Circuito das Estações Etapa Primavera 2016

Hoje participei da Etapa Primavera do Circuito das Estações em Curitiba.  A principal expectativa era a possibilidade de baixar o meu tempo nos 10 km, pois a marca de 1 hora, 15 minutos e 16 segundos foi estabelecida na Etapa Inverno. Um grande incentivo era o número que usaria na corrida: 1946. Este é o ano de nascimento de um tio que faleceu há vinte anos.

Larguei com cuidado para não me envolver em confusões nos metros iniciais. No entanto, logo em seguida acelerei o meu ritmo e iniciei as ultrapassagens. Completei primeiro quilômetro em um tempo bem abaixo da etapa em que estabeleci o meu recorde.

Segui adiante sempre buscando espaço para realizar as minhas ultrapassagens. Passei pela placa que marcava os dois quilômetros com uma vantagem de trinta e cinco segundos. Sabendo do trecho de subida que teria que enfrentar logo em seguida reduzi um pouco o meu ritmo.

Completei os três quilômetros um minuto antes da minha parcial da Etapa Inverno. Na sequencia passei a correr num ritmo mais forte que dos dois quilômetros iniciais. Ao completar os 4 KM tirei sete segundos em relação a parcial da prova anterior.

Continuei acelerando e cheguei na metade da prova com um tempo acumulado de 36:11 e com uma vantagem de um minuto e meio em relação a corrida em que estabeleci o meu recorde. Fiz uma conta rápida para estimar o meu tempo final.

Sabia que ainda teria que enfrentar alguns trechos de subida e que seria muito importante administrar bem o tempo de um minutos e meio. Sendo assim estimei o meu tempo final em torno de uma hora e treze minutos. Usando cerca de quinze segundos por quilômetro chegaria ao final em condições de bater o meu recorde.

No sexto quilômetro usei dezesseis segundos do tempo disponível. Aproveitei o sétimo quilômetro para reduzir um pouco o meu ritmo e recuperar as energias. Mesmo assim consegui recuperar três segundos e segui para os três quilômetros finais em busca do meu recorde.

Completei o oitavo quilômetro em 6 minutos 55 segundos e aumentei a minha vantagem para 1 minuto 36 segundos, a qual foi mantida até a placa que marcava os nove quilômetros.

Com um tempo acumulado de 1 hora 9 minutos 2 segundos e um quilômetro pela frente comecei a acelerar o ritmo das minhas passadas. A expectativa era qual seria o meu novo recorde para os 10 KM.

Cruzei a linha de chegada com 1 hora 13 minutos 43 segundos e 1 minuto 33 segundos abaixo do meu recorde estabelecido na Etapa Inverno do Circuito das Estações. Ufa! Este último quilômetro pareceu ser o mais longo da prova mas valeu a pena melhorar a minha marca pessoal.

Terei um período de descanso e enfrentarei o meu novo desafio na corrida da Polícia Civil no final de setembro.

Retrospectiva da Temporada 2015 – 1º semestre

DATA DISTÂNCIA TEMPO TÊNIS PROVA
24/01/15 5,00 00:36:49 Adios Boost Barigui Race
14/03/15 5,00 00:37:46 Adios Boost Noturna Unimed
22/03/15 5,00 00:37:57 Adios Boost SMELJ 1ª ETAPA
19/04/15 5,00 00:37:16 Adios Boost Unidos pela vida
03/04/15 5,00 00:37:47 Energy Boost Estações Outono
17/05/15 5,00 00:36:21 Springblade Ecológica
31/05/15 5,00 00:36:00 Springblade Graciosa Run
14/05/15 5,00 00:36:00 Springblade SMELJ 2ª ETAPA
21/06/15 5,00 00:35:15 Adios Boost Estações Inverno
28/06/15 5,00 00:34:41 Adios Boost Stadium

Melhor Tempo: 34: 41 —-> Stadium Marathon com Adidas Adios Boost

Tênis mais utilizado: Adidas Adios Boost (6 provas)

Circuito das Estações Etapa Inverno 2015

No sábado verifiquei qual seria a previsão do tempo. Para o horário da prova a temperatura era de 10ºC, condição climática que indicava que seria uma corrida difícil.

Enquanto fazia o alongamento e o aquecimento tive a oportunidade de encontrar várias pessoas conhecidas com quem conversei durante alguns instantes. Assim como aconteceu na Etapa Outono hoje os corredores pipoca foram impedidos de entrar no bloco de largada.

Por causa do frio resolvi sair em um ritmo lento e tomando cuidado para não me envolver em confusões. Consegui manter o mesmo ritmo durante dois quilômetros. Aproveitei os trechos de descida para acelerar um pouco permaneci no mesmo ritmo por dois quilômetros.

Desde o início sabia que não teria condições de bater o meu recorde dos cinco quilômetros, mas poderia melhorar o meu tempo de 2015. Procurei os espaços vazios para realizar as ultrapassagens e acelerar rumo a linha de chegada.

Para a minha surpresa terminei o percurso em 35 min 15 seg. Antes da corrida a minha intenção era baixar de 36 minutos, que era o melhor este ano.

Contagem regressiva

O ano de 2014 está dando as suas últimas passadas rumo a linha de chegada. Mas 2015 esta logo ali aguardando o momento exato para sair correndo.

Posso dizer que a minha temporada de 2014 foi positiva, tive a oportunidade de participar de várias corridas, encontrar pessoas e formar amizades. Iniciei o ano com o desafio de correr os 10 KM, bem diferente dos 5 KM que estava acostumado a correr.

Apesar de não estar preparado fisicamente para enfrentar a distância posso dizer que foi um experiência interessante que serviu de aprendizado. Na sequencia segui correndo as provas de 5 KM e em todas elas um dos meus objetivos era baixar o meu tempo de 35 minutos 29 segundos.

O mais próximo que cheguei foi dez segundos. No início de novembro o recorde completou um ano e eu fiquei me questionando se até o final de 2014 ele seria batido. Faltavam apenas três tentativas para atingir o objetivo, uma missão difícil mas não impossível.

09/11 – Circuito das Estações Primavera

Por causa da realização da prova do Enem no campus da Universidade Positivo esta etapa foi realizada em no percurso do Circuito das Estações 2013. Fiz uma boa corrida com o Adidas Springblade, mas não foi desta vez que melhorei o meu tempo.

16/11 – Maratona de Curitiba (5 KM)

Penúltima chance de bater o recorde. Só que desta vez também havia uma expectativa em relação ao meu tênis novo comprado alguns dias antes.  Tratava-se de um Adidas Adios Boost que faria a sua estreia em corridas depois de um teste de cerca de dois quilômetros.

Quando fui retirar o meu kit gostei muito do meu número de inscrição: 3143. Percebi nele um sinal positivo e que ele me daria sorte na prova, 31 é 13 invertido e 4 x 3 é 12, números que formam a data do meu aniversário: 13/12.

Fiz uma corrida tranquila mas sem me preocupar muito com o tempo decorrido. Ao passar pela marca que indicava os 4 KM olhei para o cronômetro e percebi que tinha tempo suficiente para terminar a prova um pouco abaixo do recorde.

Logo após cruzar a linha de chegada apenas travei o cronômetro mas não prestei atenção no tempo. Apenas alguns minutos depois vi que tinha completado a prova em 34 minutos 20 segundos O número de inscrição me deu muita sorte.

É claro que fiquei muito contente com o resultado alcançado de criei uma nova expectativa para a última corrida da temporada.

14/12 – Circuito das Estações Verão

Quarta etapa do Circuito das Estações e minha última corrida em 2014. Será que conseguiria baixar ainda mais o meu tempo? Desta vez o meu número de inscrição era 348, 3 x 4 = 12 e 4 + 8 também é 12. Durante toda a prova o sol forte foi um grande adversário e completei o percurso em 34 minutos 43 segundos.

A temporada acabou mas desde já estou planejando as minhas corridas de 2015. Pretendo correr uma prova de 10 KM, mas desta vez melhor preparado. Enfim, terei a oportunidade de participar de várias corridas ao longo do ano, reencontrar pessoas conhecidas e formar novas amizades.

No meu local de trabalho terei novidades logo no início de janeiro, com uma novo tipo de atividade e novos colegas de equipe. Com certeza vamos vencer mais este desafio.

 

Que venha 2015!

 

Circuito das Estações Verão

Hoje acordei cedo para participar da minha última corrida de 2014. Tratava-se da Etapa Verão do Circuito das Estações Mizuno, com largada no campus da Universidade Positivo. Meu objetivo era o de fazer uma prova tranquila, mas sem preocupação em melhorar o meu recorde dos 5 Km.

IMG_3536A primeira providência ao chegar foi retirar o meu chip e colocar no meu tênis. Em seguida fui até o espaço VIP da O2 onde aproveitei para comer um fruta e esvaziar a minha bexiga. A minha única preocupação era se uma das minhas pedras que tenho nos rins resolvessem sair justamente hoje.

Fiz alongamento e aquecimento, conversei com algumas pessoas conhecidas e depois fui para um canto me concentrar.

Faltando cerca de quinze minutos para a largada me dirigi para o meu pelotão. Lá conversei rapidamente com algumas pessoas e aguardei pelo sinal da largada.

Sabia que seria um momento complicado, pois os corredores largam na subida e naquele ritmo de estouro de boiada.

Segui com muita calma, tomando cuidado para não me chocar com ninguém mas sempre procurando espaço para realizar as ultrapassagens. Durante um bom trecho os corredores de 5 e 10 quilômetros usam o mesmo percurso. Como estão misturados é complicado de ultrapassar, mas depois que ocorre a divisão entre os percursos a corrida fica mais fácil.

IMG_3538Hoje não tinha preocupação em baixar o tempo do meu recorde. Se possível queria terminar a prova com um tempo abaixo dos trinta e seis minutos.

Nos momentos em que tinha espaço livre logo na minha frente acelerei a passada e o Adios Boost respondeu prontamente.

Em alguns trechos me poupei para ter bastante energia para a arrancada nos cem metros finais. Ao contrário da largada a chegada é na descida, o que proporciona uma oportunidade de boa aceleração.

Olhei com atenção o posicionamento dos corredores que estavam no meu caminho e acelerei as minhas passadas, aproveitando toda a energia proporcionada pelo sistema Boost.

Após cruzar a linha de chegada apenas travei o cronômetro, mas não olhei qual tinha sido o meu tempo. IMG_3540Alguns minutos depois é que percebi que tinha completado a prova em um tempo abaixo dos trinta e cinco minutos.

Foi o meu melhor tempo entre as quatro etapas do Circuito, mesmo considerando que a Etapa Primavera foi realizada em um percurso diferente das demais.

Outono =>36 min 01 seg
Inverno =>36 min 36 seg
Primavera =>36 min 02 seg
Verão => 34 min 43 seg

Fiquei muito contente com o tempo obtido, afinal de contas em duas corridas o Adidas Adios Boost marcou o recorde dos 5 KM (34 min 20 seg) e o recorde do Circuito das Estações Mizuno (34 min 43 seg).

Para a temporada 2015 as expectativas são muito boas com o Adios Boost, pois nas vezes em que acelerei ele absorveu bem o impacto e logo devolveu a energia em forma de impulso.

Calendário da Temporada 2015

Recentemente a Prefeitura de Curitiba divulgou no seu site o calendário provisório das corridas de rua que serão realizadas durante o ano de 2015. A minha primeira reação foi pegar papel e caneta para anotar aquelas corridas das quais pretendo participar.

Bastaram alguns minutos para definir as minhas dezenove provas da temporada 2015. Pretendo correr pelo menos uma prova de dez quilômetros em 2015. Ainda não decidi, mas talvez a escolhida seja uma das etapas do Circuito das Estações.

Como a primeira etapa do Circuito das Estações acontecerá em maio até lá terei tempo suficiente para me preparar. Dependendo do meu desempenho pode ser que eu corra os dez quilômetros também nas outras três etapas.

A dupla de tênis já está definida: os dois são da Adidas, o Adios Boost e o Energy Boost. Foi com o Adios que baixei o meu tempo dos cinco quilômetros. Difícil mesmo vai ser escolher qual deles vou usar na primeira prova da temporada.

Com exceção das estreantes Time Run Caixa,  Track & Field Batel e  Batel Run, cada uma das corridas será marcada por dois importantes desafios. Um desafio vai ser o de  baixar o tempo da prova, que está entre parênteses na relação abaixo. O outro será o de baixar o tempo de 34 minutos e 20 segundos que é o meu melhor tempo nos cinco quilômetros.

 

Janeiro

24 – Barigui Race (36 min 21 seg)

Fevereiro

01 – Track & Field Batel

08 – Time Run Caixa

Abril

19 – Rebouças (35 min 36 seg)

26 – Track & Field Mueller (37 min 57 seg)

Maio

03 – Circuito das Estações Outono (36 min 01 seg)

17 – Meia Maratona Ecológica – 5 KM (36 min 06 seg)

31 – Graciosa Run (35 min 29 seg)

Junho

21 – Circuito das Estações Inverno (36 min 36 seg)

28 – Stadium Marathon (35 min 39 seg)

Julho

12 – Batel Run

Agosto

02 – Circuito das Estações Primavera (36 min 02 seg)

16 – Meia Maratona – 5 KM

Setembro

12 – Barigui Night Run (36 min 46 seg)

27 – Polícia Civil (36 min 22 seg)

Outubro

18 – Circuito Caixa – 5 KM (36 min 51 seg)

25 – Caminhada do Coração

Novembro

15 – Maratona – 5 KM (34 min 20 seg)

29 – Circuito das Estações Verão

Resumo da Temporada 2014 (Parte 3)

21/09 – Corrida da Polícia Civil do PR

Pelo segundo ano participei desta corrida que comemora os aniversários da Policia Civil do PR e da sua Escola Superior. O número de inscritos é limitado e as largadas de dez e cinco quilômetros acontecem em momentos diferentes.

Apesar de ter feito uma boa largada e mantido um ritmo rápido no primeiro quilômetro enfrentei problemas por volta da metade das corrida. No meio do caminho encontrei vários grupos de participantes correndo lado a lado, formando os conhecidos paredões.

Por causa disso tive que reduzir o meu ritmo justamente num local que deveria aproveitar para acelerar. Mesmo sabendo que não teria condições de terminar no mesmo tempo da prova do ano passado, segui adiante.

Cruzei a linha de chegada com 38 minutos e 26 segundos, ou seja, dois minutos e quatro segundos mais lento. Foi uma pena, pois o percurso possui um trecho que proporciona desenvolver um bom ritmo.

 

01/11 – Barigui Night Run

Apesar de boa parte do percurso de cinco quilômetros usaria a pista do Parque Barigui, sabia que esta corrida não era propícia para baixar o meu tempo por ser noturna.

Como já tinha participado de uma corrida noturna em 2013, fui preparado com a minha lanterna de cabeça. Ajustei para que ela iluminasse alguns metros na minha frente.

A largada foi tranquila e consegui manter um bom ritmo no primeiro quilômetro. Em um trecho em que os postes de iluminação do parque estavam apagados a minha lanterna foi fundamental. No escuro era difícil identificar o que era pista e o que era grama.

Como tinha chovido durante o dia a grama estava molhada e colocar o pé na grama seria algo desastroso. Mantive o meu ritmo e terminei a prova com o tempo de 36 minutos e 46 segundos.

 

09/11 – Circuito das Estações Mizuno Primavera

Por causa da realização das provas do Enem no Campus da Universidade Positivo, o local de realização desta etapa do Circuito das Estações foi alterado.

O local escolhido pelos organizadores foi o mesmo onde ocorreram as provas do ano passado. Conhecendo bem o percurso teria condições de fazer uma boa prova. Fiz uma largada tranquila e mantive o meu ritmo até completar os três quilômetros.

Aproveitei o quarto quilômetro para reduzir um pouco o ritmo e poupar as energias para o final. Fui acelerando aos poucos e completei a prova em 36 minutos e 2 segundos.

Ao contrário das outras provas em que fui mais rápido no primeiro quilômetro, desta vez o quinto quilômetro foi o mais rápido. Esta corrida marcou a despedida temporária do Springblade, pois comprei um Adidas Adios Boost, vencedor da Maratona de Nova York 2013.

 

16/11 – Maratona de Curitiba

No dia 09/11 o meu recorde dos cinco quilômetros completou um ano. Viajei no tempo por alguns instantes e relembrei como foi aquela prova em que sem querer acabei baixando o meu tempo.

Ao retornar para os dias atuais lancei um desafio: bater o meu recorde até o final de 2014. Para tanto teria apenas duas oportunidades para cumprir esta difícil missão.

A primeira oportunidade foi na corrida de cinco quilômetros da Maratona de Curitiba, num percurso conhecido. Além da responsabilidade da minha missão eu tinha a expectativa de como se comportaria o meu novo tênis: o Adios Boost.

Alguns dias antes da prova fiz um treino de cerca de três quilômetros com ele e fiquei muito impressionado com o amortecimento e como ele devolve a energia do impacto do pé no chão.

Fiz uma boa largada e logo nas primeiras passadas pude sentir a maciez do amortecimento. Mantive um ritmo forte ao longo de dois quilômetros e sem desgaste físico. No entanto, tive dificuldades para realizar ultrapassagens no terceiro quilômetro e o meu ritmo foi reduzido um pouco.

Poupei as minhas energias até o final do quarto quilômetro. Neste momento conferi os dados da telemetria e verifiquei que tinha condições de bater o meu recorde. Acelerei as minhas passadas e o Boost respondeu prontamente.

Quanto mais forte o ritmo maior era a energia devolvida pelo Boost. Ao fazer a última curva e entrar na reta final observei os corredores que estavam no meu caminho. Tracei uma linha imaginária por onde faria as ultrapassagens.

Cerca de trinta metros da chegada haviam três adversários logo na minha frente. Respirei fundo,  acelerei tudo o que podia e cruzei a linha de chegada antes deles.

Travei o cronômetro mas não prestei atenção no tempo. Somente depois de pegar a minha medalha e me hidratar é que fui ver qual tinha sido o meu tempo de conclusão da prova.

O recorde estava batido! O cronômetro marcava o tempo de 34 minutos e 20 segundos. É claro que existia uma expectativa muito grande com relação ao Adios Boost e a possibilidade de bater o meu recorde. Em nenhum momento pensei que baixaria o meu tempo em mais de um minuto.

A estreia excelente do Adios Boost o credenciou para ser um dos tênis que usarei durante a temporada de 2015. Recentemente comprei um outro Adidas que também possui a tecnologia Boost.

Trata-se do Energy Boost, que já foi testado em dois treinos e vai fazer a sua estreia em corridas no dia 14/12, quando acontecerá a última etapa do Circuito das Estações.

 

 

Resumo da Temporada 2014 (Parte 2)

27/04 – Circuito das Estações Mizuno Outono

Depois da difícil corrida da Track & Field o meu novo desafio foi a primeira etapa do Circuito das Estações, agora com o patrocínio da Mizuno e um novo circuito. Além do percurso a minha expectativa era quanto ao comportamento do meu tênis Adidas Springblade, pois esta seria a minha primeira corrida com ele.

Apesar de ter largado com cuidado, as molas do tênis foram me impulsionando e completei o primeiro quilômetro com o tempo de 6 minutos e 55 segundos. Reduzi o meu ritmo na sequencia para me poupar para o final. Depois de passar pela marca dos três quilômetros voltei a acelerar.

Sabia que não teria condições de baixar o meu recorde, mas mantive o mesmo ritmo para aproveitar as características do Springblade. Passei pela linha de chegada com o tempo de 36 minutos e 01 segundo. Mesmo tendo ficado longe do meu recorde fiquei muito contente com o resultado.

 

04/05 – Meia Maratona Ecológica de Curitiba

Diante do sucesso na estreia o Springblade foi escolhido para mais uma corrida, desta vez os 5 KM da Meia Maratona Ecológica de Curitiba. O percurso já conhecido facilitou o meu planejamento. O primeiro quilômetro foi percorrido num ritmo forte, ocasião em que aproveitei os espaços vazios para realizar as ultrapassagens.

O tênis proporciona um aceleração impressionante, mas é muito complicado reduzir o ritmo ao encontrar um obstáculo no meio do caminho. Neste caso a desaceleração exige muito das pernas. Mesmo enfrentado algumas dificuldades para realizar algumas ultrapassagens consegui manter um bom ritmo.

Acelerei mais no último quilômetro e completei o percurso em 36 minutos e 6 segundos.

 

11/05 – Stadium Marathon

Esta corrida tem no seu percurso dois estádios sede de Copa do Mundo: Durival de Britto (1950) e Joaquim Américo Guimarães (2014). Assim como nas provas anteriores o meu primeiro quilômetro foi muito rápido, devido a aceleração proporcionada pelas molas do Springblade.

Controlei o ritmo nos dois quilômetros seguintes para me poupar para o final. Para saber se tenho condições de bater o meu recorde uso como referência a marca dos quatro quilômetros. Ao verificar o cronômetro notei que tinha condições de baixar o meu tempo, mas tinha que acelerar mais um pouco.

Fui atrapalhado numa das ultrapassagens e completei a prova em 35 minutos e 39 segundos. Isto mesmo, apenas dez segundos me separaram do meu recorde. É claro que fiquei chateado por não ter baixado o meu tempo. Mas fiquei satisfeito com o resultado alcançado, pois na sua terceira prova o Springblade baixou de 36 minutos.

Esta foi a última corrida antes da Copa do Mundo, pois a FIFA proibiu a realização de outros eventos esportivos na cidades sede.

 

03/08 – Circuito das Estações Mizuno Inverno

A segunda etapa do Circuito das Estações marcou o retorno das corridas de rua depois da pausa para a Copa do Mundo. Apesar de não ter feito uma boa corrida completei o percurso em 36 minutos e 36 segundos.

 

09/08 – Corrida contra o Relógio, Rei do Parque

Esta corrida foi completamente diferente daquelas que eu tinha participado até o momento. Cada participante tinha uma chance para dar uma volta no circuito de 3,30 KM do Parque Barigui e marcar o seu tempo.

Quem fosse o mais rápido seria coroado Rei do Parque. Assim que a pista foi aberta para a tomada de tempo alguns corredores se aventuraram em busca do seu tempo. Outros preferiram ficar aguardando para escolher o melhor momento.

O ambiente lembrava muito os treinos da F1, quando os pilotos ficam analisando os tempos dos adversários e esperam pelo melhor momento para entrar na pista.

Como o clima estava muito frio preferi esperar e fiquei me aquecendo até chegar a minha vez de ir para a pista. A maior preocupação dos corredores era com relação ao vento gelado. Além disso tinha que escolher um momento em que a pista estivesse livre para não enfrentar trânsito.

Depois de fazer o meu aquecimento fui para a pista marcar o meu tempo. Percorri o primeiro num ritmo rápido para aproveitar a pista limpa. Pouco depois da metade do percurso cheguei no trecho em que soprava um vento gelado. Preferi reduzir para não correr o risco de uma contusão.

Controlei as minhas passadas e voltei acelerar quando faltavam cerca de trezentos metros. Completei a minha volta em um tempo de 21 minutos e 30 segundos. Não fui tão bem quanto esperava mas gostei da experiência de correr uma distância menor que cinco quilômetros.

 

 

Circuito das Estações Etapa Primavera

circuito-das-estações-primavera-01Cheguei ao Jockey Club do Paraná pouco antes das sete horas da manhã e me dirigi ao local onde estavam sendo entregues os chips para os corredores inscritos.

Notei que estavam inscritos três mil participantes, um número bem inferior a última etapa do ano passado, disputada no mesmo local.

Na sequencia passei pelo espaço exclusivo para os assinantes da revista O2. Aproveitei para comer uma fruta e me hidratar um pouco. Conversei com algumas pessoas que encontrei por lá e depois iniciei o meu alongamento e o aquecimento.

Faltando quinze minutos para a largada segui para o meu pelotão. Aproveitei aqueles instantes para me concentrar na estratégia de corrida, procurando mentalizar cada trecho.

O momento da largada é muito complicado, pois o piso é irregular até o portão de saída do Jockey. Além disso, por causa da chuva do dia anterior havia algumas poças de água e um pouco de lama. Larguei com muito cuidado e passei a acelerar assim que passei pelo portão.

Fiz algumas ultrapassagens e quando cheguei perto da marca dos quinhentos metros comecei a sentir uma pequena dor no calcanhar direito. Como ela mudava de lugar conforme as passadas eram dadas logo percebi que tratava de uma pedra. Pois é, tinha uma pedra no meio do caminho. Apesar de suportável a dor era incômoda e poderia atrapalhar a minha corrida.

Estava na metade do primeiro quilômetro da corrida e tinha que tomar uma decisão muito importante. Fazer um pit stop para retirar a tal pedra ou seguir adiante. Decidi continuar em frente e torcer para que a pedra deixasse de incomodar.

A dor incomodava e ao mesmo tempo atrapalhava a minha passada, pois a pedra se deslocava dentro do tênis. Alguns minutos depois percebi que havia tomado a decisão certa, pois as dores passaram e então pude melhorar as minhas passadas.

Sem a pedra me incomodando consegui correr num ritmo mais rápido nos dois quilômetros seguintes. Cheguei ao final do terceiro quilômetro com o tempo de vinte e dois minutos e seis segundos.

Nesta corrida usei a minha mochila de hidratação, antes de sair de casa pensei em abastecer com uma garrafa de Gatorade, mas mudei de ideia pois como era de um sabor que não estou acostumado preferi colocar água.

No caminho vi diversas pessoas correndo lado a lado formando os chamados paredões. Fui atrapalhado e tive muitas dificuldades para realizar as ultrapassagens. Fui dezesseis segundos mais lento, mas mesmo assim cheguei a marca dos quatro quilômetros com o tempo de vinte e nove minutos e quarenta e seis segundos.

Em uma conta rápida, teria que percorrer o último quilômetro em menos de cinco minutos e quarenta e cinco segundos para bater o meu recorde. Sabia que seria um tanto complicado correr neste ritmo com tanta gente no meio do caminho.

Mais uma medalha para a coleção
Mais uma medalha para a coleção

 

Acelerei as minhas passadas e procurei aproveitar ao máximo os espaços vazios que surgiam na minha frente.

Completei a prova no tempo de  trinta e seis minutos e dois segundos. Fiquei contente com o meu resultado diante das dificuldades enfrentadas ao longo do percurso.

Foi muito legal poder correr no mesmo percurso onde foi disputado o Circuito das Estações de 2013. Enfim, somei mais cinco quilômetros na minha conta e adicionei  mais uma medalha na coleção.

Quanto a mochila ela facilita bastante na hidratação durante a corrida, mas ainda preciso encontrar um melhor posicionamento da mangueira.

 

Adidas miCoach Smart Run
Adidas miCoach Smart Run

Com relação ao Smart Run hoje foi a primeira vez que usei ele em uma corrida, anteriormente tinha usado durante um treino durante a semana. Preciso de um pouco mais de tempo para dominar os seus recursos.

Os dados registrados são muito interessantes para uma análise posterior do desempenho em uma corrida. Dentre os dados disponíveis por enquanto vou focar as minhas atenções na análise do gráfico da frequencia cardíaca.

O gráfico não se limita a variação dos batimentos cardíacos, ele apresenta dados referentes a cada uma das zonas de frequencia: Azul, Verde, Amarela e Vermelha.

Para cada uma delas são mostrados o tempo, a distância, o batimento cardíaco, o ritmo médio e a velocidade média.

No meu caso os intervalos de cada zona são os seguintes:

Azul -> 115 a 130 BPM
Verde -> 131 a 148 BPM
Amarela -> 149 a 156 BPM
Vermelha -> 157 a 165 BPM

O gráfico permite visualizar quando o meu batimento cardíaco ultrapassou a zona vermelha, equivalente a 95% da Frequencia Cardíaca Máxima – FCM.  Durante toda a corrida o batimento permaneceu a maior parte do tempo nas zonas verde (nove minutos e dezesseis segundos) e amarela (sete minutos e quarenta e sete segundos).

A chamada zona vermelha representou quatro minutos  e dois segundos da minha corrida. Em seis momentos o meu batimento ultrapassou a minha FCM, mas por períodos curtos de tempo.

Sem dúvida o Smart Run foi uma boa aquisição e vai me ajudar bastante.