Feriado em Brasília – 1º dia

Há alguns meses fui convidado para visitar a cidade de Brasília. Observando o calendário escolhi o feriado de quinze de novembro para a minha viagem, pois no dia dezoito participaria da corrida de dez quilômetros do Circuito Banco do Brasil de Corrida.

Embarquei no voo das 08:50 rumo ao Distrito Federal. Foi uma viagem bastante tranquila, pela janela observei as mudanças na paisagem sobrevoando os estados do Paraná, de São Paulo, de Minas Gerais e de Goiás.

No horário previsto o avião chegou no Aeroporto Internacional de Brasília – Presidente Juscelino Kubitschek. Depois de retirar a minha bagagem me dirigi até a sala de desembarque onde uma amiga me aguardava.

No caminho até o hotel tive a oportunidade de ver alguns pontos turísticos de Brasília: Lago Paranoá, Ponte JK, Embaixadas, Esplanada dos Ministérios, Praça dos Três Poderes, entre outros.

Depois de acomodar a minha bagagem e tomar um bom banho saímos para almoçar. No trajeto até o restaurante vi alguns lugares que visitaria posteriormente.

No período da tarde fiz o passeio com o ônibus panorâmico. O ponto de partida é o estacionamento do Brasília Shopping. No entanto, o ônibus só sai com o mínimo de cinco passageiros.

Pouco antes do horário programado o grupo tinha cerca de dez pessoas e então o ônibus poderia iniciar o passeio.

A primeira parada foi na Catedral de Brasília.

Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, com cálculo estrutural do engenheiro Joaquim Cardozo, foi o primeiro monumento a ser criado em Brasília.

Na praça encontram-se quatro esculturas em bronze com três metros de altura, representando os Quatro Evangelistas, de Alfredo Ceschiatti, com a colaboração de Dante Croce em 1970.

Um campanário de vinte metros de altura sustenta quatro grandes sinos doados por moradores espanhóis do Brasil e trazidos de Miranda de Ebro na parte externa da catedral.

Como a parada era de apenas dez minutos tirei algumas fotos e voltei para o ônibus.

Logo em seguida começou a chover, mas isto não foi motivo para preocupação pois a parte superior do ônibus possuía cobertura.

O ônibus seguiu pela Esplanada dos Ministérios, e pudemos ver o  Palácio do Itamaraty e o Congresso Nacional. A nossa segunda parada aconteceu na Praça dos Três Poderes, um amplo espaço aberto entre os três edifícios monumentais que representam os três poderes da República: o Palácio do Planalto (Executivo), o Supremo Tribunal Federal (Judiciário) e o Congresso Nacional (Legislativo). A parte urbanística foi idealizada por Lúcio Costa e as construções foram projetadas por Oscar Niemeyer.

Mas com um tempo de apenas dez minutos  tiver que ser muito rápido para conseguir tirar algumas fotos e depois voltar para o ônibus. Saindo dali seguimos em direção ao Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente do Brasil.

No caminho passamos próximo do CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, onde está a equipe de transição do Presidente eleito Jair Bolsonaro.

 

Enquanto tirava fotos do Palácio da Alvorada alguém do meu lado perguntou o que poderia acontecer se alguém pisasse na grama.

Então disse que antes de chegar na grama a pessoa deveria ultrapassar o espelho d’água de cerca de 4,5 m e com certeza seria logo interceptada pelos seguranças. Um gramado de 350 metros nos separavam do Alvorada.

Faltando poucos minutos para  o nosso ônibus partir consegui fotografar a Ponte JK, inaugurada em dezembro de 2002.

 

 

 

 

 

 

 

 

A última parada do nosso passeio aconteceu no Quartel General do Exército onde foi possível contemplar o monumento a Duque de Caxias, conhecido como Concha Acústica, mais uma obra peculiar de Niemeyer.

Inaugurado em 1973, é um palanque ao ar livre, com uma cobertura em forma de concha.

A composição entre a Concha Acústica e o Obelisco faz referência ao copo e à espada de Duque de Caxias, patrono do Exército brasileiro.

 

Dali seguimos para o ponto inicial do passeio. Ao chegar no Shopping Brasília fiz um lanche rápido e depois retornei para o meu hotel.

Apesar da chuva que caiu durante a maior parte do tempo o passeio foi gratificante.