 5 km do Circuito Banco do Brasil. Instantes antes da largada encontrei alguns colegas do BB que iriam fazer a sua primeira corrida de 5 KM. Aproveitei a ocasião para conversar um pouco com eles e passar tranquilidade e muita energia positiva.

Apesar de conhecer as características do percurso sabia que seria difícil bater o meu recorde de 34:20. Talvez conseguisse terminar em um tempo próximo dos 37 minutos.

Por causa do frio tive dificuldades para manter a minha frequencia cardíaca no nível adequado. Escolhi um ritmo confortável e segui em frente. Acelerei um pouco as minhas passadas quando faltavam cerca de 500 metros para o final.

Cruzei a linha de chegada com o tempo de  37 minutos. Depois de pegar a minha medalha entrei na fila para ganhar uma camiseta autografada pelos jogadores de volei Gustavo Endres, André Heller e Emanuel Rego.

Alguns minutos depois fui acompanhar a entrega de troféus para os cinco primeiros colocados da categoria Funcionário BB. Enfim, foi muito gratificante ver colegas de trabalho participando da sua primeira corrida de rua. Sem dúvida é um importante vitória na luta com o sedentarismo.

No domingo seguinte participei da corrida 15 KM de Santa Felicidade. A largada e a chegada aconteceram no Dom Antônio, um dos inúmeros restaurantes do tradicional bairro italiano de Curitiba.

Sabendo que enfrentaria um percurso desafiador escolhi a estratégia de dividir os quinze quilômetros em três partes de 5 km. Procurei sempre ter alguém no meu campo visual para usar como referência e mantive um ritmo confortável.

Como tinha decidido que usaria o percurso como treino não tinha um tempo definido para conclusão. Participar de uma corrida com uma distância entre 10 e 21 km foi uma experiência diferente. Fiquei muito contente por encontrar várias pessoas amigas antes, durante e depois da corrida.

Para encerrar o primeiro semestre participei da A. YOSHII RUNNING, patrocinada pela construtora A. YOSHII e com largada e chegada na Praça da Espanha.

Sabia que enfrentaria vários trechos de subido ao longo do percurso, pois já tive oportunidade de correr outras provas naquele local.

Após passar pela placa que sinaliza a marca dos 4 km passei a aumentar o ritmo das minhas passadas, pois sabia que a partir dali teria um longo trecho de descida.

Segui em um ritmo tranquilo até me aproximar da reta de chegada. Foi então que ouvi o locutor gritar “Ayrton, Ayrton, Ayrton Senna do Brasil”. Corro usando o boné com as cores do capacete do Senna e cruzar a linha de chegada ouvindo o nome do meu ídolo sem dúvida foi o momento mais emocionante da minha corrida.

Sem dúvida o primeiro semestre de 2018 me proporcionou muitas emoções no mundo das corridas de rua.

DATA CORRIDA TEMPO KM TÊNIS
21/01/18 CORRIDA DA PONTE 00:38:20 5,0 PURE BOOST
28/01/18 BATEL RUN 00:39:23 5,0 PURE BOOST
04/02/18 TRACK&FIELD MUELLER 01:24:38 10,0 PURE BOOST
18/02/18 CORRIDA VERDE 00:38:10 5,0 ULTRA BOOST PRETO
25/03/18 RELAY YOUR RACE 00:57:59 7,5 PURE BOOST
08/04/18 ESTAÇÕES OUTONO 00:38:42 5,0 ULTRA BOOST PRETO
22/04/18 PEQUENO PRÍNCIPE 01:22:41 10,0 ULTRA BOOST VERMELHO
06/05/18 MEIA MARATONA 03:08:59 21,0 ULTRA BOOST PRETO
03/06/18 BANCO DO BRASIL 00:37:00 5,0 ULTRA BOOST VERMELHO
10/06/18 SANTA FELICIDADE 02:09:21 15,0 ULTRA BOOST VERMELHO
24/06/18 AIOSHII 00:38:49 5,0 ULTRA BOOST VERMELHO

Sete anos longe do sedentarismo

No dia 18 de setembro de 2011 resolvi fazer uma caminhada nas ruas próximas da minha casa. Foram 6,84 km em uma hora. No dia seguinte consegui percorrer uma distância maior no mesmo tempo.

A caminhada se tornou um hábito e aos poucos o condicionamento foi melhorando. Certo dia vi uma reportagem sobre a Caminhada do Coração, promovida por um hospital de Curitiba.

Compareci no dia e local divulgados e lá encontrei um número enorme de pessoas das mais diversas idades, inclusive muitas delas pacientes do Hospital Cardiológico Constantini.

Saímos em um ritmo lento da Praça do Japão em direção ao Parque Barigui. Foram cerca de 4,7 km em cinquenta minutos. No caminho eram feitas algumas pausas para que as pessoas pudessem descansar um pouco.

Chegando no parque haviam diversos ônibus para levar os caminhantes de volta para a praça. Apesar do ritmo ter sido bem mais lento do que eu estava a costumado a caminhada foi muito positiva.

Continuei com o habito de caminhar diariamente e em agosto de 2012 resolvi participar de uma corrida de rua.

Escolhi a distância de cinco quilômetros. Enfrentei algumas dificuldades ao longo do percurso mas consegui completar a prova em pouco menos de quarenta minutos.

Apesar de ter ficado ofegante em alguns momento posso dizer que esta primeira corrida foi uma experiência interessante.

Naquele dia sequer imaginava que aquela tinha sido a minha estreia no mundo das corridas de rua.

Com o passar do tempo surgiram novas oportunidades para participar de outras corridas e acordar cedo nos domingos passou a ser algo normal para mim.

Cada corrida um percurso diferente pelas ruas de Curitiba, com subidas, descidas e muitos desafios. Algumas corridas foram tranquilas e outras bastante desafiadoras.

A evolução foi natural, aprendi a controlar o meu ritmo ao longo do percurso e fui melhorando o meu condicionamento. Além de proporcionar uma melhora na qualidade de vida a prática da corrida nos permite formar amizades.

Instantes antes da largada de uma corrida não sabemos se quem está ao nosso lado é um médico, advogado, engenheiro, professor, etc. Cada um de nós tem os seus objetivos. Alguns corredores são competitivos, buscam terminar entre os primeiros e/ou conseguir bater o seu recorde pessoal. Outras pessoas estão ali para correr por prazer sem preocupação com o tempo.

No entanto todos estão em busca de uma melhor qualidade de vida e dispostos a compartilhar a sua energia positiva.

Depois de de três anos participando de corridas de rua chegou o momento de deixar a zona de conforto das provas de cinco quilômetros. Em 2016 enfrentei o desafio das corridas de dez quilômetros. Demorei um pouco para me adaptar a nova distância.

Em 2017 tive a oportunidade de participar de duas meias maratonas em Curitiba. Foram provas muito desgastantes mas posso dizer que aprendi bastante em cada um dos quilômetros percorridos.

Desde que comecei a correr participei de provas nas distâncias de 5, 10, 15 e 21 quilômetros. Cada uma delas teve as suas dificuldades, os seus desafios e muita emoção na chegada.

Apesar de ter participado de quatro meias maratonas (duas em 2017 e duas em 2018) ainda não me considero preparado para enfrentar os 42.195 metros da maratona.

Posso dizer que nestes sete anos longe do sedentarismo formei muitas amizades e reencontrei algumas pessoas que eu não via há anos e que também fazem parte do emocionante e fascinante mundo das corridas.

Sem dúvida é muito gratificante saber que hoje sou um exemplo para muita gente que tinha vontade de deixar o sedentarismo de lado mas não sabia como começar.

Para 2018 estabeleci o desafio de percorrer a distância de seiscentos quilômetros até o final do ano. Elaborei uma planilha para controlar a quantidade de quilômetros percorridos a cada mês.

Portanto, a média mensal deveria ser de cinquenta quilômetros mensais. Mas já no primeiro mês ultrapassei esta marca.

Sendo assim fui acumulando uma vantagem nos meses seguintes e deverei atingir os 600 KM antes do prazo.

 

 

 

 

MEIA MARATONA UNINTER 2018

Este domingo foi um dia significativo para mim. Há seis anos participei da minha primeira corrida de rua. E nada melhor do comemorar esta data correndo.

A corrida de hoje seria a minha quarta meia maratona. desta vez contaria com a companhia de um casal de amigos durante todo o percurso de vinte e um quilômetros. O planejamento inicial era completar a prova em um tempo de 02 horas 50 minutos.

Para tanto teria que manter um ritmo médio de 8 minutos/km. Larguei em um ritmo muito forte que me permitiu acumular uma vantagem de tempo. Apenas no km 7 consegui atingir o ritmo planejado. Passei pela marca de oito quilômetros sem nenhuma vantagem.

Tinha mais alguns quilômetros até chegar na metade da prova. As características do percurso me obrigaram a reduzir o meu ritmo e passei a acumular um atraso em relação ao tempo alvo. Próximo do km 11 senti uma dor na panturrilha direita e imediatamente passei a andar.

Quando a dor passou iniciei um trote leve. Naquele momento veio no meu pensamento o que eu passei na meia maratona em maio. Mas desta vez contava com dois amigos amo meu lado para me incentivar.

Por causa de um membro desinformado da organização pegamos um caminho errado e percorremos cerca de seiscentos metros a mais. Em um dado momento o meu amigo falou que deveria pensar em quantos quilômetros faltavam para o final e que a cada passo dado eu estaria mais perto do meu objetivo.

As dores me impediam de correr em um ritmo mais rápido mesmo sabendo que faltava pouco para chegar. O tempo de três horas era inatingível naquelas circunstâncias. O plano B passou a ser então terminar perto de três horas e dez minutos.

Faltando cerca de quinhentos metros podíamos ver várias pessoas nos aplaudindo. Um amigo que estava de moto foi nos escoltando até a linha de chegada.

De acordo com o meu Garmin, descontando o trecho percorrido a mais completamos os vinte e um quilômetros em três horas e oito minutos.

Aproveito para agradecer a todas as pessoas que transmitiram a sua energia positiva ao longo do percurso. Que aplaudiram nos metros finais. Pessoas que me conhecem e ao passarem por mim me incentivaram.

Depois de passar pela linha de chegada muitas pessoas que sequer conheço vieram conversar comigo e me parabenizar.

Assim é o maravilhoso e fascinante mundo das corridas de rua. Enfrentamos desafios, sentimos dores, sofremos, choramos, recebemos incentivos e muita energia positiva.

Se passaram seis anos desde aquela primeira corrida. Enfrentei corridas tranquilas, medianas e difíceis. Foram 116 corridas, cada uma com as suas particularidades e o seu significado.

Difícil apontar qua a corrida mais marcante, algumas marcaram pelas dificuldades do percurso e outras por terem representado a quebra de um recorde.

3.000 KM

O número 3.000 pode ter os mais diversos significamos dependendo do que está associado a ele: distância, massa, volume, tempo, etc.

No meu caso este número representa a quantidade de quilômetros percorridos desde que no dia dezoito de setembro de 2011 escolhi deixar de lado o sedentarismo e comecei a caminhar. No início eram caminhadas de cerca de uma hora nas ruas próximas da minha casa.

A partir de então elas passaram a ser diárias, o condicionamento físico foi melhorando e logo percebi os benefícios proporcionados por esta atividade. No final do mês tive a oportunidade de participar da Caminhada do Coração promovida pelo Hospital Cardiológico Constantini.

Este é um evento para aos pacientes do hospital e também para as pessoas que estão iniciando na prática da caminhada. O grupo sai da Praça do Japão e segue em um ritmo lento rumo ao Parque Barigui. Sem dúvida foi um grande incentivo para continuar caminhando.

Em agosto de 2012 participei da minha primeira corrida de rua. Me inscrevi na prova de cinco quilômetros sem ideia de em quanto tempo iria percorrer a distância. Larguei com calma para não me envolver em nenhuma confusão e escolhi um ritmo confortável.

Pouco antes da chegada percebi que tinha condições de concluir o percurso antes dos quarenta minutos. Acelerei o ritmo das minhas passadas e terminei a minha primeira corrida com o tempo de 39 min 51 seg. Terminei exausto mas contente por ter completado a prova e conquistado a minha primeira medalha.

Deste dia em diante passei a fazer parte do emocionante e maravilhoso mundo das corridas de rua.  Logo surgiu o pensamento de quando seria a próxima corrida e o que precisaria aprimorar até lá.

 

Segui o caminho natural para um iniciante nas corridas de rua. Nos anos seguintes participei de diversas corridas de 5  km com os mais variados percursos. Conheci um grande número de pessoas e formei novas amizades.

Ao longo do ano de 2015 percebi que estava no momento de deixar o conforto dos 5 km e evoluir para os 10 km.  Então passei a aumentar a distância dos meus treinos pois no início de 2016 pretendia participar de uma prova de 10 km.

No final do mês de março sofri uma queda durante um treino e fraturei o ombro esquerdo. Isto atrapalhou um pouco a minha adaptação a nova distância. Com o passar do tempo recuperei o meu ritmo de corrida e perdi o medo de sofrer uma nova queda.

Em outubro na 1ª Corrida do Fogo finalmente melhorei o meu tempo e o novo recorde pessoal para os 10 km passou a ser 1:10:46. Apesar de ainda ter cinco corridas programas até o final do ano passei a pensar no planejamento da temporada de 2017.

Como em 2017 marcaria o meu aniversário de 50 anos de idade resolvi que deveria participar de duas corridas significativas. No primeiro semestre corri a Meia Maratona Ecológica de Curitiba, terminei exausto, mas aprendi bastante como me comportar em uma prova de longa distância.

No início de agosto tive a oportunidade de correr a minha segunda prova de 21 km. Conversei com alguns amigos e defini a minha estratégia para a Meia Maratona UNINTER. Foi uma prova mais tranquila, dividi os vinte e um quilômetros em três partes.

Os meses seguintes serviram de treino para a maratona programada para novembro. Infelizmente não completei a Maratona de Curitiba, é claro que fiquei muito chateado mas procurei tirar uma lição de tudo o que aconteceu comigo.

O principal desafio para 2018 é enfrentar novamente a Maratona de Curitiba. Também tenho o desafio pessoal de percorrer 600 km durante o ano.

 DESAFIO 600 KM JAN FEV MAR
KM 58,49 57,16 53,86
KM ACUMULADOS 58,49 115,65 169,51

Retrospectiva 2017 – 1º Semestre

Janeiro

O mês foi marcado por duas corridas. A primeira delas foi a 2ª Corrida da Ponte, realizada nas proximidades da Ponte Estaiada em Curitiba. Por se tratar da primeira corrida do ano eu não tinha nenhuma expectativa com relação ao meu tempo para concluir a prova.

Terminei o percurso de 5 km com o tempo de 36:18. Antes e durante a prova tive a oportunidade de encontrar várias pessoas conhecidas e com um simples aceno trocar energias positivas.

No domingo seguinte participei da prova de 10 km da 3ª Batel Run. Completei o percurso em 1 hora, 20 minutos e 44 segundos. Esta corrida tem um significado especial para mim pelo fato da largada e a chegada serem na Praça da Espanha, local onde passei parte da minha infância.

 

Fevereiro

No dia 19 participei da prova de 5 KM da Corrida Track & Field Mueller. Não me preocupei com o tempo para completar a prova. Larguei com tranquilidade mas fui logo procurando espaço para fazer ultrapassagens. Corri por alguns metros ao lado uma deficiente visual com o seu guia. Falei algumas palavras de incentivo e segui adiante.

Terminei a prova com o tempo de 35:34, longe do meu recorde de 34:20. No entanto me senti bem fisicamente durante toda a prova, algo que me deixou muito satisfeito.

No dia 26 completei 10 anos de BB. Posso dizer que nestes dez anos no Banco do Brasil aprendi bastante mas também sempre que possível ajudei os meus colegas nas suas dificuldades.

 

Março

No início do mês tomei posse pela terceira vez na CIPA do Cenop Operações Curitiba. Fui membro da CIPA nas gestões 2014/2015 e 2015/2016. Uma nova oportunidade de trabalhar com outros colegas em prol de um assunto tão importante bem como de reciclar e compartilhar os meus conhecimentos.

No dia doze participei da 2ª Corrida Solidária Provopar Estadual e BPTRANPreferi seguir no ritmo de trote para me poupar do desgaste provocado pelo calor. Em nenhum momento olhei no relógio para verificar qual era o tempo decorrido.

Terminei a prova com o tempo de 1 hora, 17 minutos e 35 segundos. Independente do resultado foram mais 10 km para a conta e mais uma medalha para a coleção.

O dia vinte e seis marcou o primeiro aniversário da minha fratura no ombro. Desde que comecei a participar de corridas de rua em 2012 sofri poucas quedas e esta foi a que teve consequenciais mais sérias.

Foi um grande susto pois durante a minha vida nunca tinha sofrido uma fratura. Durante algum tempo não conseguia evoluir do trote para a corrida por causa do medo de sofre uma nova queda.

Demorei algumas semanas para retomar o meu ritmo de corrida. Posso dizer que me tornei um corredor mais cuidadoso.

 

Abril

O mês foi marcado por três momentos significativos em um final de semana. O primeiro deles aconteceu no dia oito quando tive a oportunidade de encontrar quatro colegas da faculdade vinte e cinco anos depois da nossa formatura. Foi incrível poder rever colegas tão queridas e relembrar de fatos e pessoas.

O segundo momento marcante aconteceu algumas horas depois. Tive a oportunidade de assistir o show da cantora Luiza Possi. Ela cantou várias músicas do seu repertório e interagiu carinhosamente com o público presente. Depois do show recebeu os seus fãs para tirar fotos.

No dia seguinte ocorreu o terceiro momento significativo. Durante o percurso da corrida do Circuito das Estações percebi uma dificuldade para aumentar o ritmo das minhas passadas. O cérebro mandava acelerar mas as pernas não obedeciam. Apesar de conseguir aumentar o meu ritmo não consegui manter por muito tempo. Resolvi seguir em um ritmo de trote.

Quando me aproximei da placa que marcava os cinco quilômetros reduzi ainda mais o meu ritmo e esperei que a ambulância ficasse do meu lado. Esta foi a primeira corrida que eu não terminei.

No final do mês participei de mais uma edição da corrida Unidos pela Vida. Este ano escolhi o percurso de 5 km, como não estava preocupado com o meu recorde pessoal segui num ritmo tranquilo. Completei a prova com o tempo de 35 minutos e 09 segundos.

Terminei a prova tão bem que resolvi voltar a pé para casa. E lá se foram mais cinco quilômetros em ritmo de caminhada lenta.

 

Maio

No primeiro domingo do mês enfrentei os 21 km da Meia Maratona Ecológica de Curitiba. Conhecendo as características do percurso não estipulei um tempo para a conclusão da prova. A distância de 21 km não significa 10 + 10 + 1, pois tem muitos fatores envolvidos durante a corrida. Sendo assim preferi manter um ritmo de trote lento.

Terminei a corrida exausto com cerca de quinze minutos a mais que o tempo máximo estipulado pela organização. Ao longo do percurso recebi muita energia positiva e posso dizer que aprendi bastante durante os 21 km.

No dia vinte aconteceu o segundo encontro do pessoal da turma da faculdade. Fiquei muito contente com o encontro pois aumentamos o número de participantes. Nos divertimos bastante com muitas lembranças.

No dia seguinte participei da Stadium Marathon, a minha oitava corrida no ano. Apesar de algumas decepções com a organização da prova fiz uma corrida tranquila e acumulei mais 6,5 km para a mina conta e mais uma medalha para a coleção.

 

Junho

No início do mês participei de uma corrida diferente. No Parque Barigui fui um dos voluntários da Corrida Pernas pra que te quero no Circuito Infantil de Corridas de Rua de Curitiba.

Participam desta corrida crianças cadeirantes portadoras de necessidades especiais. Cada equipe era formada por quatro ou cinco corredores voluntários que deveriam se revezar na condução do cadeirante ao longo do percurso de dois quilômetros.

Fiz parte da equipe que tinha a responsabilidade de levar uma bela menina chamada Laura. Enfim, participar desta corrida foi uma experiência incrível. Foi muito emocionante e gratificante conhecer esta pessoinha linda e especial chamada Laura.

O primeiro semestre de 2017 me permitiu enfrentar desafios e viver experiências gratificantes.

2.800 KM

No sábado realizei o meu treino no percurso de cinco quilômetros da Corrida da Ponte. Apesar de conhecer as características de cada trecho preferi treinar em um ritmo de trote. Fui acelerando aos poucos mas sem preocupação com o tempo.

Ao chegar em casa fui atualizar a minha planilha onde registro as distâncias percorridas nos treinos e corridas. Em poucos minutos percebi que ultrapassei a marca de 2.800 quilômetros percorridos desde setembro de 2011 quando deixei o sedentarismo de lado e comecei a caminhar.

Tudo começou com uma caminhada nas ruas próximas da minha casa. Aos poucos o condicionamento físico foi melhorando. Evoluir para a corrida foi uma questão de tempo.

Em agosto de 2012 participei da minha primeira corrida de rua. O começo foi um pouco complicado mas logo me adaptei a atividade física que passaria a fazer parte da minha vida.

Durante seis anos e alguns meses tive a oportunidade de correr em vários lugares da cidade de Curitiba. Formei amizades, enfrentei desafios e aprendi a conhecer e respeitar os meus limites.

Por um longo período permaneci na zona de conforto das corridas de cinco quilômetros. Em 2016 decidi fazer a transição para a distância de dez quilômetros. Participei de várias provas durante o ano.

No final de 2016 ao definir as minhas provas de 2017 decidi colocar duas provas importantes para comemorar os meus cinquenta anos de idade.

O primeiro grande desafio foi a Meia Maratona Ecológica de Curitiba. Terminei a corrida exausto mas tirei muitas lições dos vinte e um quilômetros que percorri. Três meses depois participei de uma outra Meia Maratona. Desta vez corri com tranquilidade e terminei a prova bem fisicamente.

Faltava agora enfrentar as subidas e descidas da Maratona de Curitiba. Infelizmente por motivos alheios à minha vontade não completei o percurso.

Posso dizer que o ano de 2017 foi muito importante para mim. Pela decisão de enfrentar novos desafios no mundo das corridas e rua e nas inúmeras lições aprendidas após cada corrida.

É claro que fiquei muito triste por não ter completado a maratona mas estou certo tudo o que aconteceu comigo nos últimos anos vai tornar um corredor ainda melhor.

 

 

100 corridas

No dia 5  de agosto de 2012 fiz a minha estreia no mundo das corridas de rua. Foram cinco quilômetros percorridos em 39 minutos e 51 segundos. Desde então tive a oportunidade de participar de várias provas, melhorar o meu condicionamento físico e a minha qualidade de vida.

Durante três anos corri provas de cinco quilômetros. Em 2016 decidi deixar a zona de conforto  para enfrentar as corridas de dez quilômetros. No início tive algumas dificuldades mas depois de algumas corridas estava adaptado a nova distância.

Para o ano de 2017 coloquei dois desafios entre as minhas corridas. O primeiro deles seria a Meia Maratona no mês de maio e a outro a Maratona em novembro, ambas em Curitiba.

Terminei a corrida de vinte e um quilômetros exausto. Mas posso dizer que foi uma experiência muito positiva apesar das dificuldades enfrentadas ao longo do percurso. Três meses depois tive a oportunidade de correr uma outra Meia Maratona.

Desta vez a corrida foi bem mais tranquila pois segui a dica de um amigo de dividir os vinte e um quilômetros em três partes. O fato de a distância de sete quilômetros ser menor que os dez que estava acostumado a correr facilitaria bastante a minha evolução ao longo da corrida.

Passei pela placa dos 7 km cerca de quatro minutos antes do planejado e completei 1/3 da prova. Cheguei na placa dos 14 km três minutos antes. Enfrentei dificuldades na última parte da prova e reduzi o meu ritmo. Mas apesar de tudo cruzei a linha de chegada dois minutos depois do planejado.

Fiquei satisfeito com esta minha segunda experiência ao enfrentar os 21 km. As atenções se voltaram para a Maratona de Curitiba no dia dezenove de novembro.

Infelizmente a minha primeira maratona não aconteceu conforme o esperado. Fiquei muito chateado por não ter conseguido completar a prova. Mas posso dizer que aprendi muitas lições que me tornarão um melhor corredor em 2018.

As minhas 100 corridas estão assim divididas:

05 KM: 57 (2012 a 2017)
10 KM: 28 (2014 a 2017)
21 KM: 02 (2017)
OUTRAS: 13 (2012 a 2017) – entre estas provas estão aquelas com distâncias diferentes de 5, 10 e 21 KM

DISTÂNCIA PERCORRIDAS

05 KM –> 285 KM
10 KM –> 280 KM
21 KM —>  42 KM
OUTRAS -> 78 KM
————————
TOTAL —> 685 KM

Agora as atenções estão voltadas para a temporada de 2018. É claro que a prova principal será a Maratona de Curitiba em novembro. O objetivo inicial é melhorar o meu tempo na Meia Maratona.

Enfim, terei muitos quilômetros para percorrer ao longo do ano.