Malévola

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No próximo dia vinte e nove de maio acontecerá no Brasil a estreia do filme Malévola, que tem a atriz Angelina Jolie como a personagem vilã. Trata-se de um filme de fantasia dirigido por Robert Stromberg e produzido pela Walt Disney Pictures, a partir de um roteiro escrito por Paul Dini e Linda Woolverton. É uma adaptação animada de “A Bela Adormecida” (clássico de 1959) e retrata a história a partir da perspectiva da antagonista, Malévola.

Elenco

Angelina Jolie como Malévola, a auto-proclamada “Senhora de Toda Maldade”
Ella Purnell e Isobelle Molloy como Jovem Malévola
Elle Fanning como Princesa Aurora / Briar Rose, a Bela Adormecida
Eleanor Worthington Cox e Vivienne Jolie-Pitt como Jovem Princesa Aurora
Sharlto Copley como Rei Stefan
Toby Regbo e Michael Higgins como Jovem Stefan
Brenton Thwaites como Príncipe Phillip
Juno Temple como Thistlewit
Sam Riley como Diaval
Miranda Richardson como Rainha Ulla
Imelda Staunton como Knotgrass
Lesley Manville como Flittle
Kenneth Cranham como Rei Henry
Angus Wright como ajudante do Rei Henry
Peter Capaldi como Rei Kinloch

Em 23 de janeiro de 2014, foi anunciado que a cantora Lana Del Rey estaria no filme com a canção “Once Upon a Dream”, do filme de 1959 “A Bela Adormecida” como a canção título para Maleficent. Del Rey foi escolhida a dedo por Angelina Jolie para executar a canção. É muito grande a expectativa dos fãs da Angelina Jolie, pois o último filme do qual ela participou foi “O Turista” em 2010 ao lado de Johnny Depp.

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Coleção de miniaturas – Capacetes 1:8

Capacete Kart

A coleção de mini-capacetes é compostas por quinze unidades, representando os capacetes utilizados por Ayrton Senna entre os anos de 1980 e 1994, ou seja, do kart até o seu último ano na Fórmula 1.

Capacetes 1:8
Capacetes na escala 1:8 (1980 – 1994)

Em 1978, o Ayrton Senna disputaria um campeonato em Le Mans, na França. A organização exigia que os pilotos utilizassem em seus capacetes as cores de seus respectivos países e foi sugerido aos brasileiros que utilizassem um layout verde com detalhes em amarelo. Senna não gostou da sugestão e criou, ele mesmo, uma pintura amarela com uma única listra verde e transversal que saía de trás de seu capacete Arai, subia até o topo e descia até a viseira. Foi a primeira vez que Ayrton utilizou um capacete amarelo em sua carreira.

Em 1979, Senna visitou o aerografista Sid Mosca (1937 – 2011), conhecido pelo seu trabalho de personalização de capacetes. O jovem piloto pediu uma pintura nova, mais dinâmica e diferenciada. Em um único dia o Sid conseguiu desenvolver a ideia, executá-la e deixar um capacete todo pronto e pintado. Decidiu manter o amarelo predominante em uma tonalidade mais viva e pintou uma linha verde e outra azulada, separadas por uma linha amarela, no meio do capacete. As linhas formadas (verde, amarelo e azul) passavam pela viseira e davam a sensação de velocidade. Tão simples quanto poderoso. Senna gostou tanto do resultado que prometeu nunca mais mudá-lo na sua carreira.

Capacete Kart by Sid Mosca
Capacete Kart by Sid Mosca
Capacete usado no Kart nos anos de 1979 e 1980 Escala 1:8
Capacete usado no Kart nos anos de 1979 e 1980
Escala 1:8

Poucas mudanças foram executadas até a sua morte em 1994. A mais notável foi a adoção de um amarelo bem mais vivo, quase próximo do verde limão, nos tempos da Lotus preta e dourada. Em 1987, para combinar com o amarelo da Camel, Senna voltou a utilizar o tom mais opaco da ideia original.

Coleção de miniaturas – Capacetes

Coleção de capacetes

Atualmente a minha coleção de capacetes do Ayrton Senna possui dezenove unidades, sendo quinze na escala 1:8 e quatro na escala 1:2. Além deles também tenho um capacete do Bruno Senna na escala 1:2. O primeiro capacete adquirido foi o da temporada de 1988 na escala 1:2 e com o revestimento interno.

Capacete 1988 - escala 1:2
Capacete 1988 – escala 1:2

Com a finalidade de adquirir outros capacetes para a minha coleção passei a visitar sites especializados em miniaturas. Dentre eles posso citar Miniaturas Online (www.miniaturasonline.com.br) e Mania de Carrinhos (www.maniadecarrinhos.com.br). Também tive a oportunidade de comprar alguns capacetes através do Mercado Livre.

A coleção de capacetes na escala 1:8 é composta por quinze unidades, representando os capacetes usados no kart (1980), Fórmula Ford 1600 (1981), Fórmula Ford 2000 (1982), Fórmula 3 (1983), Fórmula 1: Toleman (1984), Lotus (1985, 1986, 1987), McLaren (1988, 1989, 1990, 1991, 1992, 1993) e Williams (1994).

Capacetes 1:8
Capacetes na escala 1:8 (1980 – 1994)

Vai ser muito difícil conseguir os mesmos capacetes na escala 1:2. Os que possuo atualmente são de anos significativos: 1985 o ano da primeira vitória na F1, 1988 o ano do primeiro título de campeão, 1990 ano do bicampeonato 1993 o ano da última temporada na equipe McLaren.

1985 -1ª Vitória
1985 -1ª Vitória
Capacete 1988 - escala 1:2
1988 – 1º Título
1990 - Bicampeonato
1990 – Bicampeonato
1993 - Última temporada na McLaren
1993 – Última temporada na McLaren

Pretendo comprar assim que possível os capacetes de 1987 (ano da primeira vitória em Mônaco), 1991 (ano da primeira vitória no Brasil) e 1994 (ano da última temporada na F1).

Coleção de miniaturas – Escalas

A minha coleção é composta de itens em cinco escalas diferentes: 1:2, 1:6, 1:8, 1:18, 1:43 e 1:64. A escala indica o tamanho da miniatura em relação ao tamanho real. Portanto, um carro na escala 1:18 significa que ele é dezoito vezes menor que o original.

Quem decide iniciar uma coleção de miniaturas tem que se acostumar com as escalas e aprender qual é a diferença entre elas. Um carro na escala 1:18 é maior do que outro na escala 1:64. Quanto maior o número depois de “1:” menor é o tamanho da miniatura.

Capacete 1988 - escala 1:8
Capacete 1998 – escala 1:8
Capacete 1988 - escala 1:2
Capacete 1988 – escala 1:2

No meu caso as miniaturas estão divididas em capacetes, carros e estátuas. Os capacetes são nas escalas 1:2 (metade do tamanho real) e 1:8 (menores). Foram adquiridos ao longo do tempo em sites especializados em miniaturas e alguns foram comprados através do Mercado Livre.

Atualmente possuo quinze capacetes (1980 a 1994) na escala 1:8 e quatro na escala 1:2 (1985, 1988, 1990 e 1993). Mas este é um assunto para o meu próximo texto.

Coleção de miniaturas

Como iniciei a minha coleção

No distante ano de 1997 tive a oportunidade de comprar o primeiro item da minha coleção. Era um capacete do Ayrton Senna na escala 1:2. Não lembro do valor que paguei naquela época, mas era cerca de 20% do salário que ganhava, os meus colegas disseram que tinha cometido uma loucura.

Capacete 1988
Capacete 1988
Capacete 1988
Capacete 1988

Desde então sempre que possível comprava novas miniaturas, capacetes, carros, estátuas, etc. Aliás, quando se depara com um item que ainda não possui o colecionador não mede esforços para comprar. O preço é algo que fica em segundo plano.

Os anos foram passando e a coleção foi aumentando. Nos próximos dias contarei um pouco sobre algumas das minhas miniaturas,suas características e curiosidades.

Mônaco 1984

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Vamos voltar um pouco no tempo, mais precisamente ao dia três de junho de 1984. Naquele domingo acontecia nas ruas estreitas do Principado de Mônaco a sexta etapa da temporada do campeonato de F1. A corrida foi disputada debaixo de forte chuva e marcou o surgimento de um novo talento.

O francês Alain Prost da McLaren largou na pole position. Mas algumas voltas depois foi ultrapassado pelo inglês Nigel Mansell, piloto da Lotus. A liderança durou cinco voltas, pois o inglês rodou na Curva do Cassino e saiu da pista.

Enquanto Prost retomava a liderança um piloto estreante vinha fazendo várias ultrapassagens. Com uma condução ousada a bordo do carro nada competitivo da Toleman o Ayrton Senna ia deixando para trás pilotos bem mais experientes, um verdadeiro show de pilotagem na chuva.

Diante da forte chuva o líder Prost passou a acenar para os fiscais pedindo a interrupção da prova. Foi atendido pelo diretor da prova, o belga Jacky Ickx. Senna ultrapassou Prost pouco antes de o piloto da McLaren alcançar a linha de chegada, mas a vitória ficou com Prost que era o líder da corrida antes da bandeira vermelha.

A decisão de Ickx gerou uma controvérsia pois beneficiou um carro com motor Porsche, marca na qual o ex-piloto belga competia fora da Fórmula 1, além disso ele não consultou os demais membros da direção de prova quando de sua decisão e nem mesmo a chuva era tão rigorosa quanto antes.

O francês René Arnoux (Ferrari) chegou em terceiro lugar e completou o podium ao lado de Alain Prost (McLaren) e Ayrton Senna (Toleman). Foi a primeira vitória francesa em Mônaco desde Patrick Depailler em 1978 e o primeiro pódio Ayrton Senna.

Como a prova foi interrompida os pilotos receberam metade da pontuação. Os pontos fariam falta para Alain Prost no final do campeonato. Ele perdeu o título para o seu companheiro de equipe Niki Lauda. Se a prova tivesse continuado normalmente Prost chegaria em segundo e Senna conquistaria a sua primeira vitória.

No podium o Senna demonstrava a sua frustração com tudo o que havia acontecido. Apesar de tudo surgia naquele dia mais um talento na F1. Eu já acompanhava as corridas há algum tempo, mas desde que o Emerson Fittipaldi deixou a categoria em 1980 não torcia para nenhum piloto específico.

Depois daquele show em Mônaco o meu ídolo passou a ser Ayrton Senna.

Filmografia da Angelina Jolie

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Ano Título
1982 Procurando uma saída
1993 Cyborg 2
1995 Piratas de Computador
1995 Justiça sob Suspeita
1996 Sob o Luar do Deserto
1996 Duas famílias em pé de guerra
1996 Rebeldes
1997 Brincando com a Morte
1997 Prova de Fogo
1997 O Homem que Vendeu Sua Alma
1998 Gia – Fama e Destruição
1998 Cozinha do Inferno
1998 Corações Apaixonados
1998 Alto Controle
1999 O Colecionador de Ossos
1999 Garota Interrompida
2000 60 Segundos
2001 Lara Croft: Tomb Raider
2001 Pecado Original
2002 Um Vida em Sete Dias
2003 Lara Croft – Tomb Raider: A Origem da Vida
2003 Amor Sem Fronteiras
2004 Roubando Vidas
2004 O Espanta Tubarões
2004 Capitão Sky e o Mundo de Amanhã
2004 A Febre
2004 Alexandre
2005 Sr. & Sra. Smith
2006 O Bom Pastor
2007 O Preço da Coragem
2007 Beowulf
2008 Kung Fu Panda
2008 O Procurado
2008 A Troca
2010 Salt
2010 O Turista
2011 Kung Fu Panda 2
2011 Na Terra do Amor e Ódio
2014 Malévola
2014 Invencível
2015 À beira mar
2017 First They Killed My Father
2019 Malévola: Dona do Mal

 

Stadium Marathon 5 KM

Esta foi a minha terceira corrida com o Adidas Springblade. A expectativa para hoje era de percorrer a distância de cinco quilômetros em um tempo abaixo de 36 minutos. Caso as circunstâncias da prova fosse favoráveis eu correria em busca do meu recorde pessoal.

No entanto, a largada não ocorreu no horário previsto, um atraso de quase meia hora acabou gerando uma certa irritação nos participantes. Como o asfalto estava úmido resolvi largar com o cuidado para não escorregar. Mesmo assim o meu primeiro quilômetro acabou sendo percorrido em um tempo menor que o esperado.

No quilômetro seguinte fui atrapalhado por diversos blocos de três ou quatro pessoas que correm lado a lado, os chamados paredões. Ficou difícil fazer as ultrapassagens e o ritmo foi mais lento. Para complicar ainda mais a situação quando passei pelo posto de hidratação não tinha mais água. Ainda bem que tinha comigo dois frascos de Gatorade.

O terceiro quilômetro foi percorrido num ritmo melhor. Procurei deixar que quem estivesse logo na minha frente se distanciasse um pouco. Quando eu percebia que o espaço vazio então acelerava o ritmo das minhas passadas. Passei a usar estratégia até o final da prova.

Fui controlando o meu ritmo e ultrapassando quem estava pelo meio do caminho. Ao cruzar a linha de chegada tive uma grande surpresa. De acordo com o meu GPS a distância percorrida era trezentos metros inferior aos cinco quilômetros. Aliás, durante o percurso as marcações dos quilômetros colocadas pela organização da prova não eram as mesmas do meu aplicativo Nike+.

Foi mais um desafio superado e mais uma medalha pra coleção. Somente quando cheguei em casa fiz os cálculos para verificar qual foi o tempo dos cinco quilômetros. Logo pude verificar que o tempo foi de 35 minutos e 39 segundos, o melhor tempo do Springblade em três corridas. Portanto, o objetivo de percorrer os cinco quilômetro em um tempo abaixo dos trinta e seis minutos foi cumprido.

Faltaram apenas dez segundos para alcançar o meu recorde pessoal. Mesmo assim fiquei muito contente por ter participado de mais uma corrida e sei que logo vou superar esta marca.

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Das caminhadas às corridas de rua

Em um certo dia do mês de agosto de 2012 tive a curiosidade de ver como funcionava um aplicativo chamado Nike+. Mas como não obtive êxito resolvi fazer uma pesquisa e logo descobri que era necessário um chip para ser usado junto com o tênis Nike.

Alguns dias depois iniciei as minhas caminhadas com o meu Nike Pegasus 28. O começo foi complicado, pois como estava saindo do sedentarismo faltava preparo físico. Aos poucos o corpo foi se acostumando com a nova realidade e logo o condicionamento físico melhorou.

Em agosto de 2012 resolvi encarar a minha primeira corrida de rua, a Corrida da Esperança. Percorri a distância em menos de quarenta minutos. Foi uma experiência muito gratificante que rendeu a primeira medalha da minha coleção.

Na sequencia vieram muitas outras corridas, novos desafios e novas medalhas. É muito difícil descrever o sentimento ao cruzar a linha de chegada ao final de uma corrida. A emoção é muito grande de poder superar os próprios limites.

Passada a euforia de terminada uma corrida o pensamento logo se volta para a próxima. Avaliar as características do percurso e definição da estratégia. Se for uma corrida que já participei anteriormente procuro identificar os pontos em que posso melhorar o tempo.

Aliás, bater o recorde é algo extremamente gratificante, mas não deve ser conseguido a qualquer custo. Sem dúvida a paciência é muito importante para poder melhorar o tempo.