Lembranças de uma corrida na chuva

Em uma corrida de rua existem itens que podem ser definidos com antecedência: distância, percurso e altimetria por exemplo. No entanto, não podemos definir se no dia vai estar fazendo frio, calor ou chovendo.

Sendo assim os corredores devem estar preparados para enfrentar as mais diversas condições climáticas. Existem aqueles corredores que gostam de correr na chuva e os que não gostam.

Em seis anos e alguns meses tive a oportunidade de experimentar a sensação de correr com calor, frio, neblina e chuva.

Particularmente não gosto de correr na chuva principalmente dos riscos envolvidos. Mas posso dizer que tenho boas lembranças de algumas corridas que participei em condições desfavoráveis.

Uma delas foi a 1ª Corrida Solidária Provopar Estadual e Bptran. Antes mesmo da largada já existia uma grande expectativa em torno da chuva.

No primeiro quilômetro começou uma chuva forte. Muitos corredores preferiram aumentar o seu ritmo mas eu escolhi manter um ritmo seguro tomando cuidado com as inúmeras poças d’água.

No final de março sofri uma queda durante um treino e fraturei o meu ombro esquerdo. Apesar de ter me recuperado bem da fratura fiquei com dificuldade para correr por ter medo de sofrer uma queda e me machucar com gravidade.

Nos momentos em que a chuva dava uma trégua aproveitava para correr um pouco mais e realizar algumas ultrapassagens. Mas a segurança estava sempre em primeiro lugar. Desta forma segui até o final da prova.

Ao cruzar a linha de chegada travei o meu relógio mas não me preocupei em ver qual tinha sido o tempo decorrido para completar o percurso. Depois que cheguei em casa tomei um bom banho quente e então passei a analisar as minhas parciais da corrida.

Foi então que para a minha enorme surpresa verifiquei que completei os dez quilômetros em uma hora, dezesseis minutos e dez segundos, o meu novo recorde pessoal.

Fiquei muito contente com o resultado alcançado pois o meu desempenho mostrou que eu tinha recuperado a segurança para voltar a correr.

 

Novembro desafiador

Em agosto de 2012 participei da minha primeira corrida de rua. Naquela ocasião completei o percurso de cinco quilômetros em 39 minutos e 51 segundos. Devo admitir que algumas vezes durante a corrida me questionei sobre o motivo de estar ali.

Cruzei a linha de chegada ofegante mas muito contente com o resultado alcançado. A partir de então o meu desafio passou a ser o de melhorar o meu desempenho.

Durante o ano de 2013 tive a oportunidade de participar de corridas de 5 km em várias regiões de Curitiba. O meu condicionamento foi melhorando e com ele o meu desempenho nas provas.

Foi no mês de novembro que consegui o meu melhor tempo do ano. Completei em 35 minutos  e 29 segundos o percurso de 5 km da Graciosa Run, uma prova promovida pelo Graciosa Country Club .

Foram muitas as tentativas ao longo de 2014 mas o tempo que cheguei mais perto foi de 35 minutos e 39 segundos até o final de outubro.

Chegou novembro e com ele a pressão de bater o meu recorde. No início do mês comprei o Adidas Adizero Adios Boost.  Depois de alguns treinos com ele defini que a sua estreia em corrida seria na prova de 5 km da Maratona de Curitiba.

Na sexta-feira, dia 14, fui até a loja a Procorrer retirar o meu kit. Ao receber o meu número fiquei olhando para ele por alguns instantes: 3143. O número 31 é o inverso de 13 que é o dia do meu nascimento. No número 43, multiplicando 4 por 3 temos o resultado 12, o mês do meu aniversário. Isto mesmo, o meu número estava ligado a data do meu aniversário e logo pensei que ele iria me dar sorte na corrida de domingo.

No domingo cedo cheguei a Praça Nossa Senhora de Salete, quando faltavam cerca de quinze minutos para a largada me dirigi ao pelotão referente ao meu ritmo de corrida. Iniciei a minha concentração e revisei meu plano de corrida.

Larguei com muita calma para não me envolver em nenhuma confusão. Nos primeiros metros já percebi o potencial do Adios Boost e fui aumentando o ritmo das passadas.

Cheguei a marca de quatro quilômetros com o tempo de 28 min e 15 segundos. Diante da possibilidade de marcar um novo recorde usei aquelas energias que havia economizado para aumentar o ritmo das minhas passadas. Neste momento tão importante o Adios Boost respondeu prontamente quando foi solicitado.

Olhei lá na frente e mentalmente tracei um linha por onde deveria fazer as minhas ultrapassagens. Ao fazer a última curva e entrar na reta final chegou a hora de acelerar tudo. Observei atentamente o posicionamento dos corredores e comecei a ultrapassar cada um deles até cruzar a linha de chegada.

É claro que naquele momento com uma carga de adrenalina enorme nem olhei para o meu tempo final. Depois com calma resolvi olhar qual tinha sido o meu tempo final: 34 minutos e 20 segundos. Pois é, tinha acabado de baixar o meu tempo e definir um novo recorde para os cinco quilômetros.

Foi assim que novembro passou a ter um significado especial para mim. Na temporada de 2015 o meu melhor tempo foi de 34 minutos e 42 segundos em uma corrida realizada em agosto.

Em 2016 fiz a minha estreia nas corridas de 10 km. Portanto, participei de poucas provas de 5 km. No final de março sofri um queda que resultou em um fratura no ombro esquerdo. Na sequencia enfrentei problemas para voltar a correr. O meu melhor tempo nos 5 km foi 35 minutos e 20 segundos, ou seja, um minuto acima do meu recorde.

Em 2017 corri oito provas de 5 km e o melhor tempo foi 35 minutos e 35 segundos. Fiquei muito contente por ter chegado muito perto do meu recorde e ter conseguido completar os 5 km abaixo de 35 minutos.

Durante 2018 participei de corridas nas distâncias de 5, 10, 15 e 21 km. Os meses foram passando e o meu melhor tempo foi de 35 minutos e 10 segundos em uma corrida cujo percurso foi semelhante ao de 2014.

Chegou novembro e a pressão de bater o recorde que já dura quatro anos. Tenho apenas uma chance de bater o meu recorde em 2018. Por coincidência a corrida será no mesmo percurso.

 

 

 

 

30 anos do primeiro título de Ayrton Senna na F1

Ayrton Senna chegou ao GP de Suzuka, no dia 30 de outubro de 1988, para disputar com o francês Alain Prost o título mundial da temporada de Fórmula 1.

A dupla da McLaren dominou a temporada. Só não venceu o GP da Itália porque na 49ª volta o francês Jean-Louis Schlesser que estava na 11ª posição, ao olhar pelos retrovisores e perceber a aproximação do líder da prova, o carro vermelho e branco da McLaren de Ayrton Senna, encostou o seu Williams pela direita para deixar o piloto brasileiro executar a ultrapassagem pelo lado esquerdo no início da primeira perna da chicane.

Senna ultrapassou-o na primeira perna, mas o retardatário se atrapalhou freando além do limite antes do contorno da primeira curva e assim que conseguiu controlar o carro ele passa na zebra no início da segunda perna da chicane pegando um pouco de areia e atinge a parte lateral do carro de Senna que já estava comprometido nela.

Com o toque, o carro do brasileiro fica preso na zebra da pista, e de lá ele abandona a prova liderada praticamente de ponta a ponta. A vitória ficou com o austríaco Gerhard Berger.

Senna chegou ao Japão com sete vitórias contra seis de Prost. No treino classificatório Ayrton Senna foi o mais rápido e conquistou a sua 28ª pole.

A primeira fila, assim, mostrou o que foi a temporada: Senna em primeiro, com Prost em segundo. Na largada o carro de Senna não anda e ele levanta os braços sinalizando o problema na esperança de não levar nenhum toque dos mais de 20 pilotos que estariam atrás dele.

Por sorte Senna ficou intacto e  fez com que o carro “pegasse no tranco”. Nesta altura já tinha perdido dezesseis posições e Prost segui na liderança.

A determinação era tanta que na primeira volta Senna ultrapassou oito carros.  Na segunda volta, passou os italianos Ricardo Patrese (Williams) e Alessandro Nannini (Benetton), subindo para sexto. Na terceira, passou o belga Thierry Boutsen (Benetton) e, na freada da chicane, deixou o italiano Michele Alboreto (Ferrari) para trás, na quarta volta.

Mesmo estando ainda doze segundos atrás do líder Prost, Senna mostrava estar determinado a vencer a corrida e o campeonato. No final da décima volta, o brasileiro ultrapassou a Ferrari de Gerhard Berger e assumiu o terceiro lugar.

Agora entre ele e Prost agora só existia o carro do italiano Ivan Capelli (March). Quase no final da 19ª volta Senna assumiu o segundo lugar com o abandono de Capelli.

Quando completou a vigésima volta, Prost olhou pelo retrovisor e viu que o segundo colocado não era o italiano da March, e sim o carro de Senna que vinha andando cada vez mais rápido. 

Por diversas voltas, Senna perseguiu Prost  e na 28ª das 51 voltas, aconteceu o inacreditável. O brasileiro chegou voando em Prost,  armou o bote antes da entrada da reta dos boxes para consumar a sua 15ª e mais espetacular ultrapassagem na corrida.

O francês tentou alcançar o brasileiro até o final da prova, mas Senna não deu espaço para nenhuma tentativa e ainda abriu uma vantagem de treze segundos.

Valeu o título, que parecia estar perdido na largada.

 

 

 

Direto do Túnel do Tempo – 2015

No ano de 2015 tive a oportunidade de participar de várias corridas de 5 km. Cada uma delas teve as suas características e os seus desafios. Hoje quero lembrar da 3ª Etapa do Circuito de Corrida de Rua de Curitiba.

Nesta prova os principais adversários foram o frio de 8ºC e a neblina. O frio exigiu dos corredores uma atenção maior com o aquecimento e o alongamento. Tomei cuidado para não me envolver em nenhuma confusão na largada e segui diante.

Por causa da neblina a visibilidade era reduzida e os corredores permaneciam muito juntos, impossibilitando qualquer tipo de ultrapassagem.

No percurso tive a oportunidade de encontrar dois professores do tempo do Colégio.

Completei o percurso em trinta e sete minutos. Fiquei muito contente com o resultado.

Circuito SMELJ 2018 4ª Etapa

Neste domingo tive a oportunidade de participar da 4ª Etapa do Circuito de Corrida de Rua. Estava inscrito na prova de dez quilômetros.

O meu número 2888 tinha algo de inspirador, pois 2+8=10 representa o mês de outubro e 88 representa o ano de 1988, ou seja, mês e ano da conquista do primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1.

Nos dias que antecederam a prova estudei as características do percurso. Então estabeleci como objetivo completar a prova em um tempo menor do que 1 hora e 18 minutos, o meu melhor em 2018 nas provas de 10 km.

As largadas das provas de 10 e 5 km ocorreram com um intervalo de quinze minutos. Larguei com tranquilidade mas desde o início mantive um ritmo rápido para poder realizar as ultrapassagens e aproveitar as características do primeiro quilômetro.

Depois reduzi para o ritmo de trote e fui controlando o tempo. Poupei as minhas energias até chegar na placa que marcava os 9 km pois sabia que a partir dali tudo ficaria mais fácil. Ao passar pela placa olhei rapidamente para o meu relógio e vi que o tempo decorrido estava em 1 hora e 10 minutos.

Portanto teria condições de completar a prova antes do tempo inicialmente estabelecido. Então defini como objetivo cruzar a linha de chegada o mais próximo possível de 1 hora e 15 minutos.

Respirei fundo e escolhi o melhor traçado. Ao entrar na reta de chegada aumentei o ritmo das minhas passadas e fui ultrapassando quem estava no meu caminho.

Completei os dez quilômetros em 1 hora, 16 minutos e 18 segundos, o meu melhor tempo no ano. Fiquei muito contente com o resultado alcançado.

Com a corrida de hoje fiquei bem mais próximo de cumprir o meu desafio de percorrer 600 km até o final de 2018. Aliás posso alcançar esta marca ainda no mês de outubro.

Como terei pela frente os meses de novembro e dezembro defini como nova marca a ser atingida os 700 km.

 

Circuito Caixa 2018

Neste domingo participei da prova de cinco quilômetros do Circuito Caixa Etapa Curitiba. O percurso conhecido com certeza ajudou bastante. No entanto, eu sabia que seria difícil bater o meu recorde de 34:20 obtido em novembro de 2014.

Estabeleci como objetivo completar a prova com um tempo próximo dos trinta e cinco minutos. Larguei com tranquilidade e procurei seguir em um ritmo forte.

O tempo nublado e a temperatura baixa também me ajudaram na corrida. Cheguei na marca dos 2 km com uma vantagem em relação ao tempo planejado. No quilômetro seguinte o meu ritmo reduziu um pouco e passei pela placa dos 3 km com alguns segundos de atraso.

Sabia que depois de passar em frente ao Museu Oscar Niemeyer poderia acelerar o ritmo das minhas passadas, pois não teria subidas para enfrentar. Ao entrar na reta de chegada olhei para os corredores que estavam no caminho até a linha de chegada.

Respirei fundo e fui ultrapassando cada um deles até cruzar a linha de chegada. Completei o percurso de cinco quilômetros no tempo de 35 minutos e 10 segundos, dentro do que havia planejado.

Apesar de ter ficado longe do meu recorde pessoal o tempo de hoje foi o meu melhor em 2018 para a distância de cinco quilômetros. Fiquei muito contente com o resultado alcançado.

Depois de pegar a minha medalha e me hidratar tive a oportunidade de conhecer a Rosemar Coelho Neto, medalhista no revezamento 4×100 metros na Olimpíada de Pequim em 2008.

Com a corrida de hoje alcancei a marca de 567,64 km percorridos no ano e pela minha projeção deverei vencer os meu desafio dos 600 km no final de outubro. Portanto, já estabeleci uma nova marca a ser atingida até o final do ano: 700 km.

 

 

Mundo Canhoto – 15 anos

O mês de agosto marcou os quinze anos da criação do meu site Mundo Canhoto. A ideia surgiu em meados de julho de 2003. Tudo começou com uma pesquisa que realizei na Internet sobre o canhotismo, inicialmente apenas por curiosidade. Desejava conhecer um pouco mais a respeito do mundo dos canhotos, afinal de contas faço parte dele.

Encontrei diversos sites a respeito do assunto, a maioria em português lusitano. Apesar de alguma diferença com o português brasileiro pude compreender com facilidade o conteúdo e, consequentemente, aumentar os meus conhecimentos.

Foram encontrados poucos sites brasileiros, dois para ser mais preciso, mas com um bom conteúdo. Isto serviu de motivação para a criação do meu site, porém o meu desejo não era ser  mais um site sobre os canhotos, mas sim um que fosse uma referência sobre o assunto. Faltava então escolher o nome, confesso que não tenho muita criatividade para criar nomes, mas o primeiro que surgiu na minha cabeça foi Mundo Canhoto, o nome de um site português que foi o primeiro que consultei na minha pesquisa.

A etapa seguinte do trabalho consistiu na montagem da estrutura do site, algo que para mim não foi nenhuma dificuldade. Passei a reunir os artigos que considerei interessantes conforme ia encontrando na internet. Depois de algumas semanas nasceu o Mundo Canhoto no dia 13 de agosto de 2003, o Dia Internacional do Canhoto. Além dos mais diversos artigos relacionados ao canhotismo coloquei uma lista de canhotos famosos em várias áreas de atuação.

Paralelamente continuei a minha pesquisa em busca de novos artigos, desta vez nos idiomas italiano, espanhol, francês e inglês, com o intuito de enriquecer o conteúdo do site. Para facilitar a localização dos artigos eles foram separados por idioma. O tempo foi passando e com a colaboração de alguns amigos o Mundo Canhoto foi se tornando conhecido. Sendo assim, com pouco mais de três meses no ar já tinha recebido um número significativo de visitas.

Um mês antes do site completar o seu primeiro aniversário resolvi enviar uma sugestão de reportagem para diversos meios de comunicação. Sendo assim, mandei para pelo menos dois jornais de cada Estado brasileiro, bem como para telejornais.

Algumas semanas depois entrou em contato comigo uma estagiária do Jornal do Estado, de Curitiba. Ela desejava marcar uma entrevista comigo, combinamos de conversar por telefone no dia seguinte. Respondi as suas perguntas e disse-lhe que poderia usar o conteúdo do Mundo Canhoto como fonte de consulta, o que certamente facilitaria bastante o trabalho de elaboração do texto da matéria.

A reportagem foi publicada dias depois na edição do dia 21 de agosto. Fiquei muito contente, afinal de contas na época os assuntos do momento eram os Jogos Olímpicos de Atenas e as eleições municipais. Enfim, ela serviu como uma boa divulgação do site, pois o endereço apareceu em local de destaque. Posso dizer que ficou melhor que a encomenda.

Percebi um aumento significativo no número de visitas depois da reportagem. Continuei a minha procura por fotos e autógrafos de canhotos famosos, sem descuidar dos mínimos detalhes. Há também uma lista de canhotos famosos brasileiros, cujo número é reduzido pelo fato de não existirem sites que divulguem tal tipo de informação. No entanto, sempre que identifico um canhoto famoso logo o incluo na minha lista.

Com o passar dos anos o Mundo Canhoto foi se tornando conhecido e recebeu um número expressivo de visitas.  Para interagir melhor com canhotos das mais diversas partes do Brasil criei um comunidade no Orkut. Tive a oportunidade de compartilhar os meu conhecimentos e divulgar o Mundo Canhoto.

Em agosto de 2011 criei no Facebook um grupo que atualmente conta com pouco mais de 1.600 canhotos de diversas partes do Brasil e de outros países. Também fazem parte pessoas destras que possuem filhos canhotos ou então que se interessam pelo canhotismo.

Ao longo dos anos o Mundo Canhoto passou por diversos locais de hospedagem. A partir de abril de 2014 ele passou a fica hospedado na Hostnet no domínio www.mundocanhoto.blog.br.

No final de 2017 passou a ter a estrutura de um blog. O conteúdo existente foi dividido por idiomas e postado aos poucos. Atualmente o Mundo Canhoto também conta com as seguintes enquetes:

Como você escreve?

Como você abre uma lata?

Qual(quais) objeto(s) mais irrita(m) você?

Com que mão você bate palmas?

Como você segura os talheres?

 

120 medalhas

No dia cinco de agosto de 2012 tive a oportunidade de participar da Corrida da Esperança.

Completei o percurso de cinco quilômetros no tempo de 39 minutos e 51 segundos e marquei a minha estreia no mundo das corridas de rua.

Cruzei a linha de chegada ofegante mas fiquei muito contente por ter superado o meu desafio de enfrentar uma corrida de rua.

Sequer imaginava que aquela foi a primeira de muitas outras corridas que participaria a partir de então.

O tempo foi passando e pude participar de outras corridas. Cada uma delas representava um novo desafio a ser enfrentado. Calor, frio, chuva, vento, subidas e descidas. A melhora no condicionamento aconteceu naturalmente.

A cada prova concluída uma medalha era acrescentada a minha coleção. Inicialmente guardava as medalhas em uma caixa. Depois de algum tempo a caixa acabou ficando pequena. Foi então que tive a ideia de pendurá-las lado a lado.

A coleção foi crescendo, cada medalha representando um desafio superado ou então um recorde pessoal conquistado.

Acordar cedo nos domingos para correr pelas ruas de Curitiba passou a fazer parte da minha rotina. Alguns percursos eram fáceis e outros bastante desafiadores. Formei muitas amizades e também reencontrei pessoas que não via há muitos anos.

No início de agosto de 2017 completei cinco anos no fascinante e emocionante mundo das corridas de rua.

Comemorei esta data significativa participando da Meia Maratona Uninter.

Apesar de ter sido a minha segunda corrida de 21 km fiquei muito contente por ter enfrentado esta prova tão desafiadora.

Sendo assim a minha coleção chegou a noventa e quatro medalhas.

Um dos meus desafios em 2018 foi enfrentar um corrida de 15 km, uma distância intermediária entre os 10 km que eu já estava acostumado e os 21 km da meia maratona. Foi uma experiência muito interessante e ao mesmo tempo um treino para a meia maratona que enfrentaria no mês de agosto.

No dia trinta de setembro participei de uma corrida de cinco quilômetros e conquistei a 120ª medalha para a minha coleção. Em seis anos e alguns meses foram percorridos muitos quilômetros, enfrentei desafios e vivi muitas emoções.

É muito difícil apontar qual é a medalha mais bonita, a mais significativa ou então a corrida mais emocionante. Guardo lembranças de todas elas.

 

 

 

Férias em Gramado 2018 6º dia

Seguimos logo cedo para a cidade de Nova Petrópolis, situada a cerca de trinta e quatro quilômetros de Gramado. Fizemos uma rápida parada no Portal de Gramado e continuamos a nossa viagem. Apesar do tempo chuvoso todos no ônibus estavam muito animados.

A nossa primeira parada foi no Armazém da Rosa Mosqueta. Inicialmente assistimos um vídeo a respeito da origem da rosa mosqueta e as suas diversas propriedades. Depois tivemos a oportunidade de comprar os produtos desenvolvidos a partir da rosa mosqueta.

Em seguidas fomos até a Praça da Flores onde está localizado o Labirinto Verde. Quem entrou no labirinto se divertiu bastante tentando chegar até o centro e depois encontrar a saída.

 

 

 

 

 

 

 

Depois fizemos um intervalo para o almoço no Restaurante Torquês onde fomos recepcionados pelo simpático alemão Babaloo e o seu tradicional Fusca.

 

 

A nossa próxima visita foi na loja da Dakota, tradicional fabricante de calçados masculinos, femininos e infantis.

Depois visitamos a loja Kukos em que conhecemos relógios de diversos tipos e tamanhos.

 

 

Finalizamos o nosso passeio visitando o Parque Aldeia do Imigrante. Ele foi criado para resgatar e preservar o passado histórico dos imigrantes que colonizaram a região, predominando a imigração alemã.

Inaugurado oficialmente em 12 de janeiro de 1985, ele ocupa uma área de aproximadamente dez hectares, sendo a maior parte mata nativa.

 

 

 

 

 

 

 

Depois de apreciarmos a beleza do local iniciamos a nossa viagem de retorno para Gramado. Foi um passeio muito gratificante e enriquecedor.

 

 

 

 

Férias em Gramado 2018 5º dia

A primeira visita do nosso passeio foi na Casa Centenária. Construída em madeira sobre um porão de pedras onde até hoje são conservados vinhos, queijos e salames, a casa pertence a Senhora Elizabeta Ferrari que tem mais de oitenta anos.

Construída em madeira sobre um porão de pedras onde até hoje são conservados vinhos, queijos e salames, a casa mistura-se com a história de Gramado.

É possível ver a casa por fora e entrar no porão onde estão guardados diversos utensílios e objetos antigos. No quintal há galinhas, porcos, um cachorro, um coelho e dois carvalhos.

Em seguida seguimos para o Moinho da Família Cavichion. Fomos recebidos pela Maristela que nos contou a respeito da vinda dos italianos para o Brasil.

Perto dali conhecemos a Ervateira Marcon onde acompanhamos o processo artesanal de fabricação da erva-mate, a matéria prima do chimarrão.

A nossa próxima parada foi no Museu Fioreze, pertencente ao Sr. Nelson Fioreze, um italiano que desde criança coleciona os mais diversos objetos. De forma humorada, ele conduz os visitantes ao museu contando a história de algumas relíquias.

O nosso passeio terminou com o café colonial da Família Foss. Provamos pães caseiros quentinhos, geleias de frutas, manteiga, salames, queijos e muitas outras delícias ao som de músicas típicas italianas. Depois de nos divertirmos cantando e dançando La Bella Polenta iniciamos a nossa viagem de volta para Gramado.

 

Ao chegar no meu hotel tomei um banho rápido e segui para o Hollywood Dream Cars.

O museu foi inaugurado em julho de 1997 e é parada obrigatória para os amantes de carros antigos que visitam a cidade de Gramado.

Nele estão reunidos carros das décadas de 20, 30, 40, 50 e 60, clássicos que marcaram a história da indústria automobilística e do cinema.

O museu tem dois andares, o primeiro andar com carros dos anos 50 e 60 e o subsolo com os carros mais antigos.

Em seguida visitei o salão Super Carros, um espaço que reúne diversas super máquinas disponíveis para dar um passeio pelas ruas de Gramado.

Depois de tirar muitas fotos dos carros escolhi um passeio na BMW M3. Enquanto estava agendando o meu passeio o atendente me ofereceu a Ferrari 458 Itália. É claro que não pensei duas vezes para aceitar a oferta. Enquanto aguardava a minha vez aproveitei para tirar algumas fotos na Ferrari F1.

Alguns minutos depois fui chamado para o meu passeio co ma Ferrari 458 Itália. O percurso de 5,5 km foi percorrido em poucos minutos mas posso dizer que o passeio foi emocionante.

Enquanto escolhia as fotos que tirei na Ferrari F1 ganhei um passeio no Porsche Cayman. Como a fila de espera estava muito grande troquei pelo passeio no Corvette C06 Targa

Foi muito emocionante e divertido. Em seguida retornei para o meu hotel.